quinta-feira, 14 de março de 2013

Papa Francisco I: argentino Jorge Bergoglio já se ajoelhou para receber oração de Pastor e tenta aproximar as igrejas católica e evangélica


O cardeal Jorge Mario Bergoglio, 76 anos, foi escolhido como o novo papa da Igreja Católica, na quarta votação do conclave realizado para substituir o agora papa emérito, Bento XVI.
Bergoglio, que é argentino de ascendência italiana, e escolheu o nome de papa Francisco I, e se pronunciou na Praça de São Pedro logo após o anúncio de sua escolha, pedindo que os fiéis orassem por ele, em silêncio.
Sua espontaneidade na cerimônia quebrou alguns protocolos pré-definidos pelo Vaticano, e comentou, em tom bem humorado: “Meus colegas cardeais foram buscar o novo papa lá no fim do novo mundo”.
Em sua história, Bergoglio possui fatos inusitados. De acordo com o Wikipedia, foi o segundo cardeal mais votado no conclave que elegeu Joseph Ratzinger como papa em 2005.
Em 2006, o jornal argentino La Nacion noticiou sobre um evento com a presença de evangélicos pentecostais e católicos carismáticos, em que o então cardeal Bergoglio participou e recebeu oração de um pastor.
O texto da notícia diz que “o momento mais emocionante foi a recepção dada ao cardeal Jorge Bergoglio, que liderou uma breve saudação e perguntou, como de costume, se poderiam orar por ele. Os pastores o levaram a sério, e o cardeal se ajoelhou e pediu a todos os presentes que orassem para que ‘uma das vozes proféticas da Nação’ tivesse abundância de sabedoria”.
Antes do evento, que reuniu sete mil católicos e evangélicos e contou com uma ministração do cantor gospel mexicano Marcos Witt, Bergoglio dizia que começava a ver uma “diversidade reconciliada” entre católicos e evangélicos.
Por  Gospel+

segunda-feira, 11 de março de 2013

‘Vício da pornografia é maior que o da cocaína’, diz Marisa Lobo em pregação




A psicóloga cristã, Marisa Lobo, conhecida por publicamente defender os princípios cristãos, falou abertamente sobre sexualidade e pornografia, durante o Encontro de Jovens em União da Vitória.

Citando o que o apóstolo Paulo disse em Romanos 7, “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”, Marisa Lobo alertou aos jovens sobre a tentação da pornografia, do pecado sexual.
Marisa deu o exemplo daqueles que por curiosidade começam a acessar os vídeos pornográficos pela Internet.
“Tem o momento em que você está lá, sem pensar em nada, e de repente aparece um vídeo pornô. Ai tem os ‘abelhudos’ (gíria para curiosos) que dizem ‘vou dar uma clicadinha para ver como é’. E vê um, dois, três, quando vê, viciou! (sic)”, explicou ela, segundo um vídeo postado no Youtube.
A psicóloga então deu o alerta de que “O vício da pornografia é maior que o da cocaína. E é muito mais difícil se livrar do vício sexual do que do vício de pornografia”.
Segundo ela, o mundo é relativista e promove uma cultura de liberdade com relação ao sexo.
“O mundo é muito relativista. No mundo você pode fazer o que você quiser. No mundo, quanto mais sexo você fizer é melhor (...).”
Entretanto, ela volta aos princípios cristãos, sugerindo que o sexo deve acontecer durante o casamento.
“Nós temos princípios e nós temos regras. E as regras do Cristianismo são essas. E regras claras objetivas que não geram frustração.”
“Eu tenho o meu dia que Deus preparou para mim. Eu tenho o dia do meu casamento. Eu tenho a mulher. Eu tenho o homem que Deus preparou para mim.”
Marisa Lobo afirma ainda que quando casados, o homem tem o papel e a responsabilidade de trabalhar para dar bom sustento à mulher. Mas, a mulher também pode colaborar com isso.
Entretanto, segundo ela, as pessoas estão perdendo valores, não sabendo a definição dos papéis sexuais do homem e da mulher e isso está “gerando conflito”.
“As mulheres não sabem mais o que elas são. Os papéis não estão definidos mais.”
E conclui, “A falta de definição dos papéis sexuais do homem e da mulher é o que está gerando transtorno psicológico nos jovens.”

