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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Estudo: De quem é a Culpa?

“De que pois se queixa a alma vivente? Queixe-se cada um de seus próprios pecados” (Lm. 3:39).
O mistério da culpa é inerente à alma. Dia ou noite, os seres humanos procuram saber de quem é a culpa, pois é um método de esconder o orgulho de dentro si, acusando instantaneamente alguém mais distante ou mais próximo, transferindo o peso de assumir seus próprios erros, atrasando o processo da cura da alma, enfim. Por causa da insegurança emocional, encontrar um culpado é bem mais fácil e confortável.
Além disso, alivia temporariamente o medo e transfere a pseudohumilhação para outrem. Parece que é desse jeito que podemos encontrar soluções para os conflitos pessoais nas sociedades, principalmente nas famílias e em nossas igrejas, mas este não é o caminho certo. Porém, de uma coisa podemos ter a certeza: a culpa nunca é, nem será de Deus.
A CULPA NUNCA FOI, É OU SERÁ DE DEUS!
“De que pois se queixa a alma vivente? Queixe-se cada um de seus próprios pecados” (Lm. 3:39).
Encontrar um culpado não está nos planos de Deus, mas faz parte da vida na terra e parece dar prazer a vários seres humanos. O Senhor está preocupado em resgatar e salvar. Quanto à punição é um fim para quem desejou desprezar os esforços de Deus. Veja bem, Ele mesmo providenciou todos os meios para que a culpa fosse absorvida para sempre da face da terra, quando enviou a Jesus para nos libertar da maldição da lei. No tempo da Lei era ‘olho por olho” e “dente por dente”, lembram? Não havia compaixão, nem sentimento de perdão ou nova chance para quem errou. Isso não era o significado de falta de compaixão, e, sim da aplicação de regras para uma vida de paz em sociedade. Com o tempo, foi necessário Deus estabelecer Sacerdotes, Reis e Juízes para que houvesse ordem, normas, ética e princípios morais e espirituais para a nação de Israel.
A natureza de Deus é de paz e harmonia. Quando ocorre algo que foge desta natureza perfeita de Deus, Ele não é culpado. O homem deve queixar-se de seus próprios erros. Portanto, lembre-se a culpa não é de Deus.
“De que pois se queixa a alma vivente? Queixe-se cada um de seus próprios pecados” (Lm. 3:39)
NÃO JULGUEIS PARA QUE NÃO SEJAIS JULGADOS (Mt. 7); (Lc. 6:37) e (João 7:24)
Quando passamos a julgar alguém por questões comportamentais de ordem espiritual ou moral, não importa (não estou tratando de práticas criminais no sentido doloso ou culposo no âmbito de nosso código penal para reclusão do indivíduo que represente perigo à sociedade), mas digo de fatos comuns e dos relacionamentos comuns ao nosso dia a dia, nos tornamos juízes de nós mesmos, sentenciando traumas muitas vezes irreversíveis aos outros.
“Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão. (Lc. 6:37).
Em outras palavras quando julgamos a forma como alguém vive, fala, pensa ou escreve, estamos julgando a nós mesmos, pois todos nós seres humanos, temos uma mesma natureza imperfeita (sem Cristo). E, ainda somos capazes de exigir perfeição dos outros e até de nós mesmos.
“Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm. 12:10).
PERFECCIONISMO É PECADO?
Para quem acha que ‘perfeccionismo’ é pecado, acertou em cheio. O perfeccionista era considerado aquele judeu que não cometia pecado público, mas esquecia-se de seus pecados ocultos. Os ‘perfeitos’ mandavam atirar pedras nos imperfeitos. Assim era a Lei de Moisés e dos Profetas até que Jesus chegou e questionou a Lei sem alterá-la, desafiando os pecadores, fariseus e outros perfeccionistas que não tivessem pecado que atirassem a primeira pedra na mulher imperfeita. ( João 8:7).
“E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.” ( João 8:7).
Ninguém pode sair por ai atirando pedras em todo mundo, julgando o erro de seus irmãos, se o seu nome estiver no SCPC e Serasa, sabe?… E, faço você pensar um pouco mais além… Ainda que seu caráter esteja limpinho, continue mantendo-o limpo, exercendo a humildade e guardando a sua língua do inferno.
“A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno” (Tiago 3:6)
Quem pensa que não comete pecado alimentando os espíritos da mentira, do engano e da soberba? Afinal, um cisco no olho do irmão é uma fácil habilidade do perfeccionista, mas este pecador não tem a mesma habilidade para identificar a trave no seu olho. Há indivíduos ansiosos por exercerem sentenças como juízes de seus irmãos. Não estão ávidos por justiça, e, sim por se sentirem vaidosamente superiores. Mas, a Palavra de Deus exorta a ter cuidado com este mal comportamento.
“Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor”. (I Co. 4:5).
e,
“Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?”         (Tiago 2:4).

