segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Estudo da Semana: Um Caminho Para Boas Escolhas

“Olha para mim, e tem piedade de mim, porque estou solitário e aflito.” 
Salmo 25:16
As nossas escolhas podem nos fazer felizes ou nos derrubar ao pó. E considerando que temos um péssimo hábito de escolher primeiro, para ver depois como é que fica, podemos nos ver embaraçados em redes malignas. E agora, é possível consertar uma escolha errada? O que se pode fazer para remediar isso é o tema deste estudo.
A paz e a felicidade dependem de nossas escolhas. O ruim é que, às vezes, só descobrimos que fizemos uma escolha errada, depois que começamos a enfrentar as consequências. Embora o correcorre diário nos atrapalhe em andar mais íntimo com Deus, o seu amor nos constrange a dizer algo que desejamos que ajude.
É mesmo difícil lidar com as consequências de uma escolha errada. Há coisas que não são tão simples de apagar, como as palavras escritas na areia ou um texto rabiscado com um lápis. Olhamos para uma coisa e ao procurar pegá-la, podemos nos ferir. Foi isso que aconteceu com meu polegar esta semana. Estava limpando alguns papéis que caíram atrás do meu computador, quando espetei o dedo em um caco de vidro. Ação e consequência.
Tempo, família e Igreja. Pastor Paul Youngi Cho, em um de seus livros, posicionou uma hierarquia que primeiro vinha Deus, depois a família, e em seguida a Igreja. Recebi outro dia um email de um jovem que teve seu namoro interrompido, porque seus domingos estavam comprometidos com atividades de liderança em um grupo de louvor. Como colocou isso em primeiro plano e estar com sua amada em segundo, ela terminou o namoro, e ele ficou infeliz e até desistiu da Igreja.
Lembro-me que no ano em que comecei a namorar minha esposa, eu trabalhava, fazia faculdade, morava longe da família, lavava roupas no sábado pela manhã, participava da reunião de professores de EBD á tarde, ensaiava (banda) com a mocidade no domingo, dava aulas da Escola Dominical à tarde, e à noite tinha o Culto. Como fora Jesus quem tinha me mostrado a jovem, não tivemos grandes problemas. Contudo, procurei o superintendente da EBD e propus um trato: um domingo eu ficaria à tarde na Escola, mas no outro iria à casa da moça para namorar. Ele aceitou, e deu certo.
Tenho visto, e você também, como as pessoas erram neste assunto, colocando as atividades da Igreja sempre em primeiro lugar, em detrimento da família. Resultado? filhos e cônjuges aborrecidos – quando não desviados e horrorizados à simples menção da palavra: Igreja. Esse versículo não está na Bíblia, mas a paráfrase também é verdadeira: O que adianta ganhar o mundo inteiro, mas perder um filho ou a família inteira para o mundo?
Pensar primeiro, e escolher depois. Tomar decisões sem orar, sem planejar, é uma coisa que tem tudo para dar errado. Em assunto de namoro, então, nem me fale… Primeiro é a pressa, depois a dissimulação: a pessoa não gosta de alguém, mas finge (engana) que sim. A Bíblia é bem clara quanto a isso, é: Sim, sim ou não, não! O que passa disso, tem o dedo do malígno por trás. Brincar com o sentimento de outra pessoa é uma atitude que tem o nome de engano. E se fosse enganar alguém, na área sentimental, pode apostar que vai colher o troco. O contrário do engano – a sinceridade – é o caminho certo, para ter a bênção de Deus.
E o que fazer para reaver a paz ou a comunhão com Deus perdida, por causa de uma escolha errada? Bem, não existe um remédio milagroso que elimina todas as consequências de nossos atos ou omissões. Ficar deitado na poeira da derrota é a pior das atitudes, pois você será presa fácil do diabo. Se ele viu você caído, vai tratar de embaraçá-lo, de tal forma, para que nunca mais se levante. Há um versículo que trata deste assunto em Apocalipse 2:5 “Lembra, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não arrependeres”. O cristão que deseja se concertar com Deus e com o próximo ofendido, como um carro, deve ter “marcha ré”. Arrepender-se de coração, procurar a pessoa ou quem quer que seja, e agir: pedindo perdão a Deus e principalmente ao ofendido.
Se o pneu do carro estiver furado, não adianta consertar a porta.
E com essa analogia, queremos dizer que é preciso se humilhar sinceramente para conseguir tanto o perdão de Deus quanto da pessoa com quem falhamos. O diabo deseja que você não dê o braço a torcer. Que mantenha a soberba. Mas não é assim que Cristo nos ensina. Quer ver? Pedro vacilou feio, depois que disse ao Senhor que todos poderiam abandoná-lo, mas que ele nunca iria negá-lo… Pior que negou. Não uma, mas três vezes. E por isso ficou amargurado, e ainda levou outros discípulos de volta ao mar da derrota. E mesmo tendo sido abandonado, Jesus foi atrás de Pedro, para lhe dizer que os peixes estavam do lado direito do barco. Era só jogar a rede.
E esta palavra, leva a uma outra na Bíblia. Se teu irmão pecar contra ti, vai e converse com ele, e se ele se arrepender, perdoa-lhe. E se pecar sete vezes no dia sete vezes contra ti, e vier dizendo: Arrependo-me, perdoa-lhe. Aqui está o outro lado da moeda, alguém tomou uma atitude errada e você está sofrendo com isso. E vai continuar sofrendo, se não comunicar este fato ao irmão (pessoa não estranha) para que ele saiba. Se ele se humilhar e pedir perdão – maravilha! Mas, considere também que há uma possibilidade de que isso não aconteça, e nesse caso esteja preparado para perdoar em seu coração, mesmo que ele não mereça. O perdão e o amor são atitudes. Deus nos amou primeiro, sendo nós ainda pecadores.
E como se faz para se levantar da poeira da derrota ou buscar a presença de Deus perdida? O primeiro recurso é nunca colocar um ponto final em um assunto. Lucas 1:37, diz que “Para Deus não há nada impossível.” A não ser ajudar uma pessoa que teima em ficar do jeito que está – deitado no pó. Há vários versículos na Bíblia, onde vemos Deus dar essa ordem: Levanta-te! O olhar de Deus sempre está atento aos que insistem. Foi Jesus mesmo que ensinou isto em Lucas 18 – na Parábola do juiz iníquo. Para se levantar, é preciso buscar a presença de Deus em orações e jejuns. Não de forma mecânica e fria, mas com sinceridade de alma, pois não podemos enganar a Deus. Há também que se fazer um concerto com os homens.
Lembro-me de um moço que estava perdendo a casa para um falso irmão. O moço orava, agia, mas a casa estava sendo tomada. E por quê? Porque nosso irmão esta com a vida desordenada diante de Deus e dos homens. Devia a muitos; não pagava nem se justificava. Até fumar, estava fumando. Orientei para que procurasse seus credores e fizesse um compromisso de pagar suas contas. Do cigarro pediu perdão na Igreja. O que aconteceu? Os impedimentos saíram, e o diabo não teve mais como resistir ao anjo de Deus. Aqui volto a lembrar do caso do pneu furado. Se o problema é com o pneu, não adianta consertar a porta! É preciso fazer a nossa parte, agir quanto ao que é possível de fazer, para que, então, Deus trabalhe com as coisas impossíveis.
O desânimo é a pior das atitudes. Moisés era morto e Josué estava desanimado, a ponto de Deus insistir três vezes dizendo para se esforçar e ter bom ânimo. Se animar é crer que Deus pode mudar a ordem natural das coisas, é acreditar que no dia de amanhã você terá reconquistado a causa perdida, porque Deus agiu na sua vida.
E quando for tomar uma nova decisão, fazer uma nova escolha, não seja precipitado. E se tiver uma dúvida quanto ao negócio – não decida. Siga em frente somente depois de ter orado bastante e estiver com seu coração em PAZ.
A paz de Cristo,
 Autor: João Cruzué  

