quinta-feira, 13 de outubro de 2011

XV Congresso da UMCEB reúne militares cristãos de todo o Brasil em Belém do Pará

Entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro aconteceu em Belém do Pará o XV Congresso da União de Militares Cristãos Evangélicos do Brasil, evento que reuniu milhares de policiais e bombeiros militares, além de integrantes da Guarda Municipal do Município de Belém e militares das Forças Armadas além de representantes de outros estados brasileiros e também dos Estados Unidos.
O crescimento do número de evangélicos nas corporações fez necessária a presença de capelães pastores, segundo informou a deputada estadual Dra. Silvana (PMDB – CE). “A atuação desses capelães vai abençoar muitas vidas”, disse ela que esteve presente em um dos dias de evento.
No dia 29 o comandante Geral da PMPA, Coronel PM Mário Solano, recebeu os integrantes da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil – UMCEB e à noite esteve presente na abertura do Congresso, onde se pronunciou, parabenizando a iniciativa e elogiando a organização, a presença de todos e desejando sucesso nos trabalhos do encontro.

DSC00745 XV Congresso da UMCEB reúne militares cristãos de todo o Brasil em Belém do Pará

Nova temporada de Malhação tem espiritismo como tema: público evangélico reprova

O seriado Malhação, no ar desde 1995 e sempre voltado ao público adolescente, adotou uma nova abordagem nessa temporada. Os temas que variam bastante, porém com a mesma receita, mostrando jovens envolvidos sentimentalmente e sem muitas regras, agora estão com um novo apelo, não menos polêmico: o espiritismo.
Essa atual fase da novelinha da Rede Globo dá destaque a uma personagem que enxerga um determinado número em todos os lugares e sonha com o antigo namorado, que está morto. O resumo dos episódios no site do programa relata uma das cenas que reforçam a nova estratégia: “Durante uma noite chuvosa, ela caminha por ruas estreitas e desertas. Alexia procura pelo número 1046, mas não consegue encontrar. Ouve um barulho de algo caindo e percebe que está sendo seguida. Ao se esconder em um beco, tenta fazer uma ligação, mas o celular está sem sinal. A garota tenta se acalmar e se aproxima da rua para olhar se ainda há alguém por ali. Nisso, Alexia dá de cara com um homem todo de preto. Ela foge, desesperada, e quando pensa que não vai mais aguentar continuar correndo, a garota sente alguém pegá-la pelo braço e puxá-la para trás de um muro. É Douglas, que sussurra: ‘Shhh, quieta, Alexia, pô!’ Alexia chora de saudade e tristeza. ‘Não é possível… não é possível, Douglas… Douglas, você morreu!’ A garota fica arrasada cada vez que tem um sonho com ele. No dia seguinte, seus olhos estão inchados de tanto chorar. O atual namorado, Moisés, presidente da ONG em que ela dá aula, fica intrigado com seu jeito estranho. Um sonho que se repete será um sinal do namorado morto?”.
A preocupação com o conteúdo do seriado, que tem uma das maiores audiências da TV no horário das 17h30 às 18h00, aumenta ainda mais agora. Não são poucos os que protestam contra o conteúdo. O blogueiro Natan Moreira, um dos que reprovam o conteúdo, cita um versículo bíblico para destacar sua opinião: “Porque o demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta. – Apocalipse: 12:12” e alerta: “Jovens, fiquem espertos! Telespectadores, fiquem ligados!”.
Fonte: Gospel+

“Fala que eu te Escuto” esquece religião e repercute fim de “A Fazenda 4″


O programa foi o primeiro a entrevistar a vencedora do reality, Joana Machado, ex-namorada do jogador Adriano, do Corinthians.
“Foram 86 dias de confinamento”, abriu a reportagem do programa mais religioso da TV aberta, o “Fala que Eu Te Escuto”, a respeito do fim do reality show exibido na Record, emissora controlada por Edir Macedo, líder da Igreja Universal.
O programa teve exclusividade e foi o primeiro a entrevistar a vencedora do reality, Joana Machado, ex-namorada do jogador Adriano, do Corinthians.
“Eu não esperava. Nunca esperava isso. Não estou acreditando”, disse Joana ao “Fala que eu Te Escuto”. Ela afirmou ainda que não tem planos para gastar o dinheiro, uma vez que não o esperava.
Joana recebeu ainda os parabéns do bispo que comanda o programa religioso, que perguntou se os vencedores do reality (anteriores) eram os “mais falsos ou verdadeiros”.
“Quem ganha aqui é a verdade. Não tem armação”, disse Joana, do alto de seus novos R$ 2 milhões no bolso.
Fonte:Folha Gospel

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O sucesso de Dagoberto como jogador de futebol é graças a sua conversão, diz empresário do jogador

Vivendo uma ótima fase no São Paulo com muitos gols e passes precisos, o atacante Dagoberto está sendo muito cobiçado por times do Brasil e do exterior. O artilheiro do time no campeonato brasileiro já tem propostas e sondagens, mas não quer saber de conversas antes do fim do Brasileirão.
Feliz com o sucesso de seu cliente o agente do jogador, Marcos Malaquias, revelou o motivo pelo qual Dagoberto se tornou um jogador tão importante e visado. Segundo ele a conversão do jogador ao evangelho o tornou melhor. “Desde o final do ano passado ele é evangélico. Isso acalmou o Dagoberto. Hoje ele é muito feliz, percebemos isso dentro e fora de campo”, revelou o agente a um jornalista.
Segundo Marcos, a alegria que Dagoberto vem sentindo desde quando se tornou evangélico influenciou em seu bom rendimento em campo, melhorando o seu futebol. O jogador se converteu dentro do centro de treinamento do time do São Paulo, quando participava das reuniões de leituras bíblicas realizadas pelo amigo Hernanes, também evangélico que hoje joga no meio-campo do time da Lazio na Itália e da Seleção Brasileira.
Em breve Hernanes também deve deixar o time do São Paulo, o agente Marcos irá para a Europa onde times interessados no futebol de Dagoberto irão fazer propostas para ter o jogador a partir de 2012.
Fonte: Gospel+