Vídeo – Marco Feliciano rebate acusações e convoca manifestação em sua defesa; Pastor considera pedir proteção policial contra ameaças


Em meio à enxurrada de críticas e acusações de racismo e homofobia, o pastor Marco Feliciano começou a se defender das denúncias.
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados publicou em seu site, uma resposta às críticas feitas a ele por pedir, durante um culto, que um fiel informasse a senha de seu cartão de débito.
No texto assinado pela assessoria do pastor, a justificativa dada para o fato é que “Feliciano declarou que apenas estava brincando ao anunciar o nome do irmão Samuel Souza no microfone a fim de devolver o cartão que chegou dentro da salva de ofertas recolhidas na manha daquele domingo, e poderia ter chegado ali por engano, já que as salvas recolhem somente ofertas em dinheiro”.
A nota no site do pastor traz ainda um depoimento do proprietário do cartão: “Na ocasião eu não tinha nenhum recurso para ofertar, mas meu desejo era muito grande de colaborar devido à necessidade de nossos missionários e crianças [...] Senti vontade de ofertar novamente, porem sem mais recursos disponíveis resolvi fazer um ato profético de consagrar simbolicamente a minha conta corrente, coloquei meu cartão nas salvas de oferta e com fé acreditei que isso abençoaria minhas finanças [...]Na época eu nem esperava em casar, nem pretendente tinha (risos), ganhava muito pouco como eletricista. Em um ano minha vida deu uma reviravolta, conheci uma pessoa maravilhosa, nos casamos, tenho uma linda casa toda mobiliada, não pago aluguel e consegui emprego como inspetor de manutenção elétrica”, relatou Samuel Souza.
Numa entrevista concedida à edição online do jornal Folha de S. Paulo, Feliciano afirmou que sofre perseguição da “ditadura da desinformação” e se comparou à blogueira cubana Yoani Sanchez: “A situação está tomando dimensões muito estranhas. É assustador, estou me sentindo perseguido como aquela cubana lá. Como é o nome? A Yoani Sánchez”, disse, afirmando que considera pedir proteção policial para garantir sua segurança, pois os protestos contra ele estariam tomando proporções inesperadas.
Neste domingo, 10 de março, uma filial da Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento foi palco de protestos de militantes gays que o acusam de racismo e homofobia. “Não sou homofóbico, estou sendo mal interpretado. Peço apenas que me deem uma chance. Não fiz mal algum a ninguém e, se alguém acha que fiz, que me perdoem pelo mal entendido”, defendeu-se o pastor Marco Feliciano.
Entretanto, em resposta à manifestação, Marco Feliciano convocou um protesto pacífico em Ribeirão Preto, com a presença de pastores e fiéis de variadas denominações, e divulgou no Youtube um vídeo em que mostra as cenas do protesto realizado ontem. Veja abaixo:
Manifestações de apoio a Feliciano também começaram surgir de dentro do meio evangélico. O pastor assembleiano Ciro Zibordi publicou em seu blog um artigo em que comenta os fatos envolvendo o deputado: “Creio que não foi por acaso que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”, escreveu.
Zibordi prega a união dos setores evangélicos em prol de um fortalecimento de direitos e garantia de liberdade de expressão e culto: “Penso que não é momento de atacar ou ridicularizar os parlamentares cristãos, mesmo que alguns deles tenham deixado a desejar como pastores ou pregadores, no passado. É tempo de orar por eles, pois os tais evangelicofóbicos estão ainda mais furiosos, depois da derrota que sofreram na Câmara Federal”.
Já o jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, criticou os manifestantes que querem a queda de Marco Feliciano de seu cargo: “Nas ruas, protestando contra Feliciano, estão, além de grupos gays, militantes do PT, do PCdoB, do PSOL… Santo Deus! O mensalão cobriu de vergonha o país, e os petistas foram à praça defender seus condenados. O PCdoB protagonizou um escândalo gigantesco no Ministério dos Esportes e ainda hoje canta as glórias de Stálin, o facinoroso. O PSOL tem entre seus fundadores um terrorista italiano que, em 1973, despejou gasolina sob a porta de um apartamento, na Itália, onde estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Ateou fogo. Morreram uma criança de 8 anos, Stefano, e seu irmão mais velho, de 22, Virgilio. Essa gente vem falar em ‘direitos humanos’? Ora…”.
twitter marco feliciano
Usando as redes sociais, o pastor adotou tom apaziguador e pediu perdão a quem tenha se ofendido com suas declarações a respeito de maldições contra a África que são mencionadas na Bíblia e com sua pregação contrária à homossexualidade: “Que Deus em Cristo abençoe os ativistas de todos os movimentos e se em algo os ofendi, que possam perdoar em nome de Jesus”, escreveu Marco Feliciano, que  divulgou em sua página no Facebook, uma imagem (acima) em que aparece abraçado à sua mãe, mulata, e seu padrasto, negro, como forma de rebater as acusações de racismo.
Por Gospel+