Barack Obama diz aos eleitores que governa segundo a fé cristã

A religião realmente tem sido tema na campanha presidencial nos Estados Unidos, tanto que na última quinta-feira, 2, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enfatizou sua fé cristã e disse que ora todos os dias pela manhã. Durante um pronunciamento para três mil eleitores o democrata afirmou que seu governo é orientado por sua fé.
Enquanto participava do evento denominado de Café da Manhã da Oração Nacional, em Washington, Obama fez questão de dizer que escuta a voz de Deus para poder enfrentar os desafios de seu país e que evita a “falsa religiosidade” assumindo uma atitude corajosa “diante da resistência ou indiferença”.
“Acordo todas as manhãs e faço uma pequena prece, e dedico um pouco de tempo às escrituras e à devoção”, disse o presidente americano que deve enfrentar nas urnas o republicano Mitt Romney que é mórmon.
Romney enfrenta rejeição por parte dos cristãos evangélicos que não aceitam os mórmons como cristãos. Nessa primeira disputada entre os candidatos do Partido Republicano o ex-pastor da Igreja Mórmon tem evitado falar de suas crenças pessoais, mas mesmo assim muitos enfatizam que ele não é um cristão legítimo, já que os ensinamentos dos mórmons não estão totalmente baseados na Bíblia.
Em seu discurso Obama não citou o possível opositor, mas fez questão de mostrar suas ações voltadas aos pobres com a intenção de acabar com a desigualdade social naquele país.
Com informações G1

Pastor critica evangélicos que postam palavrões nas redes sociais

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes da Igreja Presbiteriana do Brasil publicou em seu blog um artigo falando sobre evangélicos que postam fotos “meio-eróticas” e palavrões em suas páginas do Facebook. O religioso que tem mais de 3 mil amigos na rede social fica chocado em ver como os ditos seguidores de Jesus podem usar essas palavras em seu cotidiano.
O que o reverendo percebe é que as mesmas pessoas que postam declarações de fé e amor a Jesus também transmitem conteúdo com palavras “chulas e palavrões do pior tipo”. Nicodemus Lopes então questiona se é lícito um cristão falar ou escrever palavrões.
Ele lembra que muitos crentes justificam suas palavras dizendo que não tem nenhuma intenção maligna ou pornográfica ao proferir essas palavras. “Todo mundo usa, trabalho ou estudo num ambiente de descrentes e não quero parecer um ET”, exemplificou.
Mas o reverendo presbiteriano deixa alguns versículos bíblicos que condenam esse tipo de linguajar como Efésios 4:29 que diz: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”.
Não é apenas esse trecho da Bíblia que condena as palavras chulas, Efésios 5: 3-7 também alerta sobre conversação torpe, assim como outros versículos citados pelo chanceler do Mackenzie, que chega à conclusão de que “a pureza e a santidade requeridas na Bíblia para os cristãos abrange não somente seus atos como também seus pensamentos e suas palavras”.
Mas apesar de todas as justificações que possam ser feitas sobre as diferenças regionais e do vocabulário formal que agregou palavras que antes eram consideradas obscenas, o reverendo discorda que um cristão possa falar palavrões e vai mais longe: diz que isso é retrato de um cristianismo superficial.
“Acho que a vulgarização do vocabulário dos evangélicos é simplesmente o reflexo do que já temos dito aqui muitas outras vezes: o cristianismo brasileiro é superficial, tem muita gente que se diz evangélica, mas que nunca realmente experimentou o novo nascimento”, disse ele.
Confira o artigo na íntegra aqui.