Pastor Marco Feliciano se irrita ao ser entrevistado pelo CQC e ataca: “Idiotas, querem desgraçar a imagem de homens públicos”


No último dia 06/10, o Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano reclamou publicamente em seu perfil no Twitter de um desentendimento com o CQC (Custe o que Custar) da Band. Feliciano postou a seguinte frase: “Imagine se empenhar em 1 assunto sério de vida/morte, estar indo pra tribuna pra denunciar 1 crime e ser barrado pelas pegadinhas do CQC???”
O Gospel+ entrou em contato com a assessoria de Feliciano e questionou sobre o ocorrido, e o Pastor respondeu afirmando que “eles (CQC) entram na Câmara dos Deputados, e ficam fazendo pegadinhas, perguntas capciosas, e quando você responde o correto, como já aconteceu comigo antes, eles ignoram e não passam na TV, mas quando um político erra, eles escracham, debocham e humilham”.

Feliciano se referiu no Twitter ao repórter mirim do programa, que o abordou fazendo perguntas que na verdade eram pegadinhas: “Como se fala o nome da capital dos EUA, New York ou Nova Iorque?”, “Quanto é 7 x 9?”, “Qual a data em q a cidade do Rio de Janeiro deixou de ser a Capital do Brasil?” e “Qual o País a Presidente estava visitando naquele momento?”.
O Deputado não escondeu a insatisfação com a situação. “Percebe a idiotice, a pegadinha, a malvadeza? Eu estava vindo de uma reunião seriíssima com o Ministro da Justiça, sobre o Caso do pastor Iraniano que esta condenado a morte, e indo pra o plenário pra denunciar um acontecido nos EUA, do menino Thomas de 8 anos adotado por lésbicas, q esta mudando de sexo, já se chama Thamy e tem o apoiamento dos “pais”, minha cabeça a mil, ai nos corredores das comissões uma criança com um microfone na mão quis me entrevistar. Pensei que era algo pra escola, ou sobre o dia das crianças, e de repente as perguntas idiotas”.
Feliciano não poupou críticas ao programa, dizendo que “o parlamento, o senado, o executivo, os ministérios, trabalham cada um em sua esfera, e os assuntos são inúmeros, incontáveis e diversos. É impossível a qualquer um que seja saber de tudo a todo o momento”.
O Pastor foi além dizendo que alguns segmentos da imprensa não dão valor à liberdade e fazem mal uso dela, e faltam com respeito em relação às instituições que governam o país. “Expor o parlamento ao ridículo é uma vergonha. Eu disse ao repórter apos acertar as duas primeiras perguntas, não me lembrar da terceira, e na quarta falar q a presidente estava na Europa e visitava vários países, que, se odeiam tanto o parlamento, que façam um manifesto público e fechem o parlamento, e se introduza uma vez mais a ditadura. Quem sabe assim ficarão felizes. Se esquecem que no período da ditadura, os repórteres desapareciam sem deixar vestígios, eram mortos, assassinados. A democracia é uma conquista do povo, mas não para ser usada pra achincalhar, humilhar ou expor alguém ao ridículo como se faz sempre. A democracia é liberdade sem libertinagem, é expor idéias com inteligência, respeito e não destruir algo que foi construído com sangue, suor e lagrimas”.
Feliciano afirmou ainda que pediu respeito aos repórteres e os questionou sobre o motivo de eles não veicularem as matérias em que os entrevistados acertam as perguntas. Segundo ele, a “resposta veio em silencio numa expressão facial de sarcasmo”. O Deputado encerra afirmando que “a intenção deles não é fazer um jornalismo com humor, e sim desgraçar a imagem de homens públicos, que salvo os que merecem punição e pra isso existe a justiça, trabalham e muito pelo bem dessa nossa linda nação”.

Cômico: Interferência no link faz culto da Renascer ser transmitido com música secular de fundo

Ouvintes da Rádio Gospel FM e telespectadores da Rede Gospel que estavam assistindo aos cultos desse domingo perceberam uma interferência no sinal que colocou ao fundo músicas seculares que estavam sendo executadas pela rádio Musical FM.
O problema técnico aconteceu na transmissão dos cultos das 17h e 19h que são ministrados pela bispa Sônia Hernandes e pelo seu esposo, apóstolo Estevam Hernandes. Enquanto eles pregavam a palavra de Deus, músicas com duplo sentido como “Ai se eu te pego” de Michel Teló e “Balada” de Gusttavo Lima ficaram como fundo musical, confundindo os ouvintes.
“Minha avó disse que na transmissão da Rede Gospel havia também musica secular ao fundo. Está sabendo de alguma coisa?” Questionou um usuário do Twitter ao apóstolo Estevam que respondeu dizendo que era impossível disso acontecer. “Sem chance ela deve ter se confundido, na rádio só música gospel”, escreveu o líder da Renascer.
O usuário explicou que o era uma rádio que tocava ao fundo e Estevam entendeu que foi uma interferência. “Isso pode ser interferência do link, mas não era nosso. Vamos verificar”, escreveu.