Rodolfo Abrantes e apóstolo Rina revelam ocasiões em que evangelizaram Chorão: “Lembro dele de pé, convidando Jesus para entrar em seu coração”. Leia a íntegra


A morte de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, do Charlie Brown Jr trouxe à tona testemunhos de pessoas que tiveram a oportunidade de evangelizá-lo.
Vítima de depressão, Chorão buscava apoio nos amigos e segundo relatos do cantor Rodolfo Abrantes, ex-vocalista do Raimundos e Rodox, e também do apóstolo Rina, líder da igreja Bola de Neve, quando o assunto era Deus, ele tinha disposição em ouvir.
Numa entrevista ao G1, Rodolfo conta que teve oportunidade de falar ao amigo sobre sua conversão, a pedido dele: “Quando comecei a ter minhas experiências com Deus, saí do Raimundos e minha vida mudou. Reencontrei o Chorão em show em Belo Horizonte, com Charlie Brown e Rodox, em 2003. No camarim ele chegou para mim, puxou numa cadeira, distante de outras pessoas, e falou: ‘Conta como foi a parada’. É interessante, porque ontem mesmo eu recebi uma foto dessa conversa. Eu contei como foi a minha experiência com Deus. Achava fantástico isso no Chorão: ele estava ouvindo, absorvendo, não me julgou. Dava pra ver que percebeu a diferença na minha vida e queria saber o que estava acontecendo”, afirmou.
Rodolfo ressaltou que como amigo, teve chance de conhecer os pensamentos de Chorão a respeito de Deus e sua fé: “O Chorão não tinha nenhuma rejeição à coisa de Deus. Só não se sentia confortável com religião. Eu lembro nessa conversa, em Belo Horizonte, que ele me mostrou a música em que canta ‘azul é a cor da parede da casa de Deus’ [do álbum ‘Lugar ao sol’, de 2001]. E cantou inteira. É uma musica muito bonita. Não bíblica, mas sobre a impressão dele de Deus. Existia uma sede dele de algo mais, existia uma consciência de que o que ele precisava era Deus, e do jeito dele, fez muito bem”.
O cantor diz ainda acreditar que se Chorão abraçasse a pregação do Evangelho, poderia levar multidões a conhecer a palavra bíblica: “Deus deu dons para as pessoas. Ele tinha o dom da palavra. O que o Chorão falava a galera seguia. As pessoas estavam muito perto dele. Todo mundo vibrava, as músicas eram cantadas em coro. Se tivesse experiências com Deus ele levaria muita gente para Cristo”.
Em seu relato, Rodolfo diz que seu último encontro pessoal com Chorão foi em 2007, quando gravou um CD num evento compartilhado com a igreja Bola de Neve: “A última vez foi em 2007. Eu fui gravar um CD ao vivo em São Paulo. A gente tinha muitos amigos em comum, um dele é o Tarobinha, skatista profissional, e hoje faz parte da mesma igreja que eu. Ele convidou o Chorão, ele estava em Santos. Ele pegou o carro dele, foi lá ao show, a gente conversou bastante e eu fiquei muito feliz de vê-lo ali”.
Esse encontro foi confirmado pelo apóstolo Rina em sua página no Facebook: “Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele”.
No texto, Rina diz que viu Chorão “convidando Jesus para habitar seu coração” durante uma oração no evento, e que disse pessoalmente ao vocalista o que ele significava: “Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: ‘pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante’. Me lembro de ter dito: ‘você é amado’, ele continuou: ‘dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram’… E ainda: ‘tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…’ Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de ‘Só os loucos sabem’”.
Confira abaixo, a íntegra do texto do apóstolo Rina sobre Chorão:
Em 2005, entrei na Igreja de Boissucanga para pregar, quando na porta me apresentaram um visitante ilustre, parecia muito à vontade por conhecer já algumas pessoas ali, e disse: “vim à convite de um amigo de muitos anos”, depois do seja bem vindo, começamos o culto. Naquele dia, enrolei na bateria, Catalau, Denise e Leandro completaram a banda no louvor.