O PERDÃO É UMA MANIFESTAÇÃO DIVINA
Muitos casais chegam aos mais elevados níveis de vingança e ofensa que se possa imaginar. A competição enlouquecida e cega para obter o logro de uma justiça envaidecida deve condenar o culpado de imediato lançando-o numa fornalha de fogo ou numa cova de leões e, muitas vezes até mesmo numa sentença de crucificação. A única rota de fuga de uma vida cega e surda, sem o exercício pleno da Palavra de Deus é achar um culpado para toda relação ruim, excluindo-se de qualquer responsabilidade, à revelia de qualquer consequência de dor ou tristeza aos frutos da relação, tudo isso atropelando um único gesto de humildade, perdão e reflexão. A destruição de um lar, a infelicidade da criação de filhos, a falta de perdão entre entes queridos, dentre outros problemas familiares é o resultado mais conhecido desta falta de exercício do perdão.
Mas, o mesmo também acontece numa congregação, onde, sem o Espírito Santo, a força do império da culpa é exercida com muito rigor a ponto de dividir a comunhão dos santos, destruir cultos e até fechar os templos para sempre. Tudo isso poderia ser evitado, se ao invés de uma investigação e sentença sobre a culpa houvesse uma liberdade INDIVIDUAL para a manifestação do Espírito Santo no seio COLETIVO.
Somos diferentes, mas exigimos perfeccionismos pecaminosos ao não respeitar as diferenças. A intolerância às diferenças, pode levar uma família, sociedade ou nação à ruína total. Mas, quando deixamos que o Espírito Santos atue, o amor vence tudo.
“Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus” (Ef. 5:21).
e,
“A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”. (Col. 3:16)
A LEI E A CULPA
Na Lei e no pecado o povo de Israel não sentia a dor de seu irmão. A Lei era dura, firme e recheada de severidade e frieza. Portanto, pecou, é culpado, deve morrer!
Contextualizando, sem lei (para os outros) o nosso egoísmo perece, nossa vida perde os benefícios que venham dessa sentença, e sem ela não temos conforto em nossos palácios. Todo culpado deveria sofrer a humilhação que derivasse da culpa.
A CULPA E A GRAÇA
Mas, não estamos mais debaixo da Lei e, sim debaixo da Graça de Cristo (Rm. 6:14). Por isso, o sangue de Cristo lava a culpa de quem errou (I João 1:9). Toda cédula de pecado é rasgada, não há mais dolo e nem culpa por causa do pagamento que Cristo fez na cruz. Trata-se de um resgate eterno e não de um simples contrato diante de uma lei.
Contextualizando, diante de uma verdadeira vida com Cristo, devemos aprender a perdoar como JESUS perdoou. Devemos seguir os passos de Jesus. Se alguém se acha discípulo de Jesus, mas não vive com a compaixão que Ele viveu, está enganando-se a si mesmo. Jesus se levantava contra a religião, contra o farisaísmo febril, mas se entregou sem vaidade na Cruz pelos fariseus e todos os pecadores. Diante da graça a culpa sumiu! Viver com Cristo e sentir-se culpado, ainda é escravidão de uma lei que aprisionou a alma e, precisa de libertação. Viver com Cristo e continuar julgando a vida dos outros, seja publicamente, seja no coração, é viver maldizendo os demais, e, precisa de libertação do pecado da língua e da maledicência.
Aos perfeccionistas, às vezes não por maldade, mas por inocência mesmo, escrevo: antes de levantar o dedo ou a voz de acusação a um irmão, contem primeiramente até 10 (ou mais) para que não pequem nesta hora por causa da trave no olho.
Para todos nós deixo uma música muito legal, muito pertinente de Thalles, a quem muitos perfeccionistas já apedrejaram também: “…Quero aprender com Jesus, quero seguir os passos de Jesus ( …) Quero aprender a perdoar com Jesus, eu também não merecia, e Ele me perdoou… Ele é o amor, e eu quero ser também, Ele ensinou que “tudo” é “nada” sem amar…”
CONCLUSÃO:
Observamos à luz da Palavra de Deus, que o homem, para buscar o seu conforto individual, por causa de sua natureza pecaminosa, prefere viver apontando o “dedo da culpa” em direção ao nariz de seu próximo, esquecendo da trave em seu olho. Muitas vezes, quando não achamos culpado, olhamos para o céu e culpamos a Deus por alguma coisa desconfortável. Mas, é verdade que tem cristão que não culpará os céus por nada. No entanto, alguns costumam culpar tanto o diabo por tudo o que acontece de desconforto, que até a costa do inimigo já não tem mais como ser esticada ou alargada por tanta culpa da humanidade.
Afinal de quem é a culpa agora?…

REFLEXÃO
Mas, concluo este artigo lembrando a nós mesmos que Jesus NÃO viveu assim. Quantas vezes Jesus mencionou a palavra culpa ou condenação? Quantas vezes o nosso Mestre exerceu e usou as palavras compaixão, amor e perdão?
E você? Quantas vezes condenou alguém ou perdoou alguém?
Perdoe e seja livre de verdade, e para sempre, amém!!
Claudinho Santos

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Estudo da Semana: DESIGUALDADE



LEITURA BÍBLICA: LUCAS 7: 36-50

VERSÍCULO DE DESTAQUE: MEUS IRMÃOS, COMO VOCÊS PODEM ALEGAR
QUE PERTENCEM AO SENHOR JESUS CRISTO, O SENHOR DA GLÓRIA, SE
MOSTRAREM PREFERÊNCIA POR CERTAS PESSOAS?(TIAGO 2:1).