Jogo sobre a vida de Moisés é sucesso no Facebook


Journey of Moses [Jornada de Moisés, o primeiro jogo para Facebook baseado na Bíblia, já ultrapassou mais de 1,2 milhões de usuários. Desde o seu lançamento em meados de agosto, o jogo tem ficado entre os 10 mais populares no ranking do Facebook Gainers.
É um feito extraordinário para um jogo que parecia não ter um apelo muito amplo fora dos círculos religiosos. Mas oito semanas depois continua a receber críticas favoráveis. E seu público está espalhado por todo o mundo incluindo África, sudeste da Ásia, Europa, América do Sul, Austrália e EUA.
“Temos relativamente poucos jogos usando temas religiosos, mas esse tem sido um sucesso desde o lançamento “, disse Randy Nelson , de InsideSocialGames.com.
O jogo foi criado pela Hexify, empresa da Califórnia que tem se dedicado ao crescente mercado de jogos online. “Antes não havia jogos com temas bíblicos no Facebook. Eu acho que o alto nível do jogo e o apelo da história continuam fazendo com que os usuários joguem, se divirtam e convidem seus amigos”, explica Brent Dusing, CEO da Hexify .
“Este é o único jogo que deixo meus filhos jogarem no Facebook e espero ver mais jogos cristãos no futuro”, declarou um jogador na página de fãs do jogo no Facebook.
Como muitos dos chamados “jogos sociais”, Journey of Moses oferece um fórum para a comunidade de usuários. O jogo é gratuito, embora seja possível comprar bens como em outros jogos do Facebook para ajudar a melhorar seu desempenho.
A Hexify já considera produzir outros jogos com temática bíblica em breve.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Estudo da Semana: Culpados da Lei, salvos pela Graça

Deus nos dá a lei para levar-nos a reconhecer que existe algo de terrivelmente errado em nossa vida, e que a morte – morte espiritual – é a conseqüência fatal disso. Essa lei é um conjunto de princípios que irá aguçar nosso julgamento moral, para que possamos identificar o pecado. Os Dez Mandamentos constituem a essência básica da lei. Eles são como um grande aparelho de Raios-X, que revelam a estrutura óssea de nossa pecaminosidade. As primeiras quatro chapas dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus. As outras seis abordam nosso relacionamento com os homens.
Estudando as Chapas
I “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx. 20:3).Essa expressão “outros deuses” não se refere necessariamente a um buda de bronze ou a uma representação totêmica. Qualquer coisa que receber nosso interesse máximo é nosso deus. Mas nosso interesse máximo deveria concentrar-se em Deus. Somente ele é digno de nossa adoração. Jesus disse que o grande mandamento era amar a Deus de todo o coração, alma, mente e forças.
II “Não farás para ti imagem de esculturas” (Êx. 20:4).O primeiro mandamento diz respeito ao Ser a quem adoramos. Este segundo refere-se à forma como adoramos. Somos instruídos a adorá-lo sinceramente, com o coração totalmente dedicado a Deus. “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração.” (1 Sm 16:7.) Quando nos assentamos na igreja, cheios de religiosidade, mas ignorando a Deus, fazemos daquele templo um ídolo.
III “Não tomarás o nome do Senhor ten Deus em vão” (Êx. 20:7).Isto não diz respeito apenas ao uso de imprecações, mas também a menção do nome da deidade, como Deus e Senhor, sem pensar no próprio Deus. Se cantamos as palavras de um hino maquinalmente, ou nos dizemos cristãos sem conhecermos a Cristo pessoalmente, estamos tomando o nome de Deus em vão.
Conta-se que Alexandre, o Grande, encontrou certa vez um indivíduo de caráter reprovável cujo nome era Alexandre. Então o general disse-lhe: “Ou transforme sua vida, ou mude de nome.”
IV “Lembra- te do dia do sábado para o santificar.” (Êx. 20:8.)De cada sete dias, um é designado pelas Escrituras para adoração especial e descanso. Jesus disse: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.” (Mc. 2:27.) Isto quer dizer que precisamos deste dia especial. Deus, em sua sabedoria, afirma que nosso corpo precisa desse dia para observar um tempo de descanso, assim como nosso espírito precisa dele para o culto. O costume de algumas pessoas de utilizar os fins de semana para prolongados períodos de lazer e entretenimento excluindo a adoração a Deus, implica em que perdem tanto os benefícios do lazer como os do culto.
Sabemos que uma nação ou indivíduo que trabalha sete dias por semana sofre danos físicos, psicológicos e espirituais. Todo tipo de maquinaria precisa de uma cessação ocasional.
V “Honra a ten pai e tua mãe.” (Êx. 20:12.)Este texto não coloca limite de idade para esta honra. Tampouco diz que os pais devem ser pessoas honradas, para merecerem honra. Isso não significa, porém, que temos que “obedecer” pais que talvez sejam desonrosos. Não somente durante a nossa infância, mas enquanto nossos país viverem, temos que honrá-los, se é que queremos obedecer a Deus. Essa honra tem muitos aspectos: afeição, apoio moral, ajuda financeira, respeito. No entanto, em nossos lares, ouvem-se mais palavras ásperas que qualquer outra coisa. Dizemos a nossos país coisas que nunca dizemos a amigos, no trabalho ou na igreja.
VI “Não matarás.” (Êx. 20:13.)O ato do assassinato propriamente dito é a culminância de muitas emoções. Por trás dele, acham-se atitudes de irritação, inveja e ódio. Disse Jesus: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão está sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno do fogo.” (Mt. 5:21,22.) Será que alguém é capaz de dizer que nunca se irritou contra alguém? Todos nós somos culpados da transgressão desta lei mesmo que nunca tenhamos tirado a vida de ninguém.
VII “Não adulterarás.” (Êx. 20:14.)Ele não implica apenas em desonrar a própria esposa ou o próprio marido, mantendo relações sexuais com outra pessoa; diz respeito também à mentalidade que está sempre preocupada com o sexo. Diz respeito ao ato de olhar para um homem ou uma mulher com intenção ou desejo lascivo. Para Deus, a pureza é, primeiramente, uma atitude do coração, depois então é um ato.
Com as coisas nestes termos, é possível que o leitor diga: “Isto é ridículo. Ninguém consegue obedecer este mandamento fielmente.” E estará com toda razão.
IX “Não dirás falso testemunho contra o ten próximo.” (Êx. 20:16.)Pensamos sempre que testemunha é uma pessoa que comparece a um tribunal para prestar declarações. Se na cadeira de testemunhas mentirmos dizendo: “Mas, meritíssimo, esse homem provocou meu cachorro, e por isso ele o mordeu. Ele bateu em meu cachorro com uma vara, e então o animal o atacou em autodefesa”, quando, na realidade, o cão abocanhara a perna do vizinho sem qualquer provocação, então estaremos mentindo. Mas, e se se trata de um mexerico “inocente”? O mandamento foi transgredido do mesmo modo.
X “Não cobiçarás.” (Êx. 20:17.)Quando tomamos algo que não nos pertence, isso é roubo. Roubar é um ato; cobiçar é uma atitude. Quando desejamos algo que pertence a outrem, isto é cobiça. Quantos casamentos têm terminado em divórcio, simplesmente porque um homem começou a pensar mais nos atributos da mulher do próximo, do que na sua? Este mandamento diz que não podemos cobiçar nada, e isto inclui o carro, o aparelho de TV do próximo e até sua tenda de camping.
O Diagnóstico do Raio-XSerá que alguém, pode ler e entender os mandamentos sem sentir-se incriminado por eles? Eles revelam a situação do nosso coração. O apóstolo Tiago comentou que até mesmo um só mandamento transgredido é suficiente para destruí-nos. Se estivermos suspensos sobre um abismo, seguros por uma corrente de dez elos, quantos deles precisam romper-se para que caiamos no abismo? “Pois, qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos.” (Tg. 2:10.)
A Bíblia e nossa consciência nos dizem que erramos o alvo seriamente, e que somos pecadores. O que um Deus santo faz? Como Deus age com relação a nossos pecados?
Temos uma resposta a respeito disso nas palavras de um jovem que se tornou dolorosamente cônscio do mandamento: “Não furtarás.” Disse ele: “Minha vida não era propriamente um mar de rosas. Antes de completar treze anos, eu já era ladrão, tanto no coração como em palavras e ações. Fui preso muitas vezes. Cumpri termo num reformatório, e, depois que saí, em menos de uma semana, estava roubando de novo.” Disse que sua família desistiu dele completamente, e que achava que seu futuro estava destruído. Certa noite, ele ouviu a pregação do evangelho pela televisão, arranjou uma Bíblia e começou a lê-la. Em seguida, ele pediu a Cristo que o perdoasse por seu passado pecaminoso. Atualmente ele está esperando em Cristo, para que assente novas bases para sua vida e lhe dê um novo futuro.
Como Deus pode perdoar-nos? O que acontece quando o pecado se torna uma constante em nossa vida? E se somos arrastados pela síndrome do pecado? Existe alguma esperança para nós?
Se não houvesse esperança, eu não estaria escrevendo postando este artigo. Se não houvesse possibilidade de uma solução, você não o estaria lendo.
JESUS CRISTO! É a unica esperança. Ele bebeu o cálice da ira de Deus pelo fato de nós termos quebrado sua Lei. Agora Deus pode salvar-nos da condenação eterna se aceitarmos à Cristo e vivermos por sua Palavra.
Fonte: Evangelho Hoje