Em Igrejas menores quem vai pela primeira vez, se apresenta, ele disse: “sou o Alexandre”. Durante as músicas, ele cantou, bateu palma, com um sorriso inocente e uma alegria de criança, ele acompanhou a letra no projetor: “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus, a verdadeira paz só tem aquele já conhece a Jesus; o sentimento mais precioso, que vem do nosso Senhor, é o amor que só tem quem já conhece a Jesus”.
Depois do louvor, ele inquieto, veio se despedir: “valeu, Pastor, gostei, mas vou indo nessa”… Me lembro de ter dito: “vai não, veio para o culto e vai embora na hora da palavra? fica aí mais meia horinha, senta aí…” Ele disse: é mesmo!” E eu: “lógico”… Ele sentou e ouviu uma pregação sobre a fé de Tomé, sobre como Tomé teve que lidar com o fato de não ter crido, enquanto todos os outros creram na ressurreição de Jesus; sobre como termos de lidar com o sentimento de frustação por termos falhado com Deus, conosco e decepcionado aqueles que nos amam, pois, todos esperavam que Tomé tivesse a resposta certa nos lábios.
Um sermão que lembrou que a fé de Tomé foi restaurada num encontro com um Jesus pessoal, que não o julgou, que sabia que sua natureza o levava a ser desconfiado; um Jesus que se revelou como vivo, tirando as dúvidas de Tomé, o permitindo tocar as feridas em suas mãos atravessadas por cravos, por amor a nós. Que amor paciente; Jesus sabia que Tomé precisava ver para crer.
No fim da pregação ele levantou, saiu e disse para o Igor: “ainda não estou pronto, mas vou chegar lá…”.
Dois anos depois, citibankhall lotado, era a gravação do primeiro DVD da Igreja, e na mesma noite um CD ao vivo do Rodolfo. Glauco e Tarobinha, amigos do Alexandre, o conduziram a mais uma reunião em que o nome de Jesus estaria envolvido. Entre uma banda e outra, agradeci a presença dele, foi quando ele percebeu que era amado ali também, entre pessoas que priorizavam sua espiritualidade. Falei um pouco sobre a importância da adoração e de usarmos nossos dons e talentos para glória dele.
Ao orarmos, me lembro dele de pé, com a mão direita levantada, entre muitas pessoas, convidando Jesus para habitar em seu coração. Quando voltei à galeria, o encontrei quebrantado e o escutei dizer: “pastor, da primeira vez, no litoral, estava com os dois pés atrás, hoje com os dois na frente… Estava me sentindo uma formiga, depois de receber o carinho do povo, estou me sentindo um elefante.” Me lembro de ter dito:”você é amado”, ele continuou:”dá parabéns para sua esposa, lembro dela de Santos, as músicas dela me tocaram”… E aindTiago Chagas, para o a: “tô chegando pastor, minha fé hoje é viva…” Depois de um tempo, ele nos avisou que havia feito uma música com base no que viveu naquela noite, era o lançamento de “Só os loucos sabem”.
Ele não encontrou forças para iniciar um processo de regeneração, não desenvolveu essa fé naquela noite explícita, não houve tempo para que ela provocasse a mudança que talvez o tivesse feito viver experiências diferentes das que viveu, mas conheci um cara de bom coração, autêntico, verdadeiro, sincero, que simplesmente creu. E não é a fé que nos justifica?
O que nos afasta de Deus é nossa natureza, a fé nos aproxima. Por mais justos que sejamos, Deus só nos recebe por aquilo que Jesus fez, isso é graça… Me lembrei de uma história bonita, de um ladrão, condenado a morte de cruz, que na última hora clamou por Jesus e ouviu: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”.
Oro pela Graziela, que não tive ainda oportunidade de conhecer, por seu filho, sua mãe e seus irmãos e familiares. Perdi meu pai há 10 meses e sei o que é um luto, oro para que Deus os console da mesma forma que têm me consolado.
Por Gospel+

