sexta-feira, 22 de março de 2013

Estudo Sobre Festas Pagãs: Festas Juninas - 1º Parte


Juno esposa de Júpter, rainha dos deuses

Atendendo a pedidos, estarei postando no decorrer desta semana e da próxima, sobre Festas Pagãs e começarei pela festa Junina. Creio que este tipo de abordagem seja de grande valia ao povo de Deus pois, muitos não só tem duvidas sobre o tema como acabam se envolvendo em laços do inimigo pela ignorância no assunto. Oro a Deus para que sejamos abençoados com este estudo. Os créditos ficam para os Autores:  Pr João Flávio e Presb. Paulo Cristiano.

Matéria compilada e adaptada pela equipe editorial do CACP  - www.cacp.org.br




Introdução


       Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas, que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.
     Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.
       Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.

Herança Portuguesa

       A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa:

“o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes."

      Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.
    Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.
       É bom lembrar também que nessa época as escolas, "em nome da cultura", incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc... A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza - rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc...
       Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.
       As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).
       O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.

Uma Suposta Origem das Festividades

       Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:

“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.

       Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.
       As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos:  Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro,  no dia 28.

Plágio do Paganismo

       Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol,  e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.
       As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.
       Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.
       Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).
       As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma:

“os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Senador Magno Malta, é ameaçado de morte


O Senador Magno Malta (PR-ES) registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira no Espírito Santo. Segundo a própria policia já foi contratado um pistoleiro para sua execução. A informação foi divulgada por sua assessoria de imprensa em seu site.
A denúncia foi feita na Superintendência de Polícia Especializada, na capital Vitória. Segundo o site do deputado, há dez dias um pistoleiro prepara armadilhas para assassiná-lo. O policial civil Josimar Alberto Pereira Sarti disse ter informações sobre o suposto mandante do crime, e assim Magno levou o caso para a polícia.
“Nenhum policial inventaria algo tão grave sem qualquer comprovação. Minhas diversas bandeiras são contra legalização das drogas, em defesa das crianças abusadas e vou fundo para apurar denúncias de mortes em hospitais de vários estados”, comentou Magno Malta.
O caso começou a menos de 20 dias, de acordo com informações oficiais. O senador Magno Malta denunciou nos programas de TV do Partido da República (PR) o nível alto de violência no Espírito Santo. Ele já participou de diversas investigações e responsável pela prisão de traficantes, assassinos, sequestradores e pedófilos, e foi informado pela própria polícia que há um pistoleiro contratado para executá-lo a qualquer momento.
A Polícia Civil informou ao G1 que o registro foi feito e o caso está sendo investigado pelo delegado José Monteiro Junior. O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, já foi comunicado a respeito das ameaças contra o senador Magno Malta.
Em seu depoimento ele disse para a polícia “que já foi ameaçado durante a CPI do Narcotráfico e da CPI da Pedofilia e que agora vai presidir a nova CPI sobre Violação ao Direito Humano à Saúde que vai apurar erros médicos em instituições públicas e privadas no Brasil. Sou homem público que tem coragem para combater a criminalidade e não tenho medo de pistoleiros”.
José Monteiro, Superintendente de Polícia Judiciária, escutou o senador Malta por aproximadamente duas horas. “É uma ameaça de morte séria e já vamos investigar todos os pontos”, informou o delegado.
Magno Malta é além de político, pastor evangélico e músico.

Pastor Silas Malafaia critica Conselho Federal de Medicina por pedir legalização do aborto: “Rasguem seu código de ética”