APESAR DE VIVERMOS EM UMA ÉPOCA TÃO AVANÇADA
TECNOLOGICAMENTE, AINDA HOJE HÁ DESIGUALDADES SOCIAIS; SEJA
ENTRE RICOS E POBRES OU HOMENS E MULHERES. VEJAMOS ESTE ÚLTIMO
CASO. NOS TEMPOS BÍBLICOS, AS MULHERES NÃO TINHAM VOZ NEM VEZ.
SEU VALOR ERA APENAS REPRODUTIVO(POR ISSO AS ESTÉREIS SOFRIAM
TANTO). ELAS ERAM TRATADAS COMO SERES INFERIORES, CONDIÇÃO QUE
PERDUROU POR SÉCULOS. MAS E DEUS, O CRIADOR, O QUE ACHA DISSO?
EM ATOS 10:34b LEMOS QUE “DEUS NÃO TRATA AS PESSOAS COM
PARCIALIDADE”. DIANTE DELE, TODOS SÃO IGUAIS. A HISTÓRIA DE SEU POVO
INCLUI PERSONAGENS FEMININOS. ELAS NÃO FORAM FIGURANTES; MUITAS
SE DESTACARAM. CHAMA A ATENÇÃO O FATO DE QUE DOIS LIVROS BÍBLICOS
POSSUEM NOMES FEMININOS: RUTE E ESTER. A PRIMEIRA ERA
ESTRANGEIRA, MAS FOI INCLUÍDA NA GENEALOGIA DE JESUS; A OUTRA SE
TORNOU RAINHA E SALVOU O POVO DO SENHOR DE UM GENOCÍDIO. ALÉM
DELAS, PODEMOS DESTACAR A IMPORTÂNCIA DE EVA, SARA, JOQUEBEDE(A
MÃE DE MOISÉS), RAABE, ANA, MARIA(A MÃE DE JESUS), AS IRMÃS MARTA E
MARIA, PRISCILA E TANTAS OUTRAS QUE AJUDARAM O SENHOR JESUS E OS
APÓSTOLOS E OUTROS CUJOS NOMES NEM CONHECEMOS... DEUS SE
IMPORTAVA COM CADA UMA DELAS, E TAMBÉM SE IMPORTA CONOSCO.
NO TEXTO DE HOJE, VEMOS COMO JESUS DAVA A MESMA ATENÇÃO A
QUALQUER PESSOA. ELE FOI JANTAR COM UM RELIGIOSO, DA MESMA FORMA
COMO COMPARTILHAVA REFEIÇÕES COM HOMENS SIMPLES. QUANDO A
MULHER SE APROXIMOU E LAVOU OS PÉS DE JESUS, O FARISEU A
DESPREZOU. PARA ESTE, ELA ERA UM INCÔMODO. JESUS, PORÉM, TRATOU-A
COM AMOR E RECEBEU O QUE ELA FAZIA COMO UM PRESENTE. AO
CONTRÁRIO DOS HOMENS DE SUA ÉPOCA, JESUS RESPEITAVA AS
MULHERES, CONVERSAVA COM ELAS, CURAVA E PERDOAVA DA MESMA
FORMA QUE FAZIA COM OS HOMENS. O NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
TAMBÉM MORREU POR ELAS, E FOI COM UM MULHER(SUA MÃE) QUE ELE SE
PREOCUPOU NA CRUZ. SIGAMOS SEU EXEMPLO, TRATANDO TODAS AS
PESSOAS DA MESMA FORMA.
VOCÊ JÁ SE SENTIU DISCRIMINADO ALGUMA VEZ? SE SIM, TERIA CORAGEM
DE FAZER OUTRA PESSOA PASSAR POR ISSO?

Estudo extraído do Presente Diário da Igreja Batista de Minas Gerais 2013.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Estudo da Semana: O que fazer???



Leitura Bíblica: Atos 2:22-41 (discurso do Apostolo Pedro) 


Versículo de apoio: 
Jesus Cristo se entregou a si mesmo por nossos pecados a fim de nos resgatar desta presente era perversa, segundo a vontade de nosso Deus e Pai(Gálatas 1:4). 