domingo, 10 de março de 2013

Video: Pregação - Mude de vida agora! – Cláudio Duarte


Assistir a pregação do pastor Cláudio Duarte com o tema “Mude de vida agora!”.



Divórcio de pais religiosos pode ​​fazer filhos abandonarem a igreja


Um novo estudo mostrou que os filhos de casais religiosos são muito mais propensos a abandonar a religião se os seus pais se divorciarem. O material foi publicado esta semana na Revista De Estudos Científicos da Religião.
A pesquisa indica que filhos de pais religiosos que se divorciam são duas vezes mais propensos a se afastar da igreja quando adultos, que as pessoas cujos pais não se divorciaram.
“Quando o pai e a mãe são religiosos, o divórcio tem um efeito negativo sobre a religiosidade”, explica Jeremy Uecker, professor da Universidade Baylor e principal autor do estudo. ”Eles podem pensar que o casamento de seus pais foi a vontade de Deus ou algo assim e o rompimento terá  vários efeitos sobre sua religiosidade na vida adulta.”
Estudos anteriores já indicavam uma ligação direta entre o divórcio e as crenças futuras de uma criança, mas Uecker diz que a maioria desses estudos não levavam em conta as crenças religiosas dos pais.
O pesquisador afirma que o efeito negativo do divórcio sobre a fé dessas crianças depois de crescidas foi observado em pessoas de todas as religiões, embora a maioria das pessoas entrevistadas seja cristã. Agora, ele anunciou que deseja aprofundar o estudo de por que as crianças de pais divorciados parecem propensas a ser menos religiosas.
“Eu acho que é por causa desta ideia da perda de socialização e do ensino da religião, quando os pais separam”, diz ele. ”Meu próximo objetivo é identificar os mecanismos e as razões por que o divórcio dos pais é tão importante para definir a formação religiosa a longo prazo. Mas isso irá demorar mais tempo para ser estudado”.
 Com informações US News.

Pastor Silas Malafaia critica postura de ativistas gays sobre indicação de Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos: “Vivem de privilégios”


Após a definição de que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidiria a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o pastor Silas Malafaia criticou abertamente a militância gay que tentou barrar a indicação.
No Twitter, Silas Malafaia parabenizou Marco Feliciano e pontuou que “existe diferença entre ativistas gays e homossexuais”, e que os militantes atenderiam a interesses políticos: “Os ativistas vivem de verbas de governos e estatais para chamar os outros de homofóbicos e conquistarem privilégios,acima dos outros cidadãos. Já os homossexuais querem apenas viver sua vida”.
twitter malafaia 1
twitter malafaia 2
Silas Malafaia disse ainda que ambos os lados podem se posicionar sobre o que pensam sobre a questão, pois isso faz parte da democracia: “Mesmo eu discordando deste comportamento, eles tem direito de serem, e eu, de discordar. Opinião não é crime, faz parte do estado democrático de direito”.
Para Malafaia, a ação em massa contra a indicação de Marco Feliciano se deu por medo da perda de privilégios: “Quem sempre comandou esta comissão foi o PT, sempre favorecendo os gays. Não quiseram, no acordo político, ficou com o PSC. [Agora] estão reclamando de quê? Se defendem tantos os gays, porque abriram mão da comissão? Os interesses inconfessáveis para assumir comissões que… Deixa pra lá”, escreveu o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Mediante às reações de internautas, Malafaia disse: “Quem não tem argumentos; xinga, fala o que não sabe, e fica a mercê da mídia. Tenho que viajar. Deus abençoe a todos, juntamente com sua família”.

Entrevista à jornal carioca

Já em entrevista na edição desta sexta-feira do jornal carioca ‘Extra’, do grupo Globo, o Pastor Silas Malafaia afirmou que, assim como Feliciano, é vítima de acusações de homofobia e de um “joguinho político de ativismo gay”. Segundo Malafaia, a comissão de Direitos Humanos e Minorias era ”terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, e disse esperar que o Pastor Marco “presida com cuidado. Espero que ele seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c. As convicções dele passam a ficar de lado”.
Ao ser perguntado sobre as acusações contra o deputado Marco Feliciano de ser homofóbico e racista, o Pastor Silas foi enfático ao questionar “qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.
Por Gospel+

Advogado afirma que se goleiro Bruno não tivesse recebido Bíblia de jurado, ele teria sido absolvido


Depois da condenação do goleiro Bruno Fernandes a 22 anos de prisão pelo sequestro e assassinato de Eliza Samudio, o advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, comentou o caso e lamentou a decisão do júri, afirmando que o rumo do processo teria sido diferente se Bruno não tivesse recebido uma Bíblia de um dos membros do júri.
De acordo com o advogado, esse jurado foi a pessoa que deu a Bruno uma Bíblia com a qual ele ficou no primeiro dia do júri popular em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
O jurado havia chegado a ser selecionado para compor o conselho de sentença do julgamento do goleiro, mas foi rejeitado pelo promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro.
- Se esse jurado tivesse ficado, eu ganhava por quatro votos a três. O promotor o excluiu – reclamou o advogado, segundo o portal Terra, alegando que o jurado teria sido excluído do julgamento por ter dado a Bíblia ao goleiro.
Por Dan Martins, para o Gospel