Em meio aos estudos para a elaboração do Novo Código Penal, o Conselho Federal de Medicina (CFM) enviará um parecer ao Senado defendendo que a mulher tenha autonomia para decidir a respeito da interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Atualmente, segundo a legislação em vigor, o aborto só é permitido em casos de risco à saúde da gestante ou quando a gravidez é resultante de um estupro, de acordo com informações do G1.
A proposta elaborada pelo CFM prevê ainda que, o aborto seja permitido ainda em casos de gravidez por emprego não consentido de técnica de reprodução assistida e anencefalia ou feto com graves e incuráveis anomalias, atestado por dois médicos. A decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado a respeito dos anencéfalos é vista como provisória, até que uma legislação a respeito seja implementada.
Num comunicado enviado à imprensa, o CFM alega que “não é favoráveis ao aborto, mas sim à autonomia da mulher e do médico” de decidir a respeito do que deve ser feito, caso a caso.
O pastor Silas Malafaia publicou em seu site, um comentário a respeito da decisão do CFM de apoiar a legalização do aborto nessas três novas situações.
No texto, Malafaia sugere que o CFM “rasgue o seu código de ética e cancele o juramento” feito em favor da proteção à vida.
“A medicina que deve lutar pela vida está pactuando com a morte de seres humanos indefesos”, diz Malafaia, indignado com a postura adotada pelo CFM.
Silas Malafaia frisa que a sugestão que o CFM encaminhará ao Senado é incoerente: “Veja a hipocrisia da sociedade. Os que lutam pelos direitos humanos são os que matam os seres humanos indefesos. Que Deus tenha misericórdia desta geração”, afirma.
Confira abaixo, a íntegra do comentário do pastor Silas Malafaia:
Vou dar uma sugestão ao Conselho Federal de Medicina: rasgue o seu código de ética e cancele o juramento que vocês fizeram para o exercício da profissão. QUE VERGONHA! A medicina que deve lutar pela vida está pactuando com a morte de seres humanos indefesos.
O pequeno bebê no útero da mãe na 12ª semana está totalmente formado, a partir daí ele apenas se desenvolve. A incoerência demonstra a perversidade do ser humano, sem afeto natural. Nenhum ser humano é mais humano do que o outro, a diferença entre o óvulo fecundado e entre eu e você é o tempo e a nutrição.
A vida se dá na concepção. É um ato continuo quer intra ou extrauterino, até a morte. Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o pequeno bebê e é ele quem faz cessar os ciclos da mãe, é ele quem regula o líquido amniótico e, em última instância, é ele quem determina a hora de sair. Se não tivesse na cápsula protetora seria expulso como corpo estranho. O pequeno bebê no útero da mãe não é um prolongamento dela, é um ser independente que está em simbiose com ela por nutrientes para o seu desenvolvimento, até o momento da sua chegada ao mundo.
Um embrião já é uma pessoa, pois não pode se tornar outra coisa a não ser uma pessoa. Deus fala a nosso respeito antes da concepção (Sl 139.16b), na concepção (Sl 139.13), na vida embrionária (Sl 139.16), em toda vida fetal (Sl 139.15). Aproveito e deixo a citação do Salmo 139.14: “Graças te dou, porque de modo assombroso e maravilhoso fui formado; as tuas obras são maravilhosas, e a minha alma o sabe muito bem”.
Veja a hipocrisia da sociedade. Os que lutam pelos direitos humanos são os que matam os seres humanos indefesos. Que Deus tenha misericórdia desta geração.
Grito silencioso
O vídeo a seguir, ‘O grito silencioso’, é considerado um dos melhores sobre o tema e explica o que o aborto realmente é. Ele conta a experiência do doutor Bernard Nathanson, um dos pioneiros em aborto nos EUA, até que surgiu a tecnologia de ultrassonografia e ele viu que matava bebês. Arrependeu-se profundamente do que fazia, fechou suas clínicas de aborto e se tornou um dos maiores defensores da vida no mundo, até o fim de seus dias.
Algumas cenas, apesar de serem fortes, mostram o grito que não pode ser ouvido de milhões de seres humanos indefesos que são assassinados!

Por Gospel+

quarta-feira, 20 de março de 2013

A emoção de quem vê uma Bíblia pela primeira vez



 