JESUS CRISTO, o Filho de Deus, veio ao mundo como um bebê. Cresceu como qualquer criança, teve dor de barriga e febre, talvez não gostasse de salada... Quando ficou adulto começou a ensinar a Palavra de Deus e a realizar milagres. Pregava um relacionamento com Deus não baseado em rituais e religiosidade, mas no amor. Chamava Deus de Pai e muitos se escandalizaram com suas ações. Tudo Nele era tão diferente, porém muitos continuavam a vê-lo apenas como um homem – talvez um louco ou um revolucionário. Após uma conspiração de líderes religiosos, foi morto e, diziam seus seguidores, ressuscitou e subiu aos céus. 
Imagino que era esta a perspectiva dos contemporâneos de Jesus. Muitos deles estavam em Jerusalém quando o Espírito Santo foi derramado. Assustados, queriam saber o que aquilo significava. Aproveitando a oportunidade, Pedro contou tudo o que Cristo tinha feito, quem Ele era realmente e quem o tinha crucificado – o próprio povo! Diante daquela exposição tão clara e verdadeira, eles quiseram saber qual era o próximo passo que tinham de dar. 
Hoje, nossa situação não é muito diferente da deles. Também ouvimos muito sobre Jesus – opiniões diversas, de quem crê e daqueles que acham que Ele foi apenas um grande homem. Mas quando somos apresentados ao evangelho verdadeiro, que mostra nossa culpa diante de Deus e tudo o que Ele fez para nos dar vida eterna, também surge a pergunta: “E agora, o que eu faço?”. Talvez hoje mesmo você esteja precisando desta resposta. 
Não precisamos conviver com a culpa nem fazer qualquer outra coisa além do que Deus espera – que entreguemos nossa vida, com fé e arrependimento, àquele que veio ao mundo para possibilitar o nosso acesso a Deus e vida eterna aos que Nele confiam. Você já fez isso??? Então, prepare-se para o que Deus fará em sua vida!!! 





O que fazer quando Deus nos convida com amor??? Alguma dúvida??? 

Mensagem do dia 11 de Maio do Presente Diário 2013.

Contribuição do irmão em Cristo Claudinei Cavalcanti de Oliveira

sábado, 13 de abril de 2013

Os rituais mais bizarros pelo mundo


Enquanto muitos acham que ser adepto de uma religião e frequentá-la a cada semana é doloroso, existem vários rituais religiosos praticados em todo o mundo que realmente geram dor física severa em seus participantes. Estes seguidores fervorosos estão dispostos a ir a extremos sangrentos e dolorosos para afirmar a sua fé ou lugar na sociedade.
1 - Festival da Dança do Sol
A Dança do Sol é um ritual praticado por muitas tribos nativas americanas. O ritual varia entre tribos diferentes, mas todos envolvem uma oferenda "carnal". O objetivo da Dança do Sol é orar, mantendo uma conexão com a Árvore da Vida e sacrificar-se para o Grande Espírito.
Os jovens que participam no ritual são perfurados no peito por um espeto e o espeto é anexado a um poste no centro de uma arena. Este poste representa a Árvore da Vida. O objetivo era se libertar do espeto que rasgava a pele. Você pode imaginar o quanto era dolorosa essa provação  que podia durar várias horas. Embora os Estados Unidos e os governos do Canadá tenham proibido partes do ritual Dança do Sol, a cerimônia completa ainda acontece.
2 - Perfurações Corporais em Festival Hindu
Durante a celebração do feriado religioso Thaipusam, hindus em todo o mundo declaram sua devoção ao Senhor Murugan, perfurando várias partes de seus corpos. Isto pode não parecer incomum, exceto que os furos são normalmente feito com espetos, lanças, ganchos grandes ou uma lança pequena chamada de vel.
Embora a tradição de furar o corpo começou de forma relativamente simples, como um pequeno buraco na língua criada pelo vel como um lembrete de permanecer em silêncio durante a meditação, a prática foi evoluindo ao longo dos anos para incluir todas as partes do corpo, especialmente as costas, o peito e face. Alguns devotos vão além e anexam vários ganchos grandes nas suas costas e, em seguida, são puxados por carros ou carregados pelas ruas ou colinas acima.
3 - Crucificação nas Filipinas
Alguns Católicos filipinos reencenam a via crúcis de Jesus de uma maneira mais realista: Na cerimônia condenada pela Igreja Católica, os voluntários se flagelam e são presos à cruz com pregos de verdade. Um deles, que participa da crucificação há 26 anos, diz que agradece a Jesus por ter sobrevivido à queda do alto de um prédio.
4 - Perfuração de língua em Papua Nova Guiné
Este ritual sangrento de Papua Nova Guiné gira em torno de livrar o Jovem Matsu de suas "influências femininas" para que eles possam se tornar homens. Eles fazem isso com o deslizamento bastões de madeira em suas gargantas e juncos em seus narizes para induzir vômito . Em seguida, as suas línguas são repetidamente perfuradas.
5 - Ritual budista de auto-mumificação
Este é talvez o mais lento, mais doloroso ritual de todos os que foram mostrados: transformando-se em uma múmia. O processo foi conhecido como Sokushinbutsu. Durante um período de três anos, os monges lentamente passam fome, comendo nada além de nozes e sementes para eliminar a gordura corporal . Em seguida, eles comem madeira e bebem um chá venenoso por mais três anos, até atingirem o aspecto mumificado.
O chá causava vômitos e uma perda rápida de fluidos corporais e, o mais importante – o chá venenoso ajudaria o corpo a não ser comido pelos vermes, micróbios e bactérias, que causariam uma deterioração rápida do corpo após a morte. Após isso eles são enterrados em um túmulo com um pequeno sino anexo, que eles tocam periodicamente, até que, é claro, eles finalmente morrem. Para a mumificação ser concluída com sucesso, levava-se cerca de 10 anos. Acredita-se que centenas de monges tentaram essa prática de suicídio, mas apenas 24 múmias tenham conseguido chegar nesse estágio completo de mumificação. (Postado por O Controle da Mente – Fonte: apocalink.blogspot.com.br)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estudo: Ocultismo - Última Parte.