“Há uma tentativa de impor uma ditadura contra o pensamento cristão, fortalecido pelo crescimento evangélico”, diz pastor. Leia na íntegra


Em meio às inúmeras vozes que manifestam opiniões favoráveis e contrárias sobre o episódio da indicação do pastor Marco Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, diversas questões foram abordadas.
O pastor Rubens Teixeira, colunista do Gospel+, publicou um artigo sobre o assunto levantando questões importantes e relativas ao tema, e que passaram despercebidas da maioria.
Para Teixeira, a mobilização contra Feliciano não foi bem sucedida, porque “ninguém conseguiu demonstrar nada que pudesse denegrir a imagem do deputado e com isso inviabilizá-lo ao cargo”.
O pastor ressalta ainda que a indicação de seu partido é um indício de que Feliciano foi indicado por razões políticas, e não religiosas: “O seu partido, embora o nome tenha a palavra cristão, é um partido plural que não representa só o seguimento evangélico ou o católico, como poderia parecer. Não parece que este partido tenha compromissos com instituições religiosas que transcendam os seus interesses naturais de busca pelo poder, como qualquer outro partido político. Evangélicos ou católicos têm em todos os partidos e os anticristãos irão atrás dos verdadeiros cristãos aonde eles estiverem”, observa.
Segundo o pastor Rubens Teixeira, a intenção da luta contra o pastor Feliciano pode ser outra: “Enquanto o número de evangélicos cresce no país e ocorre um fortalecimento do pensamento cristão, há também uma tentativa de impor uma ditadura de minoria dos que discordam desse pensamento”.
A mobilização da militância minoritária envolveu inclusive a imprensa, e o pastor destaca um dos casos: “O Jornal O Globo do dia 7 de março de 2013, dia em que estou escrevendo este artigo, publicou um vídeo em que, não o deputado, mas o pastor Marco Feliciano pede ofertas em sua igreja. A matéria tem um tom pejorativo e jocoso. Como não sou da igreja dele, não tenho nada a ver com o método que ele se utiliza para pedir ofertas. As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados”, disse, desconsiderando eventuais discordâncias sobre a forma como o pedido de doações foi feito.
Teixeira frisou ainda que nesses casos, geralmente é usada artilharia pesada contra o alvo: “Quando um órgão de mídia publica um vídeo em que se pede oferta com o intuito de denegrir a imagem de um parlamentar, fiquem certos de que é o pior que foi encontrado. Como ele está fazendo isso entre um grupo de pessoas membros voluntários de uma comunidade, isso é problema deles”.
Por fim, Teixeira diz que a comunidade cristã deve permanecer lutando por seus ideais: “Os cristãos definitivamente defendem valores que julgam ser importantes para a sociedade. Valores esses que protegem, por exemplo, a vida e a família”.
Confira a íntegra do artigo “Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa”, do pastor Rubens Teixeira clicando aqui.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Xuxa comenta posse de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos: “Esse homem não é um religioso, é um monstro”


Na tarde dessa sexta feira (08) a apresentadora Xuxa Meneghel comentou em sua página oficial no Facebook sobre a indicação e posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Afirmando que o pastor não é um religioso, mas um monstro, a apresentadora criticou as opiniões do pastor a respeito dos negros, homossexuais e portadores do HIV. Pessoas que, segundo ela, o pastor teria afirmado não terem alma.
- Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um monstro. Em nome de DEUS ele não pode ter poder – ressaltou Xuxa.
Xuxa criticou também as pregações do pastor voltadas para a teologia da prosperidade, e afirmou que é necessário fazer “alguma coisa”, pois Feliciano não poderia ser presidente da Comissão de Direitos Humanos. A apresentadora concluiu seu texto afirmando que o pastor não poderia ter esse espaço “para usar, pisar e denegrir o ser humano”, e que é um direito humano se proteger desse “tipo de pessoa”, que é como se referiu a Marco Feliciano.
Leia na íntegra a postagem feita pela apresentadora:
MEU DEUS !!!eu tava lendo agora sobre esse “pastor”….que DEUS nos ajude. Gente !!!! socorro ! Vamos fazer alguma coisa! esse “deputado disse que negros, aidéticos e homossexuais não tem alma. existem crianças com AIDS. Para este senhor elas não tem alma??????
O que é isso meu povo ?
E hj tá nos jornais que ele ainda , durante uma pregação, disse a um fiel , que “doou o cartão , mas não a senha . Aí não vale.Depois vai pedir milagre para Deus . Deus não vai dar e vai dizer que Deus é ruim “!!!!!!!!!
Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões , mas esse homem não é um religioso, é um monstro .Em nome de DEUS ele não pode ter poder ….
Religiosos ( padres, pastores, evangélicos) todos os religiosos todos sabem que o que ele fala e “prega” está errado .
como vamos nos proteger deste tipo de pessoa .
Esta pessoa não pode ser presidente da comissão de direitos humanos. Ele não pode ter este espaço para usar, pisar e denegrir o ser humano…esse é o direito de nós, humanos nos protegermos desse tipo de pessoa.
Por Dan Martins, para o Gospel+