Pastor americano é coroado rei por rabino durante culto

O bispo Eddie Long, líder da Igreja Batista Missionária do Novo Nascimento, em Atlanta, Georgia, recentemente se envolveu em um processo por ter supostamente abusado sexualmente de quatro adolescentes de sua igreja. Ele teria feito um acordo com as famílias dos envolvidos e desembolsado cerca de 20 milhões de dólares para encerrar o caso, que foi aberto em 2010.
Depois de ter pedido uma licença da igreja por algumas semanas para tentar evitar o divórcio pedido por sua esposa, ele voltou às suas atividades normalmente.
Porém, já se envolveu em outra polêmica. Durante um culto de sua megaigreja, realizado em 29 de janeiro, ele foi “coroado” rei pelo rabino messiânico Ralph Messer, líder do “Simchat Torah Beit Midrash”, autointitulada “congregação facilitadora de discussões religiosas entre vários grupos, culturas e denominações em todo o mundo”.
Messer é amigo de Long e um dos pregadores da “Conferência para Ampliação Econômica”, organizada pela igreja do Novo Nascimento, que possui mais de 25 mil membros.
Sendo o pregador convidado para o culto, Messer decidiu homenagear o bispo Long e fez uma espécie de ritual, entregando ao bispo um pergaminho hebraico de 312 anos. Explicando sobre  o principio do reinado bíblico, colocou um manto judaico sobre seus ombros e explicou que aquela era a vontade de Deus.
Diante da igreja lotada, Long sentou-se em uma cadeira similar a um trono. O rabino passou então a explicar que aquele homem pertencia a duas cortes diferentes, a da justiça e a das bênçãos. Os fiéis presentes aplaudiram enquanto Long permanecia calado.
O vídeo foi postado na internet alguns dias depois e tornou-se um viral, com mais de 600 mil acessos em poucos dias.
Críticas foram publicadas por dezenas de pastores em sites e blogs. Centenas de comentários nas redes sociais ajudaram a aumentar os acessos do vídeo e as criticas ao bispo. Will Gafney, professor de estudos judaicos e hebraico bíblico, escreveu um longo artigo para o Huffington Post enumerando todas as contradições e erros da, agora famosa, cerimônia de coroação.
Ele questiona todas as menções a textos bíblicos e conclui que tudo foi uma cena inventada por alguém que não conhece nem respeita o judaísmo.
Long só veio a se pronunciar ontem (5/2) após ser duramente repreendido pela Liga Antidifamação, organização que defende os direitos dos judeus em todo o mundo.
Bill Nigut, líder da Liga, afirma que o ritual criado por Messer não tem qualquer ligação com os ensinos do judaísmo e que Messer não é reconhecido como rabino pelos judeus americanos.
Em uma carta aberta, o bispo Long afirma que ele não sabia nem incentivou o evento e diz saber que sabe não ser um rei: “Rejeito qualquer ação que tente retrata-me como um rei, pois  sou simplesmente um servo do Senhor”.
O rabino Messer insiste que não houve desrespeito em suas ações: “Foi simplesmente uma maneira de honrar um homem que deu sua vida para o Senhor, para sua igreja, e para todo o mundo”. Perguntado sobre os eventos que quase puseram fim ao ministério de Long, Messer afirmou que os incidentes eram “apenas uma maneira de Deus chamar a atenção de Long… Toda crise produz oportunidade. Você precisa passar por uma descida antes de uma subida”.
Ele não quis se pronunciar sobre as condições em que se tornou rabino, mas já surgiu na internet outro vídeo onde ele fez o mesmo tipo de ritual no pastor Randy White, de uma megaigreja da Florida, em 2009.
Assista:
Traduzido e adaptado de Christian Post, Huffington Post e News One

domingo, 5 de fevereiro de 2012

'Vivemos uma linda história de amor', diz noiva de ex-padre de Salto, SP

Patrícia e o ex-padre Carlos com os filhos vivem em Salto, SP (Foto: Arquivo pessoal)
“Há três anos vivo com o homem dos meus sonhos: charmoso, gentil, companheiro e lindo. Sou uma mulher apaixonada e feliz, mas tive que lutar por esse amor”. Essas são as palavras de Patrícia Viviane Rosa, 33 anos, noiva de um ex-padre.
A história de amor de Patrícia começou quando ela ainda se recuperava do fim de seu primeiro casamento. Da relação, lhe restaram três filhos. A então moradora de Jundiaí, interior paulista, decidiu mudar de vida e há três anos se mudou para Salto, também no interior do estado.
Em busca de paz, ela procurou a igreja católica e foi assim que surgiu o que ela denomina de verdadeiro amor. “Eu não imaginava que era dentro de uma igreja, no altar, que eu iria me apaixonar perdidamente, como aconteceu. Foi tão difícil entender e aceitar este amor, mas não pude lutar contra ele”, afirma.
Nas idas às missas, Patrícia conheceu e se aproximou do pároco Carlos Eduardo Souza, 38 anos. Padre há muitos anos, o religioso sempre foi conhecido na cidade pela dedicação aos compromissos com a comunidade.
Destino ou não, as confissões e conversas fizeram com que a amizade entre eles se transformasse em amor. “Foi muito difícil, mas depois de muito bate-papo, desabafos, eu resolvi abrir meu coração e falei tudo que podia sobre meus sentimentos”, conta Patrícia.
A resposta que ela queria ouvir não foi imediata. Patrícia teve que esperar alguns dias para saber se conseguiria viver seu amor. Depois de um mês de licença, Carlos Eduardo pediu afastamento do cargo e deixou a batina.
O sentimento já tomava conta também do coração dele. “Eu tentei ficar longe, porque a minha vida religiosa era a coisa mais importante para mim. Deus faz parte da minha vida, foi muito mais complicado do que uma simples história de amor, fiquei dividido, mas me rendi ao coração”, explica Carlos.
Há três anos juntos, o casal tem um filho de um ano, e o menino, nascido no dia de Natal, é chamado por eles de "uma benção de Deus". Para o sustento da família, Patrícia montou um comércio pequeno, enquanto Carlos, desempregado, ajuda na construção da casa, onde pretende viver com a família.
A luta diária é só mais um motivo para unir o casal. “A nossa situação não é fácil, temos dificuldades, somos uma família de seis pessoas. Mesmo assim, é a realização de um sonho, pois há muito amor e logo terá as bênçãos de Deus”, revela Carlos.
A união do casal será celebrada na igreja onde a paixão começou. O ambiente é familiar principalmente para ele, mas, desta vez a emoção será diferente. O ex-padre ocupará uma posição distinta a que estava habituado há alguns anos: a de noivo. O casamento está marcado para dia 21 de abril.
Sem preconceito
Ambos relatam que a história de amor deles foi e continua sendo uma história respeitada na cidade. “Nunca tivemos problemas com isso. Aqui em Salto, todos nos conhecem e ficaram felizes com nossa união. Quando saímos às ruas da cidade, todo mundo fica curioso, para conhecer nosso bebê”, conta Patrícia.
Mesma história
Segundo a Associação Sem Rumos, entidade destinada a auxiliar famílias de ex-padres, mais de cinco mil párocos já deixaram o sacerdócio no Brasil para se casar.