O que diz a teologia cristã sobre o ocultismo
Na Bíblia encontramos cinco categorias de ocultismo, como seja: 1) – Astrologia, o qual afirma que o movimento dos astros determina os acontecimentos bem como o caráter dos homens; 2) – A Magia, a qual confere poder a algum objeto ou pessoa, quer para o bem, quer para o mal; 3) – A Feitiçaria, referindo-se a certas pessoas com poderes não explicáveis pelos sentidos; 4) – A Mediunidade ou Necromancia, que seria a prática da comunicação com os mortos. 5) – A Reencarnação ou à volta a vida em outro corpo. (6)
Refutando esses pontos:
1) – Guarda-te de levantares os olhos para os céus e, vendo o sol, a lua e as estrelas, a saber, todo o exército do céu, não sejas seduzidos a inclinar-te perante eles, e dês culto àquelas coisas que o Senhor teu Deus reartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. (Dt. 4:19).
A consulta aos astros é uma pratica ocultista pagã e idolatra. Quando um indivíduo abre um jornal ou revista e procurar se instruir através do horóscopo, essa pessoa está desobedecendo a Deus e praticando o Ocultismo.
2) – “Quando, pois, vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?” (Is. 8:19).
Há várias maneiras pelas quais o ocultismo pratica a adivinhação. Podemos citar o pêndulo, telepatia (comunicação através do pensamento), bola de cristal, tarô… e outras, como formas de instrumentos de adivinhação.
3) – “Entre ti não se achará… nem feiticeiro” (Dt. 18:10).
Tanto o Velho como no Novo Testamento fazem repetidas referências à prática de feitiçaria e da magia, e sempre que são mencionadas são condenadas por Deus. Cf. Ex. 22:18, Lv. 19:26, Dt. 12:31, I Sm. 15:23, Is. 19:3, Jr. 27:9,10, At. 13:6-10, Ap. 21:8.
4) – “Não se achará no meio de ti quem [...] consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti” (Dt. 18:10-12).
A primeira incidência bíblica do ocultismo mediúnico foi registrada em gênesis três. Lá no jardim do Éden, o diabo usou a serpente como um ‘canal’ para enganar Eva (Gn. 3:1-15; 2 Cor. 11:3; Ap. 12:9). Através da mediunidade, o diabo levou e tem levado o homem a duvidar de Deus, com graves conseqüências espirituais! Significativamente, há razões para crê que a realidade básica da mediunidade sugerida aqui não mudou no que se refere: à origem (o poder maligno); ao seu resultado (ilusão espiritual que destrói a confiança em Deus); e as suas conseqüências (juízo divino, Dt. 18:9-13). (7) “Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios” (I Tm. 4:1). Deve ser por isso que em todas as formas de ocultismo encontramos a figura do médium, avatar ou líder iluminado tendo revelações surpreendentes e com novos ensinamentos transmitidos pelos supostos espíritos de luz.
5 – “E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo” (Hb. 9:27).
Praticamente, todas as religiões que derivam do ocultismo ensinam alguma forma de reencarnação, ou seja, que a alma, depois da morte do corpo físico, não entra num estado final, mas volta ao ciclo dos renascimentos.
Conclusão
O Ocultismo, por estar muito divulgado no mundo hoje, mostrando que já não é tão oculto assim, atinge todas as camadas da sociedade e afronta até mesmo o cristianismo. Muitos pensam que muitas das práticas ocultistas citadas nesse estudo não são tão maléficas e podem ser encaradas como algo secular em nosso dia-a-dia, se der certo bem, se não, que mal há? É verdade que na bíblia encontramos alguns sinais miraculosos que foram dados aos servos de Deus, como, por exemplo: a sarça ardente, a coluna de nuvem e a de fogo, Josué e o sol, os magos e as estrelas… Mas é bom notar que todos esses sinais foram dados da parte e da vontade de Deus e não buscados através da especulação dos homens.Quem confia em Deus não precisa de artes mágicas, agouros, comunicação com os mortos, feitiços… pois sabe que a vitória que vence o mundo é a fé em Jesus Cristo e nada mais (I Jo. 5:4).
Quando Deus declara que abomina as práticas ocultistas (Dt 18.12), muitas pessoas tendem a não levar a sério esse alerta bíblico. As conseqüências do envolvimento com o ocultismo podem ser: intranqüilidade, angústias, melancolia, inclinação para o suicídio, sexualidade exagerada com inclinações para práticas de sexo pervertido, raiva incontida, avareza, pavorosas tensões íntimas, pesadelos, depressões, pensamentos terríveis, blasfêmias, aversão à Palavra de Deus, alucinações visuais e auditivas, psicose mística.
Por isso, liberte-se de tudo aquilo que é oculto a Palavra de Deus e saiba que o amor de Deus lhe guardará protegido de todo o mal – “Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8:38, 39).