Embora não divulgue detalhes de quando e onde foi feito, um vídeo caseiro, possivelmente de um celular de um missionário que fez a entrega gerou grande impacto entre os cristãos.
O site Christian Headlines, dedicado a notícias evangélicas do mundo todo, colocou o link para o vídeo dia 18 pela manhã.  Vários sites gospel publicaram o link ressaltando a emoção dos cristãos chineses que recebiam pela primeira vez na vida uma cópia da Bíblia. Com os avanços da tecnologia, milhares de exemplares são levados para a China em formatos de cartão de memória, mas não parecem substituir a versão em papel.
Na China continental a venda de exemplares das Escrituras é proibida pelo governo, oficialmente ateísta. Existem relatos rotineiros de Bíblias confiscadas e prisões de quem as transportavam.
Muitas missões estão envolvidas na árdua tarefa de adentrar o país mais populoso do mundo com exemplares para distribuir entre a igreja subterrânea, que está espalhada pelo país. Sabe-se que é comum entre as igrejas de lá os crentes fazerem cópias manuscritas, pois em geral apenas os líderes tem seus exemplares.
Curiosamente, milhões de Bíblias são impressas por gráficas chinesas, por conta de seu preço competitivo, mas em outros idiomas. Anos atrás David Aikman, autor do livro “Jesus em Beijing” ressaltava a incongruência de o governo chinês proibir a religião no país, mas nas livrarias comuns é possível encontrar livros budismo, ateísmo e islamismo, incluindo o Alcorão.
A única proibição expressa é em relação à Bíblia.
Embora seja crescente, o número de cristãos na China é desconhecido. De modo especial, informações atualizadas sobre a situação de cristãos na China podem ser obtidas em sites como Portas Abertas, Voz dos Mártires, China Aid e Compassion International .
Assista:

terça-feira, 19 de março de 2013

Paulo Coelho diz em entrevista que Jesus foi um “bon vivant” e politicamente incorreto


O famoso escritor brasileiro Paulo Coelho, concedeu uma entrevista recentemente na qual falou, entre outros assuntos, sobre a vida de Jesus Cristo. O escritor, que atualmente mora em Genebra, na Suíça, e está lançando o livro “Manuscrito Encontrado em Accra” causou polêmica ao afirma que Jesus foi um “bon vivant” politicamente incorreto.
Paulo Coelho disse acreditar que Jesus teve uma vida politicamente incorreta, além de ter sido um “bon vivant”.
- Ele viajou, bebeu, socializou sua vida toda. Seu primeiro milagre não foi curar um pobre cego. Foi transformar água em vinho, não vinho em água – afirmou o escritor, ao jornal britânico The Guardian, afirmarmando que Jesus era um “bon vivant”.
Paulo Coelho falou também sobre as supostas contradições encontradas nos evangelhos. Segundo ele, é bom que os evangelhos tenham retratado as várias contradições, pois isso permite um retrato mais fiel da vida de Cristo.
- Se retratassem um Jesus sem contradições, os evangelhos seriam falsos, mas as contradições são um sinal de autenticidade. Então, Jesus diz, ‘dê a outra face’, e aí ele vai lá e pega um chicote…Ele é um homem para todos os momentos – explicou o escritor, que falou também sobre a fé, afirmando acreditar ser algo que serve para conectar as pessoas à vida.
- Quanto mais você estiver em harmonia consigo próprio, quanto mais feliz você estiver, mais fé você terá. Fé não serve para te desconectar da realidade, ela conecta você à realidade – declarou.
Por Gospel+

Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da missão


O ministério da Missão Portas Abertas no Brasil completará 35 anos de existência no próximo dia 1º de Maio, e as comemorações em torno da data já começaram, ressaltando o amplo trabalho desenvolvido nesse período.
Douglas Monaco, ex-secretário geral da Portas Abertas no Brasil e atual auditor interno da Open Doors International, entidade que congrega e coordena as demais filias da missão no mundo, publicou no site da revista Ultimato um artigo sobre os 35 anos de atividade no Brasil.
“Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas. No Brasil esse ministério comemora 35 anos! Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus. Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras”, resume o missionário.
Monaco ressalta as dificuldades enfrentadas em 1978, quando a irmã Elmira Pasquini se propôs a estruturar uma filial da missão no Brasil. “O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados”, enumera.
A extensão do trabalho da Missão Portas Abertas é relatada por Douglas Monaco, que frisa a mobilização que a igreja evangélica brasileira faz em torno do trabalho missionário: “Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha ‘Domingo da Igreja Perseguida’ mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro”, diz.
Segundo Monaco, o resumo do trabalho da Missão Portas Abertas é a oferta de oportunidade para que cristãos sejam transformados e a igreja continue crescendo, sem fronteiras: “O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17”, pontua o auditor da Open Doors, que finaliza: “Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Perseguidos, mas encorajados”, de Douglas Monaco, no site da Ultimato:
Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!
Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras.
Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos.
Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.
Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.
Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.
A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.
Transformação
As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.
Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.
O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.
Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.
Relacionamento
É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.
Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro?
A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.
E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.
Gratidão
Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.
_________
Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.
Por Gospel+