Livro que deve ser assunto durante o mês é lançado pela Central Gospel. Neste livro, é examinada à luz da genética humana a possível veracidade ou falácia das afirmações frequentemente feitas por homossexuais e seus defensores: “Eu nasci gay e, por isso, não posso mudar.” Este livro foi escrito para o público em geral, não apresentando termos técnicos e evitando cálculos matemáticos e estatísticos complexos. Leitura indispensável para líderes políticos, advogados, educadores, conselheiros, pais e líderes em todas as especialidades.

Revista IstoÉ destaca “Os 7 pecados da Igreja Católica”

Faz cerca de 140 anos que o número de católicos no Brasil segue ladeira abaixo. No século XIX, precisamente em 1872, o conglomerado de brasileiros que se assumia fiel à Igreja Católica beirava a totalidade da população, 99,7%. Durante os 100 anos seguintes, a cada década que se encerrava, aproximadamente 1% abandonava a religião. O índice dessa queda, atualmente, continua o mesmo. Mudou, porém, o fato de ele ocorrer a cada ano. Essa aceleração do declínio foi constatada pela pesquisa “Novo Mapa das Religiões”, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Faculdade Getulio Vargas.
Ao processar microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2003 e 2009, os estudiosos, capitaneados pelo economista Marcelo Neri, constataram que nesse intervalo de seis anos cerca de 6% da população deixou a religião romana – decresceu de 73,7% para 68,4%. O montante de fiéis que segue atualmente a doutrina preconizada pelo Vaticano é o mais baixo verificado no País.
E, pela primeira vez na história, em alguns Estados e capitais da maior nação católica do planeta, o número de adeptos da religião não chega nem à metade dos habitantes (leia quadro). Quais seriam, então, os deslizes patrocinadores da queda do status do catolicismo entre os brasileiros, como as estatísticas não se cansam de mostrar? ISTOÉ recorreu a um colegiado de profissionais da religião, gente que pensa a Igreja, para discorrer sobre os possíveis pecados da Santa Madre. Eis os sete principais confessados.