"Eu sou viciado em sexo"

O drama de quem perdeu a família, o emprego e até a saúde para atender a um desejo insaciável e doentio. Como identificar e tratar esse distúrbio do prazer




Ricardo, engenheiro carioca de 41 anos, passou grande parte de seus anos de faculdade na noite. Saía desde terça-feira e se achava um garanhão: fazia sucesso com as amigas dos amigos. Quando não havia mais a quem ser apresentado, Ricardo passou a dedicar cada vez mais tempo a encontrar novas parceiras. Os amigos, as conversas e mesmo os estudos foram ficando para trás. A qualquer lugar que ia, sua preocupação era encontrar mulheres. A urgência era tão grande que um dia foi pego por um policial fazendo sexo com uma mulher dentro do carro, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Por pouco não foi parar na delegacia. Desconfiou que tinha um problema quando a fixação no sexo o levou a trancar a faculdade. 
• Mário, um profissional de saúde paranaense de 40 anos, tinha um bom relacionamento com a mulher, mas sempre se sentiu atraído por homens. Nunca transformara o desejo em prática, até que, num bate-papo on-line, marcou encontro com um desconhecido. Depois do primeiro, seguiram-se vários nos dois anos seguintes. Em uma semana, foram oito. Mário nem sabia seus nomes. Envergonhava-se daquele comportamento e o escondia. Um dia, descuidou-se. Deixou o programa de chat aberto no computador. A mulher descobriu e, arrasada, pediu a separação. Depois do divórcio, Mário entrou em depressão, começou a beber e, com medo de se tornar dependente de álcool, decidiu buscar ajuda. Descobriu no Alcoólicos Anônimos que seu problema não era a bebida, mas o sexo.
• Hugo, um corretor de seguros de 40 anos, de Fortaleza, tentou três vezes seduzir a própria sogra. Colocou a culpa na bebida, mas era só a fantasia crescendo. Quando ia para a praia, tinha de se masturbar no mar e, mesmo casado, tinha relações com várias mulheres, prostitutas entre elas. Chegou a pagar passagem de avião e hospedagem para uma delas visitá-lo. Um dia, voltando de uma festa em que não tinha ficado com ninguém, decidiu passar pela Avenida Beira-Mar, ponto de programas. Com o cartão de crédito estourado e sem dinheiro no banco, foi parar na casa de uma prostituta na favela e pagou com um tíquete-refeição. Nesse momento, percebeu que sua relação com o sexo não era como a de seus amigos. 
• Caio, um produtor musical de 48 anos, de São Paulo, viu sua vida sexual com a mulher murchar depois do nascimento da primeira filha. Na mesma época, suas viagens a trabalho se intensificaram. Longe de casa, num ambiente de festas, drogas e sexo, começou a ter aventuras. Durante a semana, voltava para a família e se acalmava. Mas a ansiedade por novos encontros aumentou, e Caio chegou a se hospedar sozinho num hotel em São Paulo em busca de mulheres. Numa das viagens de trabalho, numa festa, bebeu um pouco a mais e acabou ficando com um homem, mesmo sem nunca ter tido experiências homossexuais. Sua mulher desconfiou quando descobriu uma doença venérea.

• Cátia, uma economista de 54 anos que mora no Rio de Janeiro, não teve muitos parceiros. Mas sua vida era tragada pelo sexo dentro dos relacionamentos. Passou uma semana trancada no quarto, deixando para trás o trabalho num órgão público e o cuidado com as duas filhas. A necessidade de sexo se sobrepunha até às orientações médicas de parar de transar durante tratamentos ginecológicos. Depois de várias relações intensas e destrutivas, Cátia perdeu o controle sobre o próprio desejo. Com o fim do último relacionamento, passou a se masturbar dirigindo e também no ambiente de trabalho.

Dependência de sexo, comportamento sexual compulsivo e transtorno hipersexual. Há dúvidas sobre como classificar o distúrbio de Ricardo, Mário, Hugo, Caio e Cátia (os nomes são falsos), que acabaram buscando ajuda médica ou psicológica. O debate sobre o que os aflige acontece há mais de um século. A primeira referência vem do psiquiatra alemão Richard von Krafft-Ebing, em seu livro Psicopatias sexuais, de 1886. Na obra, ele tenta categorizar o que chama de “desvios sexuais”. Discute a homossexualidade, o sadismo, o fetichismo e o que antigamente se chamava de ninfomania, o excesso feminino de sexo. Muitos dos comportamentos que Krafft-Ebing descreveu deixaram de ser considerados patológicos ao longo dos anos, das mudanças sociais e do avanço das pesquisas. O caso mais notório é a homossexualidade.
Mas o “desejo sexual excessivo” entrou para o rol do Código Internacional de Doenças, publicado pela Organização Mundial da Saúde. A quarta edição do Manual estatístico de doenças mentais (DSM, na sigla em inglês), a referência dos diagnósticos psiquiátricos, não tem uma categoria própria para o problema. Cita o comportamento sexual excessivo entre os “transtornos sexuais não especificados”. A próxima edição do DSM, prevista para 2013, deverá incluir uma menção a “transtorno hipersexual”.

