domingo, 28 de outubro de 2012

Janela 10/40 engloba os países menos evangelizados do mundo


Muitos cristãos não sabem, mas algumas organizações missionárias trabalham arduamente para levar o evangelho para a região chamada de “Janela 10/40″, considerada como a região menos evangelizada do mundo.
Este nome se deu pela localização dos 62 países que formam um retângulo aos graus 10 e 40 acima da linha do Equador. A região engloba o norte da África, o Oriente Médio e a maioria dos países da Ásia, países dominados pelo islamismo, hinduísmo e budismo.
Entre os ministérios que oferecem apoio missionário nesses locais encontramos a Junta de Missões Mundiais, da Igreja Batista, e também o Portas Abertas que mesmo sem usar este termo realiza trabalhos em muitos desses países.
Para se ter uma ideia da dificuldade de realizar um trabalho de evangelização nesses lugares o Portas Abertas selecionou alguns depoimentos de cristãos que vivem na região.
Um cristão indonésio comemorou a oportunidade que lhe foi dada de participar de uma Escola Bíblica: “A Portas Abertas me capacitou para cumprir meu chamado no serviço a Deus através dessa Escola Bíblica. Deus supriu todas as minhas necessidades em todos os sentidos.”
Já um pastor egípcio comemorou ter recebido sua primeira Bíblia. “Eu cresci em uma vila cristã, mas esta é a primeira vez em 30 anos que recebo uma Bíblia inteira pra usar em minha igreja.”
A situação desses países é tão grande que desses 62 que compõem a Janela 10/40, 43 estão na lista dos países de maior perseguição contra cristãos. Incluindo a Coreia do Norte, Afeganistão, Arábia Saudita, Somália e Irã são os cinco países que mais perseguem os cristãos em todo o mundo.

Empresário lança embarcação “à prova do Apocalipse” e a compara à Arca de Noé. Confira


A aproximação do final do ano de 2012 e a larga cobertura da mídia à respeito de pessoas e teorias que falam sobre o fim do mundo este ano, baseados no calendário da cultura maia, faz surgir também, toda espécie de especulação e também iniciativas.
Um empresário chinês lançou uma embarcação em forma de cilindro, e a comparou à Arca de Noé, pois segundo ele, seria à prova do anunciado apocalipse no dia 21 de dezembro.
Yang Zongfu batizou seu projeto de Atlantis, nome da lenda do continente perdido, que teria sido submerso no oceano, e a comparou com a Arca de Noé, que foi capaz de livrar o servo de Deus sua família, e espécies de animais, conforme relatado na Bíblia.
Apesar da proximidade da data que está previsto o apocalipse maia, o empresário recebeu 21 pedidos de pessoas interessadas em se proteger na embarcação Atlantis, que tem preços variados conforme o acabamento interior desejado pelo cliente, sendo que a mais cara custa o equivalente a US$ 800 mil.
O chinês Yang afirma ainda, segundo informações do site China.org, que os clientes podem solicitar customizações em seus exemplares da embarcação, tendo assim, interiores exclusivos para enfrentar o fim do mundo.
Gospel+

Pastor Ciro Zibordi pede mais sinceridade e compromisso a líderes evangélicos: “Não faça ‘massagem’, entregue a mensagem”. Leia na íntegra


O pastor Ciro Zibordi abordou o tema da sinceridade e verdade nas pregações, sermões, artigos e livros escritos por líderes evangélicos, num artigo publicado em seu blog.
Zibordi fez em seu texto, uma alusão aos jornalistas e escritores Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi, ambos com colunas na revista Veja e com publicações entre as mais vendidas do país. Além disso, outro fator em comum entre os dois é a linha adotada por eles: sinceridade extrema.
-Autores do mercado editorial secular como Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo têm vendido uma boa quantidade de livros, a despeito de não escreverem para agradar leitores ou obter vendagem expressiva. Eles escrevem prioritariamente para fazer o leitor pensar. E, por isso, são amados por muitos e odiados por outros – contextualizou o pastor assembleiano.
Segundo o pastor, o meio evangélico precisa de pessoas com essa vertente, para que se tornem formadores de opinião com base na verdade: “O evangelicalismo brasileiro precisa de escritores, articulistas, ensinadores e pregadores como Azevedo e Mainardi, que digam a verdade, ainda que muitos não gostem de sua mensagem”.
Conhecido por ser bastante incisivo e contundente em suas opiniões, o pastor Ciro Zibordi é um dos mais ferozes críticos dos assuntos polêmicos que surgem no meio evangélico, como a teologia da prosperidade e doutrinas neopentecostais.
-Em minha adolescência, conheci um fervoroso ensinador, que dizia: “Há muitos pregadores massageando o ego dos ouvintes. Eu não faço ‘massagem’. Eu entrego a mensagem” – ilustra Zibordi, que emenda: “Não escrevamos para agradar ou desagradar pessoas. Não ensinemos para atacá-las ou ‘massagear’ seus egos. Não preguemos por causa das pessoas. Nem nos importemos se estamos falando a uma pessoa ou a uma grande multidão. Preguemos, ensinemos e escrevamos, sobretudo, porque temos compromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Não faça ‘massagem’, entregue a mensagem”, do pastor Ciro Zibordi:
Autores do mercado editorial secular como Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo têm vendido uma boa quantidade de livros, a despeito de não escreverem para agradar leitores ou obter vendagem expressiva. Eles escrevem prioritariamente para fazer o leitor pensar. E, por isso, são amados por muitos e odiados por outros.
Penso que o evangelicalismo brasileiro precisa de escritores, articulistas, ensinadores e pregadores como Azevedo e Mainardi, que digam a verdade, ainda que muitos não gostem de sua mensagem. É claro que todo expoente das Escrituras gosta de falar a grandes e atentos auditórios. Entretanto, em muitos casos, nos sentimos como Ezequiel e Estêvão, diante de uma “casa rebelde” (Ez 2), formada por acusadores e zombeteiros que tapam os ouvidos para não nos escutar (At 7).
Em circunstâncias adversas, o expoente da Palavra deve se lembrar de que, antes de tudo, o compromisso do atalaia não é com os seus espectadores, e sim com aquEle que o chamou. Desde que comecei a pregar, a ensinar e a escrever, não abro mão do propósito de dizer a verdade das Escrituras, quer ouçam, quer deixem de ouvir. Aliás, em minha adolescência, conheci um fervoroso ensinador, que dizia: “Há muitos pregadores massageando o ego dos ouvintes. Eu não faço ‘massagem’. Eu entrego a mensagem”.
Diante do exposto, não escrevamos para agradar ou desagradar pessoas. Não ensinemos para atacá-las ou “massagear” seus egos. Não preguemos por causa das pessoas. Nem nos importemos se estamos falando a uma pessoa ou a uma grande multidão. Preguemos, ensinemos e escrevamos, sobretudo, porque temos compromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra.
Amém?
Ciro Sanches Zibordi
Por Tiago Chagas, para o Gospel+