'A Bíblia' já é um dos programas mais vistos nos EUA



Diogo Morgado veste a pele de Jesus Cristo nesta série.
A série, que é protagonizada pelo ator português Diogo Morgado, foi vista por 13,1 milhões de espectadores e chegou mesmo a ultrapassar 'The Walking Dead', uma das produções mais populares do momento.
"O sucesso de A Bíblia catapultou o Canal História para uma das marcas mais poderosas no panorama dos meios de comunicação social e não podíamos estar mais entusiasmados", afirmou Nancy Dubuc, presidente da cadeia A&E, à qual pertence o Canal História.
A série, que narra vários acontecimentos do Antigo e do Novo Testamento, tem um total de dez horas e é produzida por Mark Burnett e pela sua mulher, a atriz Roma Downey.
O português Diogo Morgado veste a pele de Jesus Cristo e admitiu que "ficou assustado" quando soube que iria ter este papel. "O maior desafio neste projeto foi encontrar  um equilíbrio entre interpretar uma figura que todos conhecem, mas de uma perspetiva diferente e talvez mais humana", disse o ator à revista Notícias TV, que sai às sextas com o DN e o JN.
O último episódio de A Bíblia será exibido no dia 31 deste mês nos EUA, que coincide precisamente com o domingo de Páscoa.

terça-feira, 5 de março de 2013

Padre se irrita com questionamentos, expulsa menina de onze anos e sugere que ela frequente igreja evangélica


A mãe da menina de 11 anos que foi expulsa da Igreja Católica após discordar do padre em uma reunião em São José das Palmeiras, no oeste do Paraná, Rosane Cristina Bruno, disse ao G1, na manhã desta terça-feira (5),  que a filha "está traumatizada". A menina era coroinha e atuava na igreja através do programa de infância missionária desde os quatro anos. O caso aconteceu na tarde de sábado (2).
"Eu estou tentando fazer  ela viver normalmente, mas está difícil. Hoje mesmo ela tem uma prova e nem sei como vai conseguir se concentrar com tanta coisa na cabeça", relata a mãe.
De acordo com a coordenadora dos coroinhas Sandra Menon, a discussão começou após a menina não concordar com as responsabilidades que o grupo deveria ter com relação aos movimentos e às cerimônias. “Ela questionou o padre. Por que tanto ir à igreja. Por que tem que ir tanto na igreja? (...) E ela ainda dialogou: Padre, mas assim a gente não vai sair da igreja. Daí começou. [O padre falou] Você não precisa vir mais nem na catequese nem participar de movimento nenhum e nem na igreja porque nem Deus te quer assim".
Rosane disse ainda que após o ocorrido, a garota recebeu ligações de padres de outras igrejas para conversar sobre o assunto, mas ela [a menina] não quer falar com ninguém. "Minha filha ficou muito mal com tudo isso. E o que ela não entende é porque o padre disse que Deus não quer mais ela. Ela ficou frustrada e tenta entender se realmente cometeu algum erro ao questioná-lo", acrescenta a mãe, que afirmou ainda que está providenciando tratamento psicológico para a menina.
Depois de dizer que não queria a menina na igreja, o religioso ainda recomendou que ela procurasse uma Igreja Evangélica, segundo a mãe. "Imagina? Ela sempre participou da Igreja Católica com a família, recebeu vários convites para ajudar e até mesmo servir o padre. Esse ano ela ia participar do programa Jovem Missionário. Então, ela já estava acostumada com tudo isso, disse que não tem nada contra os  evangélicos, mas que quer continuar sendo católica. A única coisa que ela não entende mesmo, é porque o padre disse que Deus não a quer mais", explica a mãe.
Arrependimento
Rosane disse ainda que foi avisada através do bispo Dom Dirceu Regini que o padre se arrependeu  do que fez. "Só que isso aconteceu só depois da repercussão da história. No dia do acontecido ele não falou nada", aponta. "Como católica eu até acredito que ele esteja arrependido, mas como mãe, eu penso que se ele quisesse ter feito isso, teria feito na hora", conclui.
Ela disse também que o padre exagerou e que ela espera que ele faça uma retratação pública. "Eu quero que ele se desculpe perante a sociedade e à comunidade católica. Depois disso, vou pensar no que fazer", finalizou a mãe. Após o ocorrido, ela fez um Boletim de Ocorrência (B.O).
O padre foi procurado para comentar o assunto, mas até a publicação da reportagem não tinha sido localizado.