1 Romanização da Igreja

É cantada em prosa e verso, já há algum tempo, a rejeição dos fiéis contemporâneos a autoridades religiosas que impõem doutrinas e ritos. Imposição, obrigação e restrição são palavras proscritas em um cenário no qual cada vez mais as pessoas se habilitam a estar no comando do próprio destino. A Igreja Católica, no entanto, caminha na direção oposta. Vive um momento de reinstitucionalização de seus fiéis, de os disciplinar para que aprofundem a sua fé. Os bispos defendem um contato maior com os bens religiosos, como missas e novenas.
Esse processo preconizado pelo Vaticano é conhecido como romanização do catolicismo. “Bento XVI prefere uma Igreja menor e mais atuante em vez de uma maior sem atuação coerente e consistente”, afirma o cientista da religião Jung Mo Sung, da Universidade Metodista do Estado de São Paulo (Umesp). “A estratégia fortalece o fervor de uma minoria praticante, mas traz uma consequência não intencional da perda de adesão de católicos difusos.”
Esse efeito-rebote, somado à procura cada vez maior da população por curas e milagres que resolvam rapidamente seus problemas, tem levado esses católicos a migrar para outras denominações ou encorpar o grupo dos que fazem contato com o divino sem o intermédio de uma instituição. “A Igreja prefere que as pessoas que buscam soluções imediatas por meio de milagres não permaneçam nela”, diz o teólogo jesuíta João Batista Libanio. Diminui-se o número de católicos, mas, por outro lado, aumenta-se o dos praticantes conscientes.

2 Supermercado católico

Párocos têm relatado que seus templos estão existindo à imagem e semelhança de supermercados. Percebem que é cada vez maior o número de fiéis que procuram a igreja ocasionalmente, em busca de serviços religiosos como casamentos, missas de sétimo dia, batizados e bênçãos de lugares e objetos. Tratado como produto, o casamento, só para citar um dos “bens” católicos, se torna um evento alheio à doutrina. “Há casais que trazem o CD da novela que faz sucesso para tocar na cerimônia. Se você se nega, alguns inconformados batem boca com você, viram as costas e procuram quem o faça”, conta o padre José João da Silva, da paróquia São José Operário, em Itaquera, na zona leste da cidade de São Paulo. “Vivemos uma igreja fast-food.”
Nessa lógica de mercado, missa de sétimo dia tem se transformado em uma grande assembleia de gente que só foi ao templo por conta da ocasião e não está preocupada com o significado do ritual. Quanto aos batizados, explica o cônego Celso Pedro da Silva, da paróquia Santa Rita de Cássia, do Pari, zona norte de São Paulo, a Igreja supõe que quem quer que o filho se insira nela antes do uso da razão o faz porque dela faz parte e aceita suas regras. “O mesmo vale para a primeira comunhão, mas muitos pais não têm vínculos efetivos, nem foram casados na Igreja”, diz ele. “Acredito que uma dificuldade do catolicismo seja saber que o povo católico não é evangelizado e, mesmo assim, se comportar na prática como se ele fosse”, diz o cônego.
O padre João Carlos Almeida, teólogo e diretor da Faculdade Dehoniana (SP), foi vigário paroquial no Santuário São Judas Tadeu, na capital paulista, por três anos. E conta que passava quase o dia todo atendendo a confissões e abençoando automóveis. “Muita gente trazia seu carro recém-comprado para ser benzido e ia embora. Poucos rezavam ou participavam de uma missa”, lembra. Com a oferta religiosa na vitrine, católicos assistem a seus fiéis se afastando dos vínculos espirituais.

3 Fuga de mulheres

Está lá no “Novo Mapa das Religiões”. Entre as 25 denominações pesquisadas, apenas no catolicismo a mulher não constitui a maioria dos adeptos (leia quadro à pág. 70). Entre evangélicos, espíritas, religiões de matriz africana, oriental e asiática, elas superam os fiéis do sexo masculino. As católicas, porém, são cerca de 67,9%, enquanto os homens são 68,9%. Neri, o organizador do estudo da FGV, atribui o resultado, entre outras interpretações, ao fato de as alterações no estilo de vida feminino ocorridas nos últimos 30 anos não terem encontrado eco na doutrina católica, menos afeita a mudanças. De fato, seguem engessadas na Igreja, só para citar três tabus, as questões sobre os métodos contraceptivos, o divórcio e o aborto.
De acordo com o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), o catolicismo não gosta da mulher. “Ao que parece, elas, mal-amadas que são pela Igreja, estão se autorizando a não gostar da religião, a reagir”, diz ele. Seu colega de PUC, o padre e psicólogo João Edénio dos Reis Valle, afirma não ter dúvida de que a questão de gênero pesa na constante diminuição do número de católicos no País. “Ela pesa em especial nas mulheres de classes mais instruídas e em melhor posição socioeconômica”, afirma. “Essas não só percebem como discutem e não aceitam as posições da Igreja em relação a uma série de questões que as afetam.” E conclui discorrendo sobre a não participação clerical feminina. “Elas reivindicam um papel novo e ativo na vida da instituição.”

4 Escândalo de pedofilia

Em 2002, um grupo de mais de 500 pessoas levou à Justiça americana denúncias de abusos sexuais cometidos por sacerdotes e membros da arquidiocese de Boston, nos Estados Unidos. Esse escândalo foi a chama que fez arder uma fogueira de denúncias mundo afora, inclusive no Brasil. Na Irlanda, só para dar a dimensão do problema, a pedofilia acobertada por seis décadas pela hierarquia católica local foi tachada pela Anistia Internacional como o maior crime contra os direitos humanos já registrado na história daquele país. Para uma instituição que tem como bandeira a verdade sobre o mundo, ser atingida por problemas éticos que constituem crime representou um duro golpe. E a mazela dos escândalos de abuso sexual envolvendo crianças afastou muitos simpatizantes do catolicismo.
É o que defende o cientista da religião Sung. “O militante não terá sua fé abalada. Mas os que se sentiam católicos por uma afinidade de infância ou inspirados em alguma figura pública podem ter deixado de ser por causa desses fatos.”
Para piorar, a Igreja não foi hábil na cicatrização da ferida. “Ela trabalhou a questão na base do segredo e do corporativismo. A lógica interna de uma instituição que se protege e não ventila o problema levou a ampliar o fenômeno, tornando-o uma sensação nos meios de comunicação”, afirma a socióloga da religião Brenda Carranza, da PUC de Campinas. Só há pouco tempo Bento XVI decidiu ordenar que os bispos abrissem normativas internas contra padres suspeitos de ser pedófilos e informassem as autoridades civis. Em setembro, ao visitar sua terra natal, a Alemanha, que perdeu 180 mil adeptos no ano passado por conta dos abusos sexuais praticados por sacerdotes, disse: “Posso compreender que, em vista de tais informações, alguém diga: ‘Esta já não é a minha Igreja.’”