É pouco provável, porém, que a nova classificação encerre o debate. Por dois motivos. Primeiro, porque sempre foi e será difícil estabelecer os parâmetros de normalidade do comportamento sexual humano. Não existe um limite ideal para o número de orgasmos ou para o tempo gasto com fantasias ou relações sexuais. Segundo, porque a quantidade de sexo, como sugere o termo “hipersexualidade”, não é o fator decisivo para o diagnóstico. “A dependência sexual não tem a ver com a intensidade da atividade sexual. Nem com sua frequência”, disse a ÉPOCA o psicólogo americano Patrick Carnes, fundador do International Institute for Trauma and Addiction

Professionals e um dos pioneiros do estudo da dependência sexual. “A principal marca do vício são as consequências que alguém sofre por causa de sua atividade sexual.” Se a pessoa perde o emprego, para de estudar ou se afasta da família por causa do sexo, é sinal de que há algo errado. “Quando alguém passa todo o tempo pensando em sexo, planejando, fazendo e se arrependendo, em vez de trabalhar, curtir a família, os amigos e outras atividades prazerosas, é um problema”, afirma Carnes.
Sexo, crack e cocaína Ricardo, Mário, Hugo, Caio e Cátia consideram-se dependentes de sexo. Em muitos momentos, referem-se ao sexo como os dependentes químicos falam do álcool ou da cocaína, sempre exigindo doses mais altas em intervalos cada vez menores. “Foi como injetar droga na veia”, diz Ricardo. “Cada um acha o barato que encaixa melhor.” Ou Mário: “Prometia que não faria mais, mas não conseguia. Era infinitamente mais forte que eu”. Hugo diz que, na recuperação, teve síndrome de abstinência, com insônia. “Eu me sentia refém. Era uma vontade interminável que não se satisfazia”, diz Cátia.

Fonte: G1

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Shofar, ícone religioso judeu impulsionado pelo cristianismo


O shofar, instrumento de sopro criado com o chifre de um animal, é um dos ícones da religião judaica, mas curiosamente só entrou na liturgia depois da diáspora, impulsionado pela iconografia cristã.
"A palavra shofar aparece 72 vezes no Antigo Testamento bíblico, mas sempre em contextos como batalhas, coroações, ocasiões especiais e desastres", disse à Agência Efe Phillip Vukosavovic, curador de uma mostra sobre o instrumento, exposta no Museu dos Povos da Bíblia até fevereiro. "Mas em uma única ocasião é possível atribuir à peça uma conotação religiosa: no ano do Jubileu (Yovel, a cada 50 anos)", acrescenta.
Nas traduções da Bíblia hebraica, o shofar é normalmente citado como uma "trombeta", apesar de estar longe de ser ou sequer parecer com uma, além de ser muito anterior.
Instrumento milenar, o chifre era comum no campo de batalha dos povos do Alto Mediterrâneo e Mesopotâmia, mas só o povo judeu manteve seu uso de maneira ininterrupta.
"Shofar" é na realidade o nome que os hebreus davam para o chifre animal, cuja massa óssea pudesse ser extraída facilmente de sua camada queratinosa. Segundo uma das responsáveis pela mostra, Noa Kremer, a exposição aborda dois aspectos, sendo um deles a origem histórica do chifre ritual e seu processo de produção. Ao contrário das crenças, esse chifre não deve ser de um animal puro, o "kosher", obedecendo às leis judaicas, mas sim de um tipo específico de chifre oco.
Existem mais de 100 animais que podem prover esse tipo de chifre, de maneira que cada povo pode extraí-lo das espécies mais comuns em sua região. Os judeus marroquinos, por exemplo, os encontram nos carneiros, já os iemenitas, nos antílopes africanos.
"O segundo aspecto da mostra é o caráter histórico, ou seja, o shofar como testemunha da história e de todos os eventos importantes para o povo judeu, alegres e tristes", explicou Noa.
Hoje, o chifre ritualístico pode ser encontrado facilmente em lojas de souvenir do moderno Estado de Israel, sendo utilizado em momentos importantes do país, como na eleição de um novo presidente, mas nem sempre foi assim. Historicamente, o uso do shofar era restrito às sinagogas apenas nos dois dias mais sagrados do calendário judeu: o Ano Novo (Rosh Hashaná) e o Dia do Perdão (Yom Kipur).
A Bíblia se refere às datas como "Yom Truá", mas em suas meticulosas descrições não falam em nenhum momento sobre instrumentos como o shofar.
"Tratava-se de um instrumento utilizado principalmente para eventos seculares, se transformou em utensílio religioso apenas com o início da diáspora (quando os romanos expulsaram os judeus durante o século I d.C)", explicou a historiadora, que atribui o seu novo uso ao desenvolvimento do cristianismo como religião no Império Romano.
"Assim como o cristianismo se apropriou de símbolos pagãos para se estabelecer como religião, o judaísmo fez o mesmo", comentou ao apontar para duas velas da exposição, tendo uma delas uma cruz e a outra um shofar.
O resto foi obra dos exegetas e rabinos que compilaram e analisaram o Talmude (conjunto de códigos de ética rabínica) nos séculos seguintes à destruição do Templo de Jerusalém (70 d.C.), que concederam ao instrumento seu atual uso religioso nas sinagogas nessas duas jornadas sagradas.
Apenas em 1948, com a criação do Estado de Israel, o shofar voltou a recuperar, em parte, seu uso em cerimônias de estado, uma prática quase regularizada desde que em 1967 o então rabino militar Shlomo Goren o tocou em frente ao Muro das Lamentações, no fim da Guerra dos Seis Dias.
Nem todos os shofares são próprios para o uso religioso, porque as exigências para este fim são mais rigorosas e os artesãos responsáveis por sua produção se inspiram em detalhistas tradições centenárias que não revelaram nem aos especialistas do museu.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Traduções da Bíblia para o árabe trocam Deus por Alá para agradar muçulmanos