Bibliografia
1 – Mcdowell & Stewart; “Entendendo o Oculto”; Editora Candeia; São Paulo; 1996.
2 – Mather & Nichols; “Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo”; Editora Vida, São Paulo, 2000.
3 – Revista Defesa da Fé, Matéria do Pastor Natanael Rinaldi;
4 – Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
5 – J. Cabral; “Religiões, Seitas e Heresias”; Coleção Reino de Deus; 1986; Rio de Janeiro.
6 – T. G. Leite Filho; “Ciência, Magia ou Superstições”; Editora Vida, 1987, São Paulo.
7 – Ankerberg & Weldon; “Fatos Sobre Os Espíritos Guias”; Editora Chamada da Meia Noite; 1996; Porto Alegre – RS.
8 – G. Sautter; “New Age”; Editora Esperança; 1993, São Paulo.
Dicionário Aurélio Século XXI em CD Rom.
Fonte Principal: CACP - Ministério Apologético.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Estudo: Ocultismo 3ª Parte


Fenômenos e práticas do ocultismo nos dias de hoje
Existem dezenas de práticas e fenômenos ocultistas em nossos dias. Espiritismo, (mediunidade, clarividência, clariaudiência, operações psíquicas), satanismo (magia branca e magia negra, pactos satânicos), adivinhação (do latim ‘divus’, pertencente a deus, significando que a informação recebida provém de deuses e as práticas como cartomancia, quiromancia, pêndulos, mandala, hidroscopia, búzios, tarô, runas, numerologia, bolas de cristal são algumas dessas práticas); Poderes Extra-Sensoriais como: premonição, psicometria, telepatia, levitação; muitos casos de medicina holística (casos de terapia com Florais, aromaterapia, cromoterapia, Reiki, Controle mental, fitoterapia, ioga, cristalterapia, meditação transcendental), talismãs (magia que encanta), amuletos (anéis, figas, patuás, trevo de quatro folhas), ufologia, gnomos, duendes, xamanismo, anjos cabalísticos, fantasmas, benzimentos etc.

Seitas ocultistas

Ao nos referirmos ao ocultismo não estamos tratando de um sistema religioso ou uma organização homogênea. Determinado grupo ou seita pode conter dentro do seu escopo doutrinário ou regras de fé práticas e ensinos extraídos do ocultismo. Existem vários grupos que praticam, explicitamente ou implicitamente, o ocultismo.
Podemos também afirmar que o movimento Nova Era é a veia por onde corre e se desenvolve todo tipo de Ocultismo, um sistema estriba-se no outro e através desse sistema se interligam várias seitas. Indicamos algumas: Ordem Rosa Cruz, Maçonaria, Ciência Cristã, Igreja Universal e Triunfante (de Elizabeth Clare Prphet), Mormonismo (com o Anjo Moroni), Igreja da Unificação (rev. Moon), Igreja Seicho-No-Ie, Igreja Messiânica Mundial, Teosofia, Antroposofia, Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, seitas afro-brasileiras (Umbanda, Quimbanda, Candomblé, Vodu), seitas espíritas (Kardecismo, LBV, Racionalismo Cristão, Cultura Racional).
Praticantes do ocultismo
Os que se envolvem em tais práticas são adjetivados como: sensitivos, videntes, parapsicólogos, gurus, mestres, babalorixás, ialorixás, benzedeiras, satanistas, médiuns, canalizadores, bruxas. Dentro do ocultismo a pessoa se sente poderosa, dominadora. Ultimamente se tem destacado muito a figura das bruxas. O perfil da bruxa moderna é bastante diferente da imagem que as pessoas costumam ver em histórias de quadrinho com nariz curvo, rosto enrugado, roupa preta e chapéu preto, montada numa vassoura. Hoje elas são elegantes, belas, bem vestidas, atendem em seus apartamentos, cercadas de toda a tecnologia, como computador e telefone celular etc. Fazem cursos que demoram até sete anos. Aconselham geralmente acerca da vida sentimental, profissional e financeira das pessoas que as procuram. (3)
Ao contrário do que muitos intelectuais esperavam, a superstição não findou com o avanço da tecnologia nem com o avanço das ciências físicas. Muitos achavam que o homem moderno não mais difundiria estórias como as da cegonha, fadas etc; que aposentaria suas patas de coelho, figas, fitas vermelhas, ferraduras, arrudas ou as imagens de Buda; que o mês de agosto deixaria de ser azarado; criam que até o temido “mau-olhado” ficaria cego. Contudo, para a decepção geral desses otimistas tem ocorrido o inverso. Milhares de pessoas “intelectualizadas” se envolvem com alguma forma de superstição.
Continua...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Estudo: Ocultismo 2ª Parte