5 Ausência de lideranças

Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999 aos 90 anos, foi quatro vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar brasileira, homem de vida simples que morava no quartinho de uma sacristia no Recife, ele foi um expoente internacional da Igreja Católica. Multidões se mobilizaram ao seu redor, no Brasil e na Europa, para ouvi-lo. Atualmente, porém, não há entre o colegiado católico nacional símbolos como dom Hélder, capaz de cooptar fiéis por meio do exemplo. “Numa sociedade moderna, em que a adesão à religião acontece por opção pessoal, é preciso que haja nomes admirados publicamente”, diz Sung, da Umesp. As grandes figuras católicas da atualidade são os padres cantores.
Eles, porém, fazem eco entre os católicos militantes, explica Sung, mas não são referência para setores não atuantes do catolicismo. A Igreja deixou de ser representativa entre os brasileiros como algo a ser admirado há quase duas décadas. Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal emérito de São Paulo que lutou contra a tortura e os maus-tratos a presos políticos durante a ditadura, e uma dessas figuras que inspiraram muitos católicos, se aposentou em 1998. “Dom Paulo é uma personalidade que enfrentou um regime militar, criava afinidade entre o povo e a instituição”, afirma o padre Libanio. Aos 90 anos, Arns vive recluso em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, enquanto sacerdotes empunham microfones para cantar e fazer coreografias de suas músicas no altar.

6 Comunicação centralizada

Há comunidades dentro do catolicismo que lançam mão de tecnologias para se relacionar com os jovens. Elas têm escancarado à Igreja, segundo a socióloga da religião Brenda, que não é mais possível seguir com a ideia de que o fiel se encontra na paróquia. Estabelecida em sua maioria em grandes centros urbanos, essa turma mais nova sofre com o impacto da mobilidade, do crescimento acelerado, do consumo exacerbado, enfim, elementos que a fazem estabelecer relação com a crença muitas vezes a distância. Para a professora da PUC, a noção de participação das novas gerações urbanas é pautada pela afinidade. O jovem busca uma instituição quando se identifica com ela, independentemente da proximidade física. “Mas a noção da Igreja de paróquia é territorial”, diz Brenda. Para o padre Libanio, enxergar as demandas da população e repensar até onde a religião pode ir na direção delas é o caminho para o futuro do catolicismo. “Os fiéis querem aquilo que os satisfaz e têm buscado muito o mundo virtual”, diz ele. “A Igreja Católica tem de repensar a sua estrutura paroquial.”

7 Perda de identidade social

Houve um tempo, em muitas cidades do interior do País principalmente, que frequentar uma igreja era condição obrigatória para quem quisesse engatar um relacionamento amoroso sério. Quantos garotos não foram riscados por potenciais sogras da lista de pretendentes pelo fato de não irem à missa? Assumir-se membro de uma entidade religiosa – católica, de preferência – conferia pertençer a um grupo social. Diante da pressão para uma definição religiosa, muita gente tendia a assumir a crença na qual havia sido batizado, mesmo que exercitasse também a sua fé em terreiros de umbanda ou centros espíritas. “Católico era o imenso guarda-chuva cultural e religioso que permitia o trânsito espiritual”, diz Brenda Carranza, da PUC.
Com a disseminação do processo de secularização no campo religioso nacional, essa prática foi ficando obsoleta. A possibilidade de expressar a fé livre de preconceitos tem feito com que cada vez mais os brasileiros, quando submetidos a censos, assumam que não seguem os dogmas defendidos pela Santa Sé ou mesmo nenhum credo – daí o grupo dos sem-religião também estar em crescimento. O catolicismo, então, perdeu a status de produtor de identidade social.
Infografico Catolica Revista IstoÉ destaca Os 7 pecados da Igreja Católica

Grupo cristão quer trocar o Halloween por “JesusWeen”


Celebrado entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e o nascer do dia 1° de novembro, tratava-se de uma noite sagrada (hallow evening, em inglês), a tradição diz que o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se uniam em uma coisa só. Por isso a imagem mais comum é a de fantasmas, bruxas e monstros indo de casa em casa pedindo comida.
Com o tempo, a comida servida deu lugar aos doces que as crianças vestidas de monstros pedem ao longo da noite. A comemoração do Halloween foi se popularizando e hoje já é lembrada em vários países, inclusive no Brasil.
Agora, um grupo cristão canadense tenta mudar a história, incentivando as pessoas a doarem Bíblias e presentes cristãos como “uma forma amigável de lembrar as crianças” quem Jesus venceu a morte.
Por isso o nome da festa para eles deveria ser Jesus Ween [um trocadilho com win, vencer em inglês]. O projeto Jesus Ween foi criado pelo pastor Paul Ade, que vive em Calgary, Canadá. Ele tem feito seminários em diversas igrejas da América do Norte, tentado mobilizar cristãos de todas as denominações a levarem a sério essa iniciativa.
A grande maioria dos cristãos considera o Halloween apenas uma festa cultural, algo inofensivo e divertido. Porém, uma minoria cristão tem se oposto a ele, classificando-a de “demoníaca” e “espiritualmente perigosa”. Agora o
JesusWeen pretende ser uma “alternativa saudável que pode melhorar a vida de todo mundo”, segundo notícia do seu site.
Muito criticada desde que foi anunciada, a festa do “Jesus vencedor” poderá ser um imenso fracasso ou mudar vidas para sempre. Vai depender da adesão dos cristãos norte-americanos e canadenses. Em seu site, o grupo reconhece que o esforço ainda é tímido e tem pouca adesão, mas pretende crescer e ter um alcance mundial.
Confira o vídeo de divulgação:
Fonte: Gospel Prime

sábado, 8 de outubro de 2011

30 Coisas simples para fazer sua mulher mais feliz

Não é novidade que as coisas simples – mesmo que, muitas vezes, confundidas com “coisas bobas” – são o que realmente importa no final. E também não é novidade que, a maioria dos homens, têm um pouco de dificuldade em enxergar a importância desses detalhes. Pensando nisso, foi realizado pesquisa com leitoras de blogs especializados, perguntando quais as coisas que os seus homens fazem que as deixam mais felizes. E o resultado, você confere agora:
  