Para “não ofender” os muçulmanos três editoras da Bíblia Sagrada elaboraram uma nova tradução em árabe tirando os termos Pai, Filho e Filho de Deus para não causar controvérsias nos países onde a maioria da população pertence ao Islã.
Entre as editoras que fizeram essas alterações estão a Wycliffe que trocou a palavra “Pai” por “Senhor” e “Filho” por “Messias”. Já a Frontiers trocou “Pai”, que se refere a Deus, por “Alá” e tirou ou redefiniu a palavra “Filho”. Já a editora SIL (Summer Institute of Linguistics) fez as duas alterações em sua nova versão árabe da Bíblia.
Nessas versões, que já estão sendo distribuídas em várias nações como Bangladesh, Indonésia e Malásia, versículos como os de Mateus 28:19 ficou assim: “…limparão em nome de Alá, do Messias e seu Espírito Santo”, no lugar de “batizando- os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
Com tantas mudanças muitos missionários evangélicos, tradutores e muçulmanos ficaram indignados e muitas petições estão sendo feitas para pedir o final dessas traduções, até o momento mais de 3 mil pessoas já haviam assinado o termo.
A petição pública é o último recurso dos contestadores, porque muitas reuniões com os líderes dessas editoras já foram realizadas sobre o tema, assim como críticas e apelações dos cristãos dessas nacionalidades que estão preocupados com essas traduções e pedem para que as palavras “Pai” e “Filho” voltem a serem inseridas no texto.
Não é apenas a exclusão das palavras que está incomodando a comunidade cristã, a intenção dessas alterações também gerou críticas. Um líder de uma igreja em Bangladesh disse que um dos pontos mais problemáticos dessas novas traduções é que servem para que os muçulmanos afirmem que os cristãos são mentirosos e que mudam a Bíblia para enganar os seguidores do Islã.
O pastor turco Fikret Bocek também é contra o projeto e diz que essas novas versões são “uma ideia americana sem nenhum respeito pela santidade das Escrituras”. Sobre esse novo jeito de pregar no Oriente Médio Joshua Lingel, líder do i2Ministries escreveu um livro intitulado de “Chrislam: Como os missionários estão promovendo um Evangelho islamizado” onde faz críticas severas à pregação do evangelho aos muçulmanos.
Traduzido e adaptado de Cristianos.com

“Superprofeta” afirma que principados demoníacos foram libertos com terremoto no Japão

Rick Joyner (foto), fundador e diretor do Ministério MorningStar, na Carolina do Norte (EUA), é um dos maiores proponentes das ideias de uma geração de “superprofetas e restauradores dos tempos finais”.
Joyner é autor de vários livros e seu ministério envolve uma editora. Ele sempre encoraja os cristãos a seguir “sonhos e visões”.   Convertido e batizado em 1971, ele afirma que, desde então, tem a capacidade de prever, os acontecimentos futuros com exatidão. Entre seus livros mais conhecidos, que relatam muitas dessas visões, estão “A Colheita” “O Ministério apostólico”, “o Ministério profético” e os livretos da série “Vencendo”.
Fiel ao moderno movimento profético, Joyner afirma que é dirigido por visões e revelações, bem como pelo próprio Jesus.  Para ele, as visões eram tão claras como se as estivesse assistindo numa tela de cinema. Enquanto outras eram visões mais calmas e gentis, como se estivessem abertos os ‘olhos do coração’.
Joyner é um dos principais autores a defender um movimento de avivamento nos últimos dias que seria dividido em “Restauração Profética” e “Restauração Apostólica”. Esse tipo de ensino tem levado vários pastores ao redor do mundo a usarem o título de “apóstolo” e de “profeta” sem seguirem o que o Novo Testamento ensina sobre o assunto.
Entre suas revelações mais recentes, Rick Joyner afirma que a Costa Oeste dos Estados Unidos vai sofrer um terremoto terrível como castigo pela política dos EUA com Israel.
Em seu site ele escreveu: “Alguns [de nossos profetas] viram que isso está ligado aos EUA estarem fazendo uma forte pressão para Israel dividir Jerusalém. Há paralelos surpreendentes entre as coisas que temos feito para Israel com os desastres naturais que atingiram o nosso país. Isso não é uma coincidência… Desde o terremoto e tsunami no Japão, fui sentindo uma dor cada vez maior”.
Em outro vídeo recente, ele profetizou que o terremoto japonês desencadeou “o nazismo demoníaco”  que poderá tomar conta do mundo, especialmente quando os principados demoníacos responsáveis ​​pelo nazismo na Alemanha assumirem o controle dos Estados Unidos. Isso deve acontecer em breve, junto com um colapso econômico mundial.
Traduzido e adaptado de God Discussion e CPR

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Liderança do PT quer fazer ‘disputa ideológica’ na mídia com os evangélicos; Malafaia responde

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho (PT), afirmou na sexta-feira (27), durante discurso no Fórum Social Temático, em Porto Alegre (RS), que o governo quer alcançar a ‘classe C’ por meio de uma mídia estatal e que para isso seria necessário “fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.




"Toda essa gente que emerge ficará à mercê da ideologia disseminada pelos meios de comunicação?", perguntou Carvalho para a plateia formada por ativistas de esquerda, afirmando em seguida que o Estado pode, por meio da comunicação, ter uma vertente autoritária.
De acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, de Veja, a liderança do PT quer “começar a criar as condições para limitar ou anular a influência das igrejas evangélicas especialmente nas questões relativas a costumes”.
A atitude se refere ao projeto petista de laicização da sociedade, que pretende limitar a influência da igreja em questões como descriminação do aborto, legalização das drogas, implantação do “kit gay” nas escolas, entre outros.
“O PT chegou à fase em que acredita que pode também ser ‘igreja’ (…). Os petistas ainda não engoliram o recuo que tiveram de fazer em 2010, no debate sobre o aborto, por causa da pressão dos cristãos”, diz Azevedo em seu blog.
O pastor Silas Malafaia, da igreja Vitória em Cristo, também respondeu ao ministro dizendo em seu site Verdade Gospel que os petistas “não engolem a postura firme dos evangélicos em combater o lixo moral que o PT defende, e para ser justo e honesto, outros partidos políticos defendem a mesma coisa”.
Em defesa dos evangélicos, Silas respondeu à ‘disputa ideológica’ referida no discurso de Carvalho: “o que fazemos é pregar o Evangelho que transforma o homem na sua totalidade: biologicamente, psicologicamente, socialmente e espiritualmente.(...) Não vamos abrir mão de nossas convicções seja por pressão ou por coptação. A Igreja de Jesus é invencível, quem se levantar contra Ela vai cair”, afirmou categórico.

