sexta-feira, 29 de março de 2013

Estudo sobre Festas Pagãs: Festas Juninas 4ª Parte


Os Santos não Podem Ajudar

       Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia:
 
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (um 2.5).

E mais:

 
“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os monos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).

       Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos:
 
“E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).

        Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:
“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Arn 5.21).

Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maque o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).

Algo em Que se Pensar

       O Brasil é um dos maiores paises agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras: nas quais, "... em se plantando tudo dá". No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau etc. Era para estarmos exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras de excelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do"homem do campo". Sabemos que existe um êxodo rural muito grande, 80% da população brasileira vive nas cidades e somente 20 % vivem no campo. Não estaria as festas juninas contribuindo para formar uma imagem negativa de nosso povo da zona rural? Não é exagerado o ponto de vista em que sugere que a imagem do homem do campo por vezes é humilhada nas festas juninas.
       Veja: qual criança se espelharia no típico caipira das quadrilhas de festas juninas? Quais delas diria: "quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas"? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas inconscientemente ou não, servem mais para humilhar as pessoas do campo do que para honrá-las como pretendem; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho, um pobre coitado! - pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas escolas. Poderia isto ser chamado de FOLCLORE e CULTURA?
       A Bíblia diz categoricamente que 
 
"o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou" (Pv. 17:5).
 
       Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os "caipiras" não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de"Êxodo Rural". E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo.

Motivos para não Participar de Festas Juninas

      Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o"porquê" de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

  • Plágio do Paganismo

       Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "
 
Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9].
 
       Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

Cientista desafia adeptos da Teoria da Evolução e oferece US$ 10 mil para quem provar que o Gênesis está errado


O debate entre cientistas adeptos da Teoria da Evolução e os fiéis adeptos ao relato criacionista do Gênesis pode ter um capítulo singular na história do embate, devido à proposta de um defensor da história apresentada na Bíblia.
O doutor Joseph Mastropaolo, especialista em criacionismo, resolveu desafiar qualquer defensor da tese da evolução perante a um tribunal, e ofertou ainda, US$ 10 mil como recompensa caso saia vencedor.
No desafio proposto por Mastropaolo, que é Ph.D. emcinesiologia – ciência que estuda os movimentos do corpo humano – o defensor de que o ser humano é fruto de uma evolução de espécies terá que refutar sua interpretação do Gênesis perante a um juiz no tribunal de Santa Ana, na Califórnia.
Entretanto, o desafiante deverá depositar outros US$ 10 mil numa conta judicial, para que assim, ao final do julgamento do embate entre o evolucionista e o criacionista, o vencedor possa resgatar os US$ 20 mil no total.
Além do juiz, o “julgamento do Gênesis” como vem sendo chamado pela mídia norte-americana, deverá ter ainda um repórter especializado em cobrir processos judiciais e um oficial de justiça. Os custos judiciais para o julgamento será custeado pela parte vencedora, de acordo com a proposta do Dr. Mastropaolo.
De acordo com informações do Christian Post, o Dr. Mastropaolo acredita que esse “julgamento do Gênesis” poderá abrir uma nova perspectiva a respeito da discussão sobre o tema: “”Os evolucionistas depois, poderiam ler a transcrição [do julgamento] e fazer sua tese ser mais bem embasada, para numa próxima vez, poderem argumentar melhor”, afirmou, confiante.
“Podemos ler a transcrição e não ter que passar pelo mesmo processo mais e mais e mais uma vez sem qualquer deixar-se, sem qualquer resolução”, sugeriu, como forma de obter objetividade na discussão, sem necessitar voltar a pontos já debatidos.
O desafio de Mastropaolo para que a Teoria da Evolução apresente argumentos sólidos contra o relato de Gênesis foi feito a evolucionistas, teístas, ateus, agnósticos e outros: “Esta é a sua chance de brilhar. Você está disposto a participar de uma competição para provar seu ponto de que a Bíblia está errada e que evoluímos? Você poderia ir para casa com US$ 20 mil se você ganhar!”, diz o anúncio.
Como as regras do concurso afirmam, este debate é legalmente classificado como um mini julgamento, o que significa que é um tipo particular, voluntário e informal de resolução alternativa de litígios que não carrega nenhuma base legal e não tem nenhuma ligação com os governos estaduais ou federal.
Mastropaolo afirmou ainda que acredita que qualquer evolucionista que aceite o debate não pode provar definitivamente que uma interpretação não literal do Gênesis é mais científica do que uma interpretação literal: “Eles [os evolucionistas] não são estúpidos, eles são brilhantes, mas são brilhantes o suficiente para saber que não há evidências científicas de que possam vencer um mini julgamento”, afirmou.
Por Gospel+