Igreja anuncia que não fará casamentos para casais heterossexuais até que casamento homossexual seja legalizado


Uma igreja da cidade de Winston-Salem, no estado norte americano da Carolina do Norte, anunciou ter decidido parar de realizar cerimônias de casamento para casais heterossexuais até que o casamento homossexual seja legalizado.
Em um comunicado oficial, funcionários da Igreja Metodista Green Street United pedem que outras igrejas também adotem o movimento de “recusar-se a assinar licenças de casamento do Estado até este direito seja concedido a casais do mesmo sexo”.
De ordo com a CBS, o comunicado acrescenta ainda: “Porque a Igreja Metodista Unida proíbe seus pastores de realizar casamentos de mesmo sexo, excluindo os casais de gays e lésbicas do santo sacramento do matrimônio, o Conselho de Liderança pediu ao pastor que se abstenha de realizar cerimônias de casamento em nosso santuário de casais heterossexuais, até que a denominação acabe com a proibição a casais do mesmo sexo”.
A Igreja pede ainda, em comunicado publicado em seu site, que serviços como aconselhamento pré-marital sejam oferecido aos casais de todas as orientações sexuais.
- Pedimos que os nossos pastores, a seu critério, [também] ofertem a todos os casais, independentemente da orientação, o ‘serviço de benção ao relacionamento’, no santuário da igreja Green Street – diz o comunicado.
Por Gospel+

Recém-condenado a 80 anos de prisão, Beira-Mar cursa teologia



Traficante começou o curso à distância na segunda-feira (11).
Ele está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná.
O traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, condenado na última terça-feira (19) a mais 80 anos de prisão, está fazendo o curso de teologia na Faculdade Teológica Batista do Paraná, em Curitiba, desde a segunda-feira (11). Ao G1, a assessoria do Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen) informou que o curso é a distância, por meio de material exclusivamente impresso.
Segundo o Depen, as apostilas e as provas são vistoriadas pela equipe de inteligência da Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do Paraná, antes de serem entregues à Fernandinho Beira-Mar. Ele cumpre pena no Paraná desde setembro de 2012, mas está preso desde 2002. Com a nova condenação, a soma das penas de Beira-Mar chega a 200 anos.
A documentação foi providenciada pela família do preso e a Penitenciária Federal auxiliou no processo da matrícula. O Depen informou ainda que a cada 12 horas de estudo, o preso tem direito à reduzir em um dia a pena, conforme a Lei n.º 12.433/2011. O tempo do curso é de 3.180 horas e será concluído em quatro anos.
O diretor da instituição onde Beira-Mar fará o curso, Javiel Guerreiro Martins, disse que como o traficante não pode acessar à internet, as apostilas semestrais serão envidas até o presídio de Catanduvas. “Quando tiver aula presencial e na aplicação da prova, será feito um sorteio entre os professores da faculdade para eles irem até lá”, explicou. As disciplinas são divididas em eixos interdisciplinares - filosófico, histórico, social, metodológico, teológico, bíblico e sociopolítico.
Segundo o diretor, o interesse de Beira-Mar em fazer o curso de teologia partiu após um capelão, que é um profissional formado em teologia e que faz trabalhos nas penitenciárias, apresentar ao preso a possibilidade do resgate, da mudança de vida. “Ele ficou interessado e queria ler mais, estudar mais. Como o capelão viu que ele poderia crescer, indicou a nossa faculdade que tem curso a distância”, completou.
Ele explicou ainda que, atualmente, o curso de teologia não é apenas procurado por quem tem intenção de se tornar um pastor ou um padre. “O curso de teologia tem tido uma amplitude muito maior. O curso visa mostrar ao cidadão que ele compreenda a atividade a sua volta, a sua profissão com muito mais eficiência, olhando o lado humano, do necessitado, para quem precisa”, assegurou.
Martins garantiu que em nenhum momento pensou em não receber o traficante como aluno. “Assumimos essa posição social de trabalhar com alguém que realmente precisa. Então, o que vai ser trabalhado é a ressocialização e inclusão social. Esse é o nosso objetivo. Nós não podemos ter preconceito contra ninguém”, contou.