Jornal terá que indenizar Igreja Universal por notícia falsa sobre dízimo

Por publicar uma matéria sem fundamento sobre a Igreja Universal do Reino de Deus o Diário de Sorocaba terá que pagar uma multa no valor de R$20 mil pela indenização por danos morais.
A IURD entrou com uma ação contra a publicação depois que essa divulgou uma matéria com o título de “Quem não paga dízimo à Universal pode ficar com o nome sujo no SPC”. A matéria que foi publicada no dia 25 de junho de 2011 dizia que os pastores poderiam denunciar os dizimistas que estivesse em atraso no Serviço de Proteção ao Crédito, o que faria com que o nome dessas pessoas ficasse restrito, popularmente chamado de “nome sujo”.
A matéria em questão é antiga, circula em muitos sites da internet e a edição do jornal não teve o cuidado de apurar para saber se o fato era verídico. Por isso, a IURD alegou que a reportagem rendeu prejuízos à sua honra e imagem e também se defendeu dizendo que a matéria era falsa e tendenciosa por dizer que a assistência espiritual oferecida pelo ministério fundado por Edir Macedo tem fins lucrativos.
Em sua decisão o juiz Mario Gaiara Neta, da 3ª Vara Cível de Sorocaba, São Paulo, entendeu que o jornal faltou com a verdade. “Quanto ao seu conteúdo, o requerido não demonstrou possuir o mínimo de veracidade. Notícias como essa, publicadas sem o mínimo de comprometimento com a realidade, escapam do conceito de liberdade de expressão e dão ensejo, em tese, ao dever de indenizar”, disse o magistrado.
O Diário de Sorocaba se defendeu dizendo que as informações contidas naquela notícia vêm sendo discutidas na internet e também em outros meios de comunicação, tirando assim a responsabilidade do veículo por essas informações, mas o juíz não aceitou esta defesa e aprovou a indenização.
Com informações Portal Imprensa

“Sou da paz. Sou de Jesus”, diz Vitor Belfort

Em entrevista para a revista Quem, o lutador Vitor Belfort disse que ele é da paz porque é de Jesus. O evangélico comentava que muitas pessoas acham que ele é um homem perigoso por ser lutador de MMA, mas ao contrário disso ele se declara uma pessoa calma.
“Acham que sou um homem perigoso. Não sou. Sou da paz. Sou de Jesus, pô”, comentou. Belfort já falou outras vezes que só luta por esporte, que não arrumava confusão na rua e que tem a luta apenas como profissão.
Tanto o lutador como sua esposa, Joana Prado, se arrependem das fotos sensuais que tiraram antes do casal se tornar evangélico. Nessa entrevista o lutador reafirma que se arrepende das fotos que tirou ao lado de Joana. “É lógico. Arrependo-me de várias coisas, por causa dos meus valores de hoje. A pessoa que não se arrepende não tem limites”, afirmou.
O casal iniciou o romance durante o reality show “A Casa dos Artistas” do SBT e apenas anos mais tarde é que eles aceitaram a Jesus e passaram a viver como um casal cristão. Em todas as entrevistas eles deixam claro o compromisso com Deus e não aceitam mais propostas de revistas masculinas.
Belfort é um dos lutadores de MMA cristãos que fazem questão de agradecer a Deus por cada luta e também por cada vitória. Atualmente ele se prepara para ser um dos técnicos da edição brasileira de TUF (The Ultimate Fighter) um reality show apenas com atletas brasileiros que será produzido no Brasil.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Smilinguido: Personagem infantil completa 32 anos de existência


O personagem infantil Smilinguido completa 32 anos de existência nessa terça-feira, 31 de janeiro. O desenho foi produzido pela Editora Luz e Vida com o objetivo de levar a mensagem bíblica para crianças no início da década de 80 e hoje é sucesso em todo o Brasil.
São mais de 200 produtos com as histórias do Smilinguido como livros, agendas, jogos educativos, canecas, camisetas, marca-páginas, bonecos, DVDs, cartões, cadernos e outros materiais escolares. Todos produzidos pela Editora Luz e Vida e comercializados em diversas papelarias e lojas evangélicas.
Mas não é no só no Brasil que a formiguinha de patas amarelas e seus amigos fazem sucesso, pois outros países já encontram o material do Smilinguido traduzidos para o espanhol e para o inglês.
São mais de 30 nações com acesso às histórias que transmitem valores cristãos e universais para países como Chile, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Equador, Colômbia, Venezuela, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Porto Rico, República Dominicana, Costa Rica, Argentina Canadá, Estados Unidos, México, Portugal, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Holanda, Itália, Nova Zelândia, Austrália, Angola, Moçambique, Egito, Japão (para a colônia brasileira) e Malta.
Mais do que entretenimento para crianças evangélicas as histórias do Smilinguido servem para evangelizar e até para ensinar os pequenos sobre sentimentos comuns da idade  como ciúmes, inveja, tristeza e etc. Cada historinha tem uma moral educativa e com conceitos bíblicos, formando nas crianças a consciência de temor a Deus, respeito ao próximo e respeito à natureza.