Uma abordagem sobre o ocultismo no Egito e na Babilônia
Egito
No Egito o zoormorfismo (deuses em formas de animais) e o antropomorfismo (deuses em forma humana) faziam parte da religião. O Faraó era considerado uma teofania, uma encarnação do deus principal dos egípcios. Desse modo, cria-se que a natureza era regulada pela intercessão faraônica. Na qualidade de deus cabia ao faraó o papel de mediador dos homens perante as divindades, devendo para isso construir templo, residir cultos, organizar ritos funerários, norteado sempre pelos ensinamentos dos deuses.
Em busca da vida eterna, tumbas especiais e pirâmides eram erigidas a cada dia. Ritos, os mais diversos e até macabros, eram praticados para garantir a vida pós-morte. De maneira geral os egípcios eram completamente supersticiosos e todas as sua atitudes giravam em tordo dos auspícios do dia-a-dia. O culto dos mortos era uma prática egípcia das mais importantes, dentre os ritos mágicos. A grande pirâmide de Quéops mostra o quanto os egípcios eram fiéis as suas convicções religiosas.
Entre os egípcios, era comum também a crença de que os astros tinham influência sobre as diferentes partes do corpo. Assim, por exemplo, a cabeça pertencia ao deus Ra; os dentes, à deusa Selk; os joelhos, à deusa Neit; os pés, a Ftá; esses deuses se relacionavam com os astros. Quando alguém ficava doente, invocava-se o deus relacionado com ela. Magia e religião estavam intimamente ligadas no Egito.
Os símbolos ocultistas utilizados na magia eram: a serpente, o escaravelho e a chama. Também a numerologia tinha sua influência na vida, segundo as crenças egípcias.
As estatuas falantes era outra crença egípcia. Acreditava-se que a alma do morto podia ser consultada através de uma estátua. Os deuses por sua vez, também se incorporavam nas estátuas e podiam, assim, ser consultadas. A mais famosa estátua falante foi a de Amom, consultada pelos faraós antes de qualquer decisão a ser tomada. (6)
Babilônia
Os princípios que regeram a formação religiosa do antigo Egito são os mesmos aplicados à explicação religiosa da Mesopotâmia, com exceção de que o rei na mesopotâmia era apenas um escolhido dos deuses enquanto que no Egito esse rei ou faraó era a própria encarnação do deus principal. A ideologia religiosa desse povo envolvia um panteão numeroso de personalidades divinas, governado por deuses arbitrários, bons e ruins. Nesse contexto sociológico erguia-se um complexo sistema de relações, no qual incluía o culto, o exorcismo e a magia. Segundo relação encontrada na biblioteca de Assurbanipal (668-626), em Nínive, mais de 2.500 entidades eram divinizadas pelos mesopotâmicas. Marduk, deus da Babilônia, é elevado a deus principal pelo código de Hamurabi (XX a.C.). A religião de Marduk converteu-se na última das grandes sínteses das correntes espirituais mesopotâmicas. Nesse sentido o sincretismo ganhou importância. A figura de Marduk (Baal ou Bel) tinha dois rostos, correspondendo à sua dupla personalidade, como filho do sol e deus da magia, filho das águas profundas.
Para eles à hora da morte era uma decisão dos deuses. O mundo dos mortos consistia num universo de sombras e trevas que se esvaíam, como uma prisão sem saída.A primeira forma do culto consistia na oração e na liturgia de atendimento aos deuses. Estes como os mortais, deviam comer e beber, dormir e amar. Oferendas diárias deveriam ser oferecidas aos deuses, suas imagens expostas como forma de proteção, seus símbolos usados como sinal de bom agouro.
As rezas e preces, por vezes cantada em coro, expressava a admiração dos celebrantes, exaltava o poder da divindade e suplicava por sua intervenção.
A prática da consulta aos horóscopos é de origem caldaica (6), mas se tornou popular em toda a mesopotâmia. O horóscopo, sistema que relaciona datas e lugares geográficos à posição dos astros, passou a ser usado para previsões do futuro.
Os babilônicos acreditavam que todo o mal, físico ou psíquico, ligava-se ao pecado ou ocorria por ação de demônios, instigados por feiticeiros.
A prática de exorcismo era uma atividade mágica na religião mesopotâmica. Rezas, penitências, ritos especiais e outras práticas orientadas por sacerdotes eram feitas com o intuito de afastar as forças maléficas e abolir as causas do mal. (5 – adaptado).
Continua...