G1

segunda-feira, 18 de março de 2013

“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I


O papa Francisco disse neste sábado (16) desejar que a Igreja seja pobre e que sua missão deve ser “focada em servir os pobres”. Falando na maior parte do tempo de improviso e sorrindo muito, disse diante dos jornalistas, revelando oficialmente que a escolha do nome é uma referência a São Francisco de Assis, símbolo histórico de simplicidade, paz e pobreza.
Francisco foi definido como “um homem que nos dá esse espírito de paz, um homem pobre”, e enfatizou “eu gostaria muito de uma Igreja pobre e para os pobres”.
Sendo o primeiro papa não europeu depois de quase 1.300 anos, Bergoglio indica que poderá ter um pontificado com um estilo muito diferente de seu antecessor. Desse modo, aponta um nítido caminho moral para cerca de 1,2 bilhão de católicos em um momento que a Igreja está constantemente atingida por notícias de escândalos sexuais, intrigas e rixas eclesiásticas.
Diante da multidão de repórteres, afirmou que os fieis deveriam “entender melhor a verdadeira natureza da Igreja e sua jornada no mundo, entre suas virtudes e seus pecados”.
Aproveitou para estabelecer desde já um forte tom moral, dando sinais claros que  novos limites serão impostos em seu papado, substituindo  pompa e a grandeza pela humildade e a simplicidade.
Contou que depois que a votação atingiu os dois terços necessário para o eleger, o brasileiro Dom Claudio Hummes, de 78 anos, o abraçou e disse: “Não se esqueça dos pobres”.
O novo papa conta que “Aquela palavra entrou aqui [na cabeça] Eu pensei nas guerras… e Francisco [de Assis] é o homem da paz. Foi assim que esse nome entrou em meu coração: Francisco de Assis. Para mim ele é um homem da pobreza, da paz, que ama e protege os outros”.
Depois deu vários indícios que deseja ver a Igreja mundial assumir seu estilo austero. Descartou a limusine papal e viajou de ônibus com outros cardeais.  Pediu aos argentinos que não fizessem viagens caras para Roma para vê-lo. Ao invés disso deviam doar esse dinheiro aos pobres.
Por fim, ressaltou que os católicos deveriam lembrar que Jesus, não o papa, é o centro da Igreja. Com informações Yahoo e Religion News.

Harlem Shake: autor de música usada no vídeo abandonou a carreira e tornou-se pastor evangélico; Confira versões gospel do viral


O novo viral das redes sociais é o vídeo “Harlem Shake”, que tem ganhando inúmeras versões de internautas de diversos lugares do mundo, que usam como base a música eletrônica do DJ Baauer.
A dança inusitada feita por internautas em suas versões da música “Harlem Shake” é inspirada na mistura de street dance que os moradores do Harlem, em Nova York, usam para caracterizar sua cultura local.
Porém, o que muitos desconhecem é que o DJ Baauer usa em sua produção como grito inicial, um trecho da música “Con los terroristas”, do rapper Hector Delgado (foto), que atualmente é pastor.
Agora aposentado da música secular, Hector afirma que a música usada pelo DJ Baauer era do tempo em que fazia sucesso como “Hector El Father”, e era um dos artistas latinos mais bem sucedidos no cenário musical dos Estados Unidos.
Há cinco anos, Hector Delgado abandonou a carreira de rapper e tornou-se pastor, e diz que o ressurgimento de sua música numa nova mixagem pode ser uma forma de ação divina: “Acredito que isso pode ser uma maneira de Deus agir. Ele permitiu que isso acontecesse para que as pessoas saibam que o homem que já foi chamado de Hector ‘El Father’ hoje é o pastor Hector Delgado, e que há cinco anos deixou tudo por causa de Jesus”, declara.
Em fevereiro de 2008, Hector foi acusado de promover um tiroteio num posto de gasolina em Porto Rico, após se recusar a dar um autógrafo a um fã. Em setembro do mesmo ano, “El Father” anunciava sua aposentadoria dos palcos para mudar de vida e “servir a Cristo”, segundo informações do Acontecer Cristiano.
Atualmente, o pastor Hector Delgado trabalha para lançar seu segundo CD cristão, intitulado “La Hora Cero”, e reafirma que não voltará a cantar músicas seculares: “[O álbum será] plenamente cristão, de louvor”, disse ele ao Noticia Cristiana.
Veja abaixo, algumas versões gospel do vídeo viral “Harlem Shake”:
Por Gospel+