Vídeo – Pastor Silas Malafaia concede entrevista ao Pânico na TV, da Band, e fala sobre suas polêmicas, vida e Sabrina Sato; Assista na íntegra


O pastor Silas Malafaia concedeu uma entrevista à apresentadora e repórter Sabrina Sato, do programa Pânico na Band, e falou sobre suas polêmicas e questões ligadas à doutrina evangélica.
Sabrina se apresentou dizendo que havia ido ao escritório do pastor vestida de forma comportada e perguntou se o programa dela fazia bem. Malafaia respondeu: “Você pode até fazer o mal, mas aqui você tá fazendo bem. Certas partes faz, certas não. Minha filha, tem muita coisa bonita. Eu sou homem, e sei olhar pra uma mulher e sei o que é mulher bonita e feia”.
Aproveitando a resposta franca do pastor, Sabrina o questionou se a maldade não estaria “nos olhos de quem vê”. O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo respondeu: “A maldade também está em quem tá mostrando que tem. A pessoa não pode usar o seu corpo como instrumento de pecado. Isso é o que a Bíblia diz”.
Sobre a Forbes, o pastor disse que a publicação apresentou números equivocados: “Esse vagabundo da Forbes, ele deu uma informação e eu mostrei meu Imposto de Renda. Meu patrimônio é R$ 4,5 milhões”.
Diante da resposta, Sabrina Sato comentou: “Tá bem rico, hein pastor?”, o que provocou risos em Silas Malafaia. A apresentadora questionou sobre o que ele gostava em termos de mordomia e conforto, e o pastor respondeu: “Você tá aqui vendo, um bom escritório, eu gosto de um bom carro”. A integrante do Pânico na Band interveio e disse: “Avião você tem também”, ao que Silas respondeu prontamente: “Da Associação Vitória em Cristo. Não é meu”.
Sobre a sua participação no programa De Frente com Gabi, no SBT, Silas Malafaia disse: “Fui criticado por uns, elogiado por tantos, porque tem o politicamente correto… ‘Eu tenho que falar o que as pessoas acham que é o correto’. Eu não. Ela me questionou e eu enfrentei”.
A afirmação dada por ele de que amaria gays tanto quanto bandidos foi abordada, e o pastor fez uma observação a respeito das críticas que foram feitas contra ele: “Olha como a sociedade é preconceituosa: se você fala que ama bandido, eles rejeitam. Ué, por quê? Bandido também não é ser humano? Os mesmos que defendem os gays, tem que defender os bandidos, porque também é um ser humano”.
A respeito das questões polêmicas envolvendo ativistas gays, o pastor Silas Malafaia disse que tem o direito de criticar a prática homossexual e falar sobre as questões políticas em torno do tema, e emendou: “Qualquer um pode falar o que quiser de evangélico. Pra mim, não diz nada. Porque os gays não suportam ouvir alguma coisa contrária a eles? Será que eles não tem convicção do que são?”, perguntou.
Em seu site, Silas Malafaia publicou hoje um comentário a respeito de sua participação no humorístico da Band: “Não anunciei em lugar nenhum a minha participação no ‘Pânico’ para que alguns irmãos não dissessem que eu estava induzindo o povo de Deus a ver programa não apropriado. Porém, quero dizer uma coisa, eu só não prego no inferno porque não tem salvação para o diabo e os demônios. Mas onde me abrir uma oportunidade tenha a certeza que eu não esconderei minha fé e meus princípios”.
O pastor ainda afirmou que a repercussão de sua entrevista à Sabrina Sato foi surpreendentemente positiva: “Temos que ir onde estão os pecadores. Fiquei surpreso com a quantidade de pessoas não evangélicas que me deram razão e gostaram da entrevista”.
Confira abaixo a íntegra da entrevista do pastor Silas Malafaia a Sabrina Sato, do programa Pânico na Band:
Por Gospel+