Charles Spurgeon: Há 120 anos morria o “Príncipe dos Pregadores”


Em 31 de janeiro de 1892 falecia “O Príncipe dos Pregadores”, o pastor Charles Spurgeon, pregador batista da Inglaterra que teve muita influência com seus discursos na Igreja Batista em Waterbeach, no Condado de Cambridgeshire.
Nascido em 19 de junho de 1834, o filho mais velho da família Spurgeon (que teve 16 filhos) se converteu ao cristianismo em 1850 com 15 anos de idade e com 16 anos se tornou pastor sempre ganhando destaque por seus sermões considerados excelentes.
Sua fama começou a ser espalhada pela Inglaterra até que o jovem pastor foi convidado, em 1854, a se tornar o pastor da Capela de New Park Street que na época, mesmo tendo lugar para 1.200 pessoas contava com um pouco mais de 200 membros. Com os trabalhos de Spurgeon o templo começou a não suportar mais a quantidade de pessoas que vinham de todas as partes para ouvir o jovem pregador.
A igreja cresceu tanto que em 1858 foi necessário mudar a Capela para um local ainda maior, mas mesmo tendo capacidade para receber 12 mil pessoas o pastor precisava pedir para que os espectadores que já tivesse assistido aos cultos de um período que se ausentassem para que outras pessoas pudessem conhecer a Palavra de Deus.
Apesar de todo esse “sucesso” o pastor recebia muitas críticas, até mesmo de outros líderes batistas, pela forma teatral que ela usava para explicar as passagens bíblicas. Mesmo assim ele ficou conhecido por ser um grande reavivador para Londres, várias de suas mensagens são lembradas até hoje pela qualidade desses ensinamentos.

Lembre de algumas frases de Charles Spurgeon:

“Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor.”
“A convicção de ignorância é a porta de entrada do templo da sabedoria.”
“A lei do Senhor é o pão de cada dia do verdadeiro crente”.
“A igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade”.
“O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo”.
“Hoje em dia ouvimos alguém extrair do seu contexto uma frase isolada na Bíblia e clamar: “Eureka!”, como se tivesse descoberto uma nova verdade; no entanto, não achou um diamante, mas um pedaço de vidro quebrado”.
“Nada deveria ser o alvo do pregador a não ser a glória de Deus através da pregação do evangelho da salvação”.
“Vocês e eu, somos constrangidos a pregar o evangelho, mesmo que nenhuma alma jamais seja convertida por ele; pois o grande propósito do evangelho é a glória de Deus, visto que Deus é glorificado mesmo naqueles que rejeitam o evangelho”.
“Preguem o evangelho tendo em vista unicamente a glória de Deus, ou então, segurem suas línguas.”

"Só Jesus pode libertar do crack" diz pastor



Droga cerca de cinco vezes mais potente que a cocaína, mais barata e acessível que as outras, o crack tem sido cada vez mais utilizado, se tornando um sério problema de saúde e também social. Até pouco tempo, comum entre carcerários e pessoas de baixo poder aquisitivo nas grandes cidades, a droga invadiu o interior do país e chegou avassaladora à Tangará da Serra. Atualmente, mais de 90% das internações nas casas de recuperação e de apoio são de dependentes do crack.
De acordo com Ruth Brandão Salgado da Silva, coordenadora da Casa Terapêutica “Viver Sóbrio”, localizada no distrito de Progresso, no local são atendidos atualmente cerca de 50 internos e destes, mais de 95%, ou seja, quase a totalidade, são dependentes químicos do crack.
Situação que se repete na comunidade terapêutica “Nascer de Novo”, no antigo Mirante (Serra Tapirapuã), onde vários adolescentes e jovens com idade entre 14 e 21 anos passam por tratamento para ´se livrar´ da droga. Nesta comunidade, o jovem fica internado por seis meses, onde passa por um tratamento de três fases.
Na Agrovila 24, nas proximidades do Assentamento Antônio Conselheiro, funciona a Casa de Recuperação “Salvando Vidas”, por onde 372 dependentes passaram somente em 2011, vindos de vários municípios da região e de outros estados brasileiros e até da Bolívia. Com trabalho diferenciado, a Casa, dirigida pela igreja evangélica Assembleia de Deus, possui atualmente 21 internos e destes, 17 são ex-dependentes de crack.
O pastor Valmir Vieira dos Santos, diretor da Casa, disse que recebe em média entre 20 e 30 internos mensalmente. “Quase todos relacionados a química. Alguns é por causa só da bebida, mas a maioria é ligada a droga. Sempre começam com a maconha, depois usam pasta base e acabam no crack”, comenta o pastor que ouve diariamente os depoimentos dos internos.
“A situação do crack é muito difícil. Não existe medicina que cure. Essas pessoas chegam lá sem perspectiva de vida, sem nada e o que fazemos é devolver a auto estima a elas. Não adianta medicamentos – só Jesus Cristo pode libertá-los”, disse, explicando que a base do tratamento é espiritual. “Eles aprendem a palavra de Deus, oram, recebem ensinamentos através de terapia ocupacional com horta, pesca, além de canto e outras atividades”, falou.
Segundo ele, a Casa recebe dependentes de todas as idades – inclusive idosos – não havendo diferenciação de credo ou classe social. “O crack é como a Aids, o câncer, que não escolhe classe social – está em todos os lugares”, ponderou o pastor.
A Casa de Recuperação “Salvando Vidas” foi fundada há quatro anos e é mantida por doações e por um convênio de R$ 40 mil com a Prefeitura, recurso pequeno, segundo o pastor, diante da grande demanda, que aumenta anualmente. “Essas pessoas precisam recuperar sua autoestima. Elas chegam lá como marginais e saem cidadãos recuperados”, assegurou.
A eficácia do tratamento, segundo Valmir, chega a ser de até 65%. “Em média 32% dos que chegam lá se recuperam na primeira internação e 33% na segunda ou terceira internação, depois das chamadas recaídas. Os outros 35% acabam voltando para o mundo da droga, para a cadeia, uma cadeira de rodas ou acabam morrendo”, disse, citando como exemplo um rapaz de 24 anos assassinado no final do ano passado na Vila Araputanga. Ele já havia passado por várias vezes pela Casa.
O Brasil ainda não possui uma política específica de combate a ascensão do crack, apesar de pesquisa sobre o consumo da droga estar sendo desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A droga, sua ação e as estatísticas ainda estão em estudo, em elaboração. Enquanto isso, quase todos os centros de recuperação, casas de apoio e terapia são mantidos por entidades religiosas, associações de voluntários e ONGs, que ´sobrevivem´ de pequenos investimentos púbicos e doações.

Notícias Cristãs com informações do 24H News