1. Quando ele me abraça do nada;
2. Quando me beija sem eu pedir;
3. Me levar pra jantar e, de sobremesa, me faz gastar todas as calorias;
4. Quando me sinto mais importante que seu time de futebol;
5. Quando eu acordo e me deparo com ele olhando pra mim com aquela carinha de feliz;
6. Quando ele me elogia de manhã quando acordo de cara amassada;
7. Quando ele me dá colo e faz carinho no meu cabelo depois do sexo;
8. Quando ele me olha enquanto faço a maquiagem e não fica me apressando;
9. Quando ele solta elogios sem motivo;
10. Quando ele faz carinho sem esperar por sexo;
11. Quando acordo e recebo um SMS que ele mandou de madrugada;
12. Quando ele me acorda de manhã com carinho e diz: “Desculpa, eu só queria você”;
13. Quando ele faz planos pro futuro que me incluem;
14. Quando ele me busca no trabalho de surpresa e diz que não aguentou esperar até o fim da tarde pra me ver;
15. Quando ele fica feliz em compartilhar coisas básicas, do tipo “Como foi seu dia”;
16. Quando ele não tem pressa na hora do sexo, que se preocupa mais em me satisfazer do que com o próprio prazer;
17. Quando ele percebe que estou de TPM e corre pra cozinha pra fazer o melhor brigadeiro do mundo;
18. Quando ele me olha concentrado enquanto eu falo, com aquele olhar de admiração e respeito;
19. Quando ele se preocupa comigo, com as coisas mais pequenas, do tipo ligar pra perguntar se eu cheguei bem em casa;
20. Quando ele faz a programação do fim de semana;
21. Quando ele olha no meu olho no sexo;
22. Quando ele atravessa a cidade no horário de pico só pra tomar um vinho comigo quando saber que não estou bem;
23. Quando ele apoia os meus projetos;
24. Quando me faz sentir importante entre os desconhecidos;
25. Quando a gente deita de conchinha e ele me dá beijinhos na nuca;
26. Quando ele traz café na cama – mesmo que seja café com leite e pão com manteiga;
27. Quando ele me arranca gargalhadas, mesmo que eu esteja sem vontade nenhuma de sorrir;
28. Quando tem paciência comigo quando faço alguma coisa "boba";
29. Quando ele demonstra ter realmente pensado sobre alguma coisa que falei e mostra mudanças;
30. Quando ele aparace com presentes fora de hora (mesmo os mais simples!).

Essa postagem dedico a mulher que amo...Minha Dany futura mamãe. Te Amo Flor.

Pastor Silas Malafaia será convidado a defender o Dia do Orgulho Hétero em audiência pública em Brasília

No dia 18 de Outubro, será realizada pela Comissão de Constituição e Justiça, na Câmara dos Deputados, uma audiência pública para debater a criação do Dia do Orgulho Heterossexual. O Deputado afirma que “daqui a pouco os heterossexuais se transformarão pela propaganda midiática em reacionários e nós queremos ter nossa opção pela família sendo alardeada com orgulho”.
A proposta apresentada pelo Deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ) prevê que a data seja comemorada no 3º Domingo de Dezembro. O Deputado afirmou ainda que convidará para a audiência o Pastor Silas Malafaia e outros líderes evangélicos, além de ativistas gays, para que a proposta seja discutida por todos os setores da sociedade.
Segundo o site G1, o projeto havia sido apresentado anteriormente, porém o Presidente da Câmara, Deputado Marco Maia (PT-RS) havia rejeitado o projeto. No último dia 02/08, Cunha apresentou recurso, afirmando que “a apresentação de proposições legislativas constitui direito do parlamentar”. O Deputado afirma ainda que a proposta do Dia do Orgulho Heterossexual pretende reforçar os ideais da família, afirmando que os ativistas dos direitos dos homossexuais “querem transformar o combate à discriminação em uma ideologia. Precisamos debater esta questão. Por isso solicitei a realização de audiência pública”, disse Cunha.
Em sua justificativa para o projeto de lei, Cunha descreve a ideia como forma de equilibrar os debates e reforçar que não é errado sentir orgulho de ser hetero e defender os valores da família. “A “proposta visa resguardar direitos e garantias aos heterossexuais de se manifestarem e terem a prerrogativa de se orgulharem do mesmo e não serem discriminados por isso”.
Fonte: Gospel+

Nos EUA, aumentam os casamentos celebrados por amigos dos noivos



Pesquisa ds americanos de orientação a noivos – Thenot e WeddingChannel — revelou que, entre seus usuários, aumentou de 29% em 2009 para 31% em 2010 o número de casais que convida amigos para presidir a cerimônia religiosa de seu casamento, em substituição aos sacerdotes.
Trata-se de uma forte tendência nos Estados Unidos que se explica, em parte, pelo distanciamento que há entre a maioria da população e as religiões, escreveu Michelle Boorstein, do The Washington Post.
“Eu não me lembro da última vez em que estive em um casamento que não fosse presidido por um amigo”, disse Jim Kurdek.
De acordo com as pessoas ouvidas pela jornalista, para os noivos não religiosos faz muito mais sentido que tenham o seu casamento celebrado por amigo do que por um pastor ou padre que nunca viram na vida.
O mesmo motivo se aplica nos casos em que as famílias dos noivos são de diferentes religiões. Michelle citou o exemplo de Andrew Butcher, judeu, e de Julie Pezzino, católica. Houve, na cerimônia, alguns ritos judaicos e outros católicos, mas sem ser uma coisa ou outra.
O casamento religioso sem sacerdote faz parte do fenômeno da “religião lego” – cada pessoa monta a sua própria crença.
Trata-se de um fenômeno que não é novo para os brasileiros, que são praticantes em larga escala do sincretismo religioso, embora por aqui ainda não haja casamento celebrado por amigos dos noivos.
Com informação do The Washington Post.