Fred, atacante do Fluminense, revela que frequenta igreja evangélica com companheiros de time


Recentemente, o atacante Fred, que há quatro anos joga pelo Fluminense, falou em uma entrevista sobre sua vida espiritual. O jogador, que atualmente faz parte também do elenco da seleção brasileira, contou que lê a Bíblia a que frequenta uma igreja evangélica junto com outros atletas.
- Eu, às vezes, vou na igreja do Gum. Eu leio a minha Bíblia e frequento a Igreja Evangélica, porque gosto de cuidar do meu lado espiritual. Quando eu rezo, não tenho medo – afirmou o jogador, se referindo ao companheiro de equipe Wellington Gum, que já declarou publicamente seu desejo de se tornar pastor.
Wellington Gum é membro uma igreja batista, e além do atacante Fred, que revelou frequentar o local com o colega, a igreja é frequentada também por outros atletas, como Léo Moura, do Flamengo, Bebeto e Lúcio Flávio.
Durante a entrevista, concedida ao O Globo, Fred falou também sobre sua privacidade, que é frequentemente invadida por causa da fama.
- É mais difícil quando estou com a minha filha Geovanna, porque quero estar com ela, e a galera chega para conversar – relatou o jogador, que falou também sobre o assédio nas redes sociais.
- Meu Facebook era aberto, mas fechei. Meu Instagram era fechado, mas o Neymar me marcou em uma foto e arrastou 20 mil seguidores. Aí, eu abri, porque tenho a consciência de que sou uma pessoa pública – completou.

Vídeo: Pastor Silas Malafaia comenta oposição à presença de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos: “É um joguinho político sujo e sem vergonha”


Nesse sábado (16), o pastor Silas Malafaia comentou no programa Vitória em Cristo sobre a forte rejeição que o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) vem sofrendo desde que foi anunciado como o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Declarando que, apesar de ter discordâncias com Feliciano, a verdade deve ser dita, o pastor afirmou que a oposição organizada contra Feliciano é parte de um jogo político para esconder da população questões como o fato de que os deputados José Genuíno (PT-SP) e João Paulo Cunha, ambos condenados pelo Supremo Tribunal Federal no escândalo do mensalão, estavam assumindo na mesma a Comissão de Constituição e Justiça, considerada a comissão mais importante da Câmara.
Malafaia comentou que a comissão ficou sob controle do PT por 16 anos, e que começou a fazer um “jogo de cena” com a mídia contra o deputado Feliciano que, segundo ele vem fazendo um forte enfrentamento a concessão de privilégios a ativistas gays na Câmara.
Segundo o pastor, o que está por trás de toda essa movimentação política é jogo de esquerda, classificada por ele como humanista e ateísta, que não suporta a ideologia cristã. Malafaia disse ainda que tal manobra tem por objetivo excluir “do processo social da nação brasileira o pensamento e o voto dos evangélicos”, colocando um bloqueio na sociedade contra evangélicos e pastores.
Malafaia comentou também sobre as acusações de racismo feitas contra Feliciano afirmando que não concorda com a vertente teológica defendida pelo deputado sobre os negros, mas que a frase sobre o assunto proferida por ele não pode ser usada como motivo para uma acusação de racismo.
Ele disse ainda que nos últimos anos, a Comissão de Diretos Humanos tem dado prioridade e proteção para o ativismo gay. Malafaia minimizou ainda a representatividade das manifestações feitas contra Feliciano em diversas cidades, afirmando que as mesmas são compostas apenas por ativistas gays, e pessoas ligadas aos partidos PSOL, PCdoB e PT.
Malafaia falou ainda que isso é “um joguinho político sujo e sem vergonha”, que visa impedir que os evangélicos manifestem suas opiniões e influenciem a sociedade.
- Por que um comunista, um ateu pode influenciar e um pastor evangélico não pode com as suas crenças e valores? – questionou Malafaia.
Assista na íntegra:
Por Dan Martins, para o Gospel+

Irônico, Marco Feliciano contra-ataca ativistas gays e anuncia “renúncia”. Assista


O pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados decidiu contra-atacar às investidas da militância homossexual e divulgou um vídeo falando sobre renúncia.
Usando o pedido de renúncia dos ativistas gays com ironia, o vídeo foi publicado pelo próprio pastor em seu perfil noTwitter e fala que Marco Feliciano decidiu renunciar devido à conduta dos manifestantes.
No vídeo, são mostradas cenas controversas dos defensores do movimento homossexual, como nos casos em que o presidente da ABGLT , Toni Reis, agride um idoso durante uma sessão da CDHM; manifestantes tumultuam a porta de um templo da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento; ou nas manchetes de diversos portais de notícias que relatam violência contra homossexuais perpetrada por seus próprios parceiros.
No vídeo há ainda alusão à defesa do ensino de sexualidade a crianças, do financiamento público para divulgação de material com conteúdo homossexual e a prática do aborto.
Ao final do vídeo, o texto explica que Feliciano decidiu “renunciar à sua privacidade [...] noites de paz e sono tranquilo [...] e momentos com a família” para se posicionar contra o desejo de privilégios por parte dos ativistas gays.
Confira no vídeo abaixo:


Arcebispo católico afirma que pedófilos não devem ser punidos criminalmente pois sofrem de uma “doença”


Num momento que a Igreja Católica atravessa por mudanças significativas, e que o papa Francisco sinaliza que a pedofilia não será tolerada pelo Vaticano, um dos cardeais que participaram do conclave polemizou a questão.
Numa entrevista à Radio 5, da rede britânica BBC, o arcebispo sul-africano Wilfrid Fox Napier afirmou que não considera a pedofilia uma “condição criminal”, e sim, uma “doença” resultante de traumas psicológicos.
“[A pedofilia] é uma condição psicológica, uma desordem. O que você faz com transtornos? Você tem que tentar consertá-los”, disse o cardeal, que revelou conhecer ao menos dois sacerdotes que praticaram pedofilia e que alegavam terem sofrido abusos na infância: “Se alguém ‘normal’ escolher quebrar a lei, sabendo que está quebrando a lei, então eu acho que precisa ser punido”, ponderou.
Sobre a questão em torno de punição a pedófilos, Napier defendeu que eles não sejam responsabilizados criminalmente por também serem vítimas: “Agora não me diga que essas pessoas (pedófilos) são criminalmente responsáveis, como alguém que escolhe fazer algo assim. Eu não acho que você pode realmente tomar a posição de dizer que a pessoa mereça ser punida. Ele mesmo foi afetado [na infância]”, argumentou.
As declarações foram recebidas com indignação por parte de ativistas que lutam contra a pedofilia: “Pode ser que (pedofilia) seja uma doença, mas também é um crime e os crimes são punidos. Os criminosos são responsabilizados pelo que fizeram e o que fazem”, disse Barbara Dorries, que foi abusada por um padre em sua infância e atualmente trabalha em Chicago com uma ONG que aborda o assunto.
Para Barbara, “os bispos e os cardeais contribuíram muito para que esses predadores seguissem em frente, sem serem presos, e também para manter esses segredos dentro da igreja”, pontuou, apontando a falta de punição como algo que contribuiu para que outros casos ocorressem.
O escritor Michael Walsh, autor de uma biografia do papa João Paulo II, o pensamento de Napier já foi comum no alto escalão da Igreja Católica dos Estados Unidos e Reino Unido: “Eles chegaram a acreditar que essa era uma condição que podia ser tratada. Muitos bispos simplesmente mudaram o lugar de atuação de seus sacerdotes e tentaram esconder o fato de que eles tinham cometido esses crimes”, contextualizou.
Por Gospel+

Estudo: Oração, a Chave Para o Avivamento



Texto-Base: I Reis 18:41-46 

O desejo de Deus é abençoar-nos em abundância quando oramos. O processo de derramar suas bênçãos através da oração pode ser comparada ao ciclo de chuvas da natureza. Hoje neste estudo Deus vai derramar chuvas de poder sobre sua vida. É justamente aquele ciclo que se estuda na escola. Você lembra? É o método pelo qual as nuvens se formam, através da evaporação. Depois vem a chuva e rega a terra, tornando-a frutífera e produtiva. Veja o processo abaixo: 