domingo, 7 de abril de 2013

Estudo: Ocultismo 1ª Parte


Introdução
O Ocultismo traz consigo a influência das artes mágicas, das religiões de mistério, de muitos deuses e deusas que tanto têm contribuído para que pessoas permaneçam a vida longe do verdadeiro criador e partam desse mundo sem a salvação.
Sabemos que ao arrazoarmos sobre o tema “ocultismo” estaremos despertando a curiosidade de algumas pessoas para fatos e práticas que até então, provavelmente, ignoravam. Não temos como objetivo excitar a curiosidade de alguém na direção do ocultismo, mas alertarmos preventivamente sobre dardos sutis que podem ter atingido a mente de alguma pessoa. Devemos ter presente a admoestação de Paulo em Rm 16.19 – “… quero que sejais sábios para o bem e simples para o mal”. Podemos estar a par das atividades do diabo sem nos deixarmos envolver pela obsessão ou fascinação doentia.
Não temos como nos esquivarmos de que o sobrenatural é realidade. Apesar disso, devemos ser cuidadosos para não considerarmos todos os fenômenos inexplicáveis como sobrenaturais, pois a fraude sempre fez parte desse meio cheio de mistérios!
Podemos incorrer em dois extremismos quando estudamos sobre o Ocultismo; primeiro é não crer na influência diabólica das suas práticas e segundo é crer e desenvolver um interesse mórbido em relação ao Ocultismo.
É diante dessa conjuntura e de tantas conjecturas, que o ocultismo tem ganhando espaços e adeptos, por isso, a importância dessa singela abordagem.
Terminologia
O vocábulo ‘oculto’ deriva-se da palavra latina ‘occultus’ e significa escondido, secreto, obscuro, aquilo que é de falso fundamento, misterioso. São fenômenos que parecem escapar ou escapam ao domínio dos sentidos. A palavra sinônima de oculto é esotérico e está relacionada com a doutrina que se oculta das pessoas em geral e se revela apenas aos iniciados.
O Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo relata: “Ocultismo é o que está além da esfera do conhecimento empírico; o sobrenatural; o que é secreto ou escondido”. (2)
O termo ocultismo, criado no século XIX pelo francês Eliphas Lévi (Alphonse Louis Constant), designa a série de teorias, práticas e rituais que têm por base conhecimentos secretos e a possibilidade de invocar forças desconhecidas, sejam da mente ou da natureza. A alquimia, a astrologia, a cabala e a bruxaria estão entre as mais antigas formas de ocultismo. O aparecimento de doutrinas ocultas ou esotéricas, que permanecem restritas a um pequeno grupo de iniciados, é uma característica comum a todas as antigas culturas. Com métodos próprios destinados a curar enfermidades, obter determinados bens ou adivinhar o futuro, essas doutrinas pressupõem a existência de espíritos e de forças ocultas que governam o universo. Muitas das formas de ocultismo tiveram origem em religiões secretas, tais como a bruxaria, que reproduzia, na Idade Média, rituais de cultos pré-cristãos. Outras se baseavam em conhecimentos de caráter filosófico, como a astrologia e a alquimia, que se propunham uma síntese de todo o saber. (4)
Origem do Ocultismo
Babilônia, foi o berço do ocultismo, notadamente da adivinhação e dali as práticas se espalharam por toda a terra com a povoação que se espalhava (Gn 11.8,9). Deus frustrou as previsões ocultistas nos dias de Moisés e Arão, quando realizaram sinais diante de Faraó, ao transformar varas em serpentes. A serpente de Moisés engoliu as serpentes dos praticantes de ciências ocultas de Faraó e depois em repetir as pragas sobre o Egito (Ex 7.8-12, 19-22; 8.5-11,16-19; 9.11). Os reis antigos usavam com excesso as práticas ocultistas. Nabucodonozor tomou a decisão de atacar Jerusalém depois de recorrer ao ocultismo (Ez 21.21,22). A prática adotada por Nabucodonozor é conhecida como hepatoscopia (adivinhar pelo fígado do animal). Amã, inimigo dos judeus, pretendeu matar Mardoqueu empregando métodos ocultistas ao levantar uma forca valendo-se de adivinhação ( Et 3.7-9; 9.24,25; Nm 23.23). (3)
Continua...

sábado, 30 de março de 2013

Estudo sobre Festas Pagãs: Festas Juninas 5ª Parte



Os Santos não Intercedem

É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: 
 

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," [I Tm. 2:5].
 
       Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: 
 
"...e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." [João 14:13,14].
 
       Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.

  • Os Santos não Escutam Orações

       Um devoto junino acredita piamente que seus "santos" ouvem suas petições por ocasião destas festividades natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos: 
 
"Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. 6 Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol." [Eclesiastes 9:5,6].
 
       Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). é claro que há consciência onde eles estão, mas aqui em nosso mundo eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém.

  • Invocação de Espíritos dos Mortos

       Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. É claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos: 
 
"Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?" [Isaías 8:19].
 
       E mais: 
 
"Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti." [Deut. 18:9,-12].
 
       No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.

  • Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo

       Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos dos santos não sabem de nada do que acontece em nosso mundo, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse:
 
"Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 )
 
       Ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas "graças" às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!

  • Comidas e Imagens

       Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: 
 
"Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos...não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios." [Atos 15:29 ; I Co. 10:21].
 
       Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: 
 
"Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;" [Deut. 5:8,9].
 
       Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.

Conclusão

      Pare e pense: como vimos, todas as práticas encontradas nas festas juninas são rejeitadas pela Palavra de Deus. Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos que elas desobedecem explicitamente o que Ele ordenou em sua santa Palavra? Será que os católicos realmente estão honrando a Deus com isso? Pense novamente:  Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5:21-23] , mas que haviam sido mescladas com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com mais veemência ainda as ditas festas"cristã" dedicada aos santos?

Fontes de consultas:

Defesa da Fé - junho de 2002 nº45;
Jornal - Folha de Rio Preto, 22/06/2003;
Revista - Galileu Junho 2003 nº143;
Artigo do CACP - "As Maldições das Festas Juninas" - Pr. Afonso Martins;
Anotações particulares do Pb. Paulo Cristiano da Silva