Israel para por 24 horas para celebrar o Yom Kippur


Israel se paralisará durante 24 horas a partir do entardecer desta sexta-feira, por ocasião da celebração do Yom Kippur (Dia do Perdão), a data mais sagrada do calendário hebreu e na qual os mais fervorosos jejuam e oram em introspecção durante longas horas.
"Para mim, o Yom Kippur é o dia mais importante do ano, um dia de amor no qual me sinto mais conectada com Deus, e para o qual me preparo meses antes", disse à Agência Efe Dalia Gross, uma professora de 30 anos de Jerusalém.
"É um dia de silêncio no qual pode olhar dentro de si mesmo e ver o que é realmente importante na vida", acrescentou.
O Yom Kippur segue os "Dez Dias de Arrependimento", que começam com a celebração do Ano Novo judaico (Rosh Hashaná) e é o mais solene para os judeus.
Ao anoitecer de sexta-feira e até que se vejam as três primeiras estrelas na noite do sábado, Israel se fechará e o silêncio se imporá nas ruas de quase todo o país.
A tradição judia assinala esta data como o dia do julgamento divino, no qual Deus sela o "livro da vida".
Por esta razão, nos últimos dias os judeus trocam saudações e felicitações que incluem a bênção de "Guemar Chatimá tová", ou seja, que "Que sejas inscrito" no livro da vida.
As sinagogas concentrarão seus serviços em emocionantes orações de penitência e leituras especiais das escrituras sagradas, que serão finalizadas ao som do "shofar", instrumento de sopro bíblico elaborado com um chifre oco de carneiro.
Uma das preces mais solenes do dia é a de "Kol Nidré" (Todos os votos, em aramaico), na qual os judeus pedem que Deus anule todas as promessas descumpridas no último ano.
As orações e a liturgia deste dia estão estritamente ligadas à passagem dos judeus pela Espanha Medieval, e as duas principais - o "Kol Nidré" que abre a jornada e a "Neilá", que fecha - foram obra de autores sefarditas, judeus originários da Península Ibérica.
O Yom Kippur, décimo dia do mês de Tishrei, era, além disso, o único do ano no qual o Sumo Sacerdote entrava no sancta sanctorum do bíblico Templo de Jerusalém e pronunciava o nome do inefável - Yavé, deus dos hebreus - perante milhares de israelitas ajoelhados.
Para ajudar à introspecção e sublimação espiritual exigida nesse dia, todas as cadeias de televisão e de rádio suspendem suas transmissões, os jornais não circulam e o aeroporto é fechado.
A paralisação brusca afeta também a internet, onde a maioria dos sites de notícias deixa de ser atualizada durante 24 horas.
Também não estarão abertas as fronteiras, inclusive a maior parte dos acessos aos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia e de Gaza, nos quais se poderá entrar e sair apenas em caso de emergência.
Os judeus praticantes não devem beber nem comer durante o Yom Kippur, não utilizar aparelhos elétricos, cozinhar, realizar nenhum esforço físico, usar calçados ou acessórios de couro, utilizar cosméticos, lavar-se, nem manter relações sexuais.
Laicos e tradicionalistas respeitam o silêncio do também denominado "Sábado dos Sábados" com uma paralisação comercial em todas as regiões judias de Israel, e os locais de lazer e centros de trabalho públicos e privados permanecem fechados.
Funcionam apenas os serviços de emergência e segurança, que costumam estar em alerta máximo, e as ruas se esvaziam de carros e ficam desertas, tornando-se o lugar perfeito para que os menos religiosos as desfrutem com uma liberdade sem limites.
Quase tão habitual como ir à sinagoga para os religiosos, é para os não praticantes tomar as vias públicas com bicicletas, skates ou a pé.
Nos dias prévios, é tradicional celebrar o ritual das expiações ou "Kaparot", nas quais aves são sacrificadas como símbolo da redenção do indivíduo.
Milhares de galos e galinhas foram degolados nesta semana em Israel como sinal de expiação individual e para lembrar aos crentes que, a qualquer momento, Deus pode tirar-lhes a vida como compensação por seus pecados.
"Eu sou vegetariano", respondeu com humor Yoel ao ser perguntado sobre este costume, que nos últimos anos encontra forte oposição dos grupos de defesa de animais.
Yoel pertence a uma corrente messiânica que vê no Yom Kippur não um dia de juízos e castigos, mas de "fusão e regozijo com Deus".
"Tudo se detém ao nosso redor para meditarmos, mas o realizamos com regozijo e prazer, e sempre com a mente posta na união com Deus", finalizou, explicando as razões pelas quais não respeita o tradicional jejum, seguido por mais de 70% da população judaica de Israel segundo enquetes de anos anteriores.



Com informações do EFE via Terra

Neta de Glória Menezes lança CD Gospel

Maria Pugliese, neta de Glória Menezes, é a nova revelação do segmento gospel. A jovem lançou seu primeiro CD na Expo Cristã,  com direito a avó coruja no gargarejo. Confira aqui.

Notícias Cristãs com informações da Coluna do Ancelmo Gois