O calor e o brilho do Sol atingem as águas (rios, mares, oceanos, lagoas, riachos, cachoeiras, etc.). "Deus espalha luz sobre o oceano" (Jó 36:30); As águas se aquecem a ponto de se transformarem em vapor; O vapor, então, sobe ao céu, por ser mais leve do que o ar; O vapor que chega ao céu forma as nuvens, carregando-as; Toda a água contida nas nuvens, desaba sobre o solo em forma de gotas (a chuva). Esta é a parte do processo onde a água torna o solo frutífero. A terra, que está fértil, fornece ao semeador árvores e frutos procedentes das sementes plantadas; O excesso de água corre para os rios e mares, onde o processo todo recomeça. A natureza foi criada por Deus, e Deus a criou perfeita. Ele também criou o ciclo das chuvas conforme a sua vontade, para servir o homem e os animais. Da mesma maneira, o processo de abençoar-nos foi criado com perfeição, conforme a sua vontade. Nada é liberado no céu sem antes algo se liberado na terra. 
Observe o que acontece quando oramos a Deus: 
Deus faz com que suas bênçãos brilhem sobre os homens, assim como o sol brilha sobre os oceanos; 
O coração do homem se aquece com relação à Deus, em resposta às bênçãos que Deus têm brilhado sobre ele, assim como se aquecem as águas do oceano, quando o sol brilha sobre elas; 
As orações do homem sobem a Deus, assim como os vapores das águas do oceano sobem aos céus; 
Assim como o vapor da água vai formar a chuva, nossas orações à Deus vão formar as nuvens de bênçãos; 
Deus faz com que as nuvens de bênçãos se destilem em chuva, caindo então sobre a terra. "...estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra" (Ec 11:3); 
A terra (coração) se torna frutífera e próspera, proporcionando frutos para o semeador; 
O excesso de chuva correm para os rios e mares, onde o processo todo recomeça. 

Você entendeu o processo? 
Quando convidamos Deus a entrar em nossos corações, cria-se em nós um desejo de busca-lo. 
A medida que os nossas orações sobem aos céus, a chuva de bênçãos de Deus cai sobre nós. 
A medida que oramos a Deus, Ele vai formando nuvens de bênçãos com nossas orações, então Ele envia abundante chuva sobre nós. 
A quantidade de chuva é exatamente proporcional à quantidade de oração que elevamos à Deus. (I Tm 2:1-8) Se não houver oração, também não haverá chuva. 
A chuva torna o solo produtivo e frutífero. Quando não há chuva, a terra torna-se seca e arenosa, inútil. 
O nosso coração é o solo. Quando não há oração e adoração o coração torna-se duro e sem frutos. 
Porém quando oramos a Deus profundamente, a chuva cai e os frutos da terra começam a florescer. 
Tais frutos são vidas salvas, transformação, avivamento poder e gloria de Deus! II Cronicas 7:14

Mensagem ministrada no culto de celebração da igreja do Evangelho Pleno em Araguari/MG
Colaboração do irmão em Cristo Claudinei Cavalcanti de Oliveira.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Francisco não é um nome, é todo um programa de Igreja, diz teólogo


O teólogo Leonardo Boff comentou a escolha do novo papa em uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo se mostrando otimista com o líder que veio a assumir a Igreja Católica diante de um cenário cheio de desafios e crises.
Ao comentar a escolha do conclave pelo bispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, Boff acredita que estamos diante de um líder preocupado com os pobres, dizendo que o nome escolhido por ele, Francisco I, já diz muito sobre seu papado.
“Eu já fiz a profecia no Twitter, há uma semana, que o futuro papa ia se chamar Francisco. Porque Francisco não é um nome, é todo um programa de Igreja, uma igreja simples, sem poder, ligada aos pobres, com uma relação totalmente diferente com a natureza”.
Boff comentou a atitude do novo papa em pedir primeiro para que o povo o abençoasse para que só depois ele pudesse abençoá-los. Isso mostra, na visão do teólogo, que ele dará centralidade ao povo de Deus e não à hierarquia.
Para o teólogo defensor da Teologia da Libertação, Francisco I poderá descentralizar a Igreja ativando o Sínodo dos Bispos, que governaria ao lado do papa. Tanto João Paulo II como Bento XVI deram ao Sínodo apenas o poder consultivo.
“Ele é uma promessa”, disse Leonardo Boff acreditando que o novo líder irá dar autonomia para as igrejas locais atuem nas suas particularidades, deixando Roma apenas como uma referência de unidade.