Globo Repórter desta sexta será especial sobre cristianismo e mostrará ministério do cantor Fernandinho ações do projeto Cristolândia



A edição de hoje do programa Globo Repórter tratará dos novos rumos do cristianismo, e terá entre os entrevistados, personagens evangélicos.
O projeto Cristolândia, desenvolvido pela Convenção Batista Brasileira (CBB) através da Junta de Missões Nacionais será apresentada como ilustração dos trabalhos sociais desenvolvidos pelo segmento evangélico do cristianismo.
Inicialmente, as ações do Cristolândia visavam a recuperação de dependentes químicos na região conhecida como cracolândia, em São Paulo. Entretanto, o projeto social cresceu e tornou-se referência em outras cidades de estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e Distrito Federal.
O cantor Fernandinho, que também foi entrevistado para a edição de hoje do programa, contou com a participação do coral do Cristolândia na gravação de seu DVD mais recente, “Teus Sonhos”, no último dia 16 de março.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio cantor, sua participação no programa mostrará parte de sua rotina, “que vai muito além da música”, e que envolve também trabalhos de recuperação social.
O Globo Repórter é um programa jornalístico semanal, que aborda temas variados e é transmitido após a novela Salve Jorge, após as 22h00.

Vídeo – Em entrevista ao Agora é Tarde, pastor Marco Feliciano fala com Danilo Gentili sobre polêmicas e rebate acusações de racismo e homofobia; Assista na íntegra


A participação do pastor Marco Feliciano no programa Agora é Tarde, de Danilo Gentili teve abordagens de diversos temas que estão ligados à sua atividade parlamentar e sacerdotal, e foi recheada de momentos de descontração.
O apresentador iniciou o programa mencionando que se ele optasse por “esculachar” o pastor, no dia seguinte seria a pessoa mais popular do Brasil, mas que optou por fazer uma entrevista “normal”.
“De verdade, mesmo, foi uma surpresa o senhor aceitar estar aqui”, disse Gentili, ao cumprimentar o pastor, lembrando que o momento que Feliciano atravessa é bastante tumultuado. No momento que a entrevista foi ao ar, o apresentador Danilo Gentili e o pastor Marco Feliciano se tornaram um dos assuntos mais comentados no Twitter, figurando no Trending Topics do Brasil.
No âmbito político, Gentili questionou como o pastor havia sido eleito para o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, e Feliciano explicou o acordo que definiu sua eleição, dizendo que o Partido dos Trabalhadores optou por ficar com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e que a CDHM “sobrou” para o PSC.
Gentili aproveitou a menção à CCJ e falou sobre os dois parlamentares petistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do Mensalão – deputados federais João Paulo Cunha e José Genoíno (SP) –  que foram indicados para esta comissão e que “ninguém fala nada”.
Usando a deixa de Gentili, Feliciano voltou a alfinetar a imprensa citou que as únicas oportunidades de falar “coisa séria”, tem sido em programas de humor, como na entrevista ao Pânico na Band.
O pastor aproveitou para dizer que toda a polêmica em torno dele serviu para atrair os olhos da mídia para a CDHM e que isso proporcionou um destaque às atividades da Comissão, o que não acontecia há tempos.
Sobre a prática homossexual, Gentili exibiu um vídeo em que o pastor pregava em púlpito dizendo não desejar que suas filhas ao saírem às ruas, vissem “homens barbados e de perna raspada se beijando”. Feliciano voltou a afirmar que se incomoda com a cena, e que por isso, mantinha sua posição, ressaltando que o “pensamento conservador” não é crime.
Feliciano comentou os vídeos editados de cultos pentecostais dos quais participou e que se tornaram hits na internet, devido às manifestações espirituais popularmente apelidadas de cai-cai e disse: “A moçada é bem criativa, eu acho engraçado”.
Sobre acusações de que seus assessores não trabalham em seu gabinete na Câmara, o pastor parafraseou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), dizendo que “deputado que fica muito em Brasília não consegue se reeleger”, e explicou que como seu público de eleitores é evangélico, nada mais natural que seus assessores sejam pastores que atendam esse público em sua base eleitoral, que é São Paulo.
Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo, a partir dos 11 minutos:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+