domingo, 24 de março de 2013

Beijaço de Repúdio contra Feliciano reúne simpatizantes da causa gay em São Paulo


Beijaço gay

São Paulo – A três dias da decisão sobre a permanência ou não do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, mais um protesto ocorrido hoje (23), na avenida Paulista, reforçou a rejeição ao parlamentar.
Desde que o líder religioso fez comentários preconceituosos contra homossexuais e negros por meio das redes sociais, vários segmentos da sociedade têm defendido o afastamento dele da presidência da comissão. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) que, no último dia 20, apelou para que o deputado renunciasse ao cargo, deve tomar uma decisão sobre o caso até a próxima terça-feira (26) .

Como forma de ironizar a conduta do parlamentar, um pequeno grupo de gays e simpatizantes da causa reuniram-se, no final da tarde de hoje (23), no Beijaço de Repúdio, ato organizado por meio do Facebook. A manifestação, na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, próximo à região central, foi organizada pelo historiador Augusto Patrini, de 32 anos.

“Com esse ato, queremos mostrar que o amor entre duas pessoas - não importa o sexo - é uma coisa bonita e não tem nada de vergonhoso, ao contrário do que prega o deputado Feliciano”, disse Patrini. “Ele é uma pessoa racista e homofóbica e não pode estar em uma comissão de Direitos Humanos”, acrescentou.

Fonte: Yahoo

sábado, 23 de março de 2013

Estudo Sobre Festas Pagãs: Festas Juninas - 2ª Parte.



 Sincretismo Religioso

       
Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.
       Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. 
“Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira."

Superstições

1 - A Puxada do Mastro

       Puxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.
       Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.

2 - As Fogueiras

       Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).
       Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.

3 - Os Fogos de Artifício

       Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.

4 - Os Balões

       A sociedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.
       Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em uma floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.
       Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.
       A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.

OS SANTOS

Santo Antônio

       Alguns dizem que o nome verdadeiro desse santo não é Antônio, mas Fernando de Bulhões, segundo estes, ele nasceu em Portugal em 15 de agosto de 1195 e faleceu em 13 de junho de 1231.
       Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.
       Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.
       Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.
       A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.
       No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.
      Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.
       É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:
        “Meu Santo Antônio querido,
       Meu santo de carne e osso,
       Se tu não me deres marido,
       Não te tiro do poço”.
       As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.
       Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: 
“O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”.

Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:
       “São João a vinte e quatro,
        São Pedro a vinte e nove,
       Santo Antônio a treze,
       Por ser o santo mais nobre”.

São João

       A Igreja Católica o consagrou santo. Segundo essa igreja, João Batista nasceu em 29 de agosto, em 31 A.D., na Palestina, e morreu degolado por Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé (Mt 14.1-12). A Bíblia, em Lucas 1.5-25, relata que o nascimento de João Batista foi um milagre, visto que seus pais, Zacarias e Isabel, na ocasião, já eram bastante idosos para que pudessem conceber filhos.
       Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.
       As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.
       João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).
       Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!

São Pedro

       É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos apóstolos” e o primeiro papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu. E para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.
       Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!
       Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pescadores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.
       A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.
       Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.
       Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).

Evangélicos lançam campanha de oração por Jean Wyllys



O deputado federal Jean Wyllys anuncia que pediu proteção policial para garantir sua segurança. Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, tal decisão foi tomada depois de “centenas de insultos e ameaças à vida e segurança do deputado recebidos nos últimos dias”.
Para Wyllys, as campanhas difamatórias contra ele seriam iniciadas e incentivadas por pessoas ligadas ao pastor Marco Feliciano. Segundo a nota oficial, “inclusive por funcionários da própria Câmara dos Deputados lotados no gabinete do deputado pastor”.
Além disso, o deputado Wyllys, além dos parlamentares petistas Domingos Dutra (MA) e Erica Kokay (DF), entraram com “representações criminais contra os autores e divulgadores de vídeos, imagens e notícias que caluniem ou incitem a violência, publicados em redes sociais e portais de notícias”. O motivo principal seria o vídeo produzido por aliados de Marco Feliciano que mostra várias cenas dos opositores ao fato do pastor ocupar a presidência da Comissão de Recursos Humanos e Minorias.
O parlamentar do PSOL já disse estar indignado com as várias mensagens suas associadas a frases que ele nunca disse sendo divulgadas com palavras de ódio contra ele e pedindo sua cassação. Uma dessas frases, inclusive, foi desmentida pela rádio CBN, afirmando que a informação é falsa e que a entrevista mencionada nunca existiu.
Paralelo a isso, os responsáveis pela “Missão Ctrl-S” estão utilizando as redes sociais para divulgar uma campanha “em favor” de Jean Wyllys. Seu objetivo não é politico, mas sim espiritual.
“O Jean Wilys não está ouvindo, nem lendo, suas críticas nas Redes Sociais. Mas Deus ouve suas orações. Ore. Deus é mais poderoso que suas críticas” diz o texto divulgado. A imagem do deputado sorrindo vem acompanhada dos primeiros versículos da carta bíblica de 1 Timóteo:  “Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e honestidade”.
A “Missão Ctrl-S”, cujo nome remete ao atalho usado por softwares para o comando salvar, parece seguir a tônica da Rede Fale, que em meio a tantas polêmicas envolvendo líderes religiosos e políticos, tentam mostrar que “os evangélicos não são todos iguais”.

Chamado de “Jesus Negro”, líder de seita é acusado de matar e comer 3 crianças


Stephen Tari, também chamado de “Jesus negro” e “assassino canibal”, escapou com outros 48 presos durante a mudança de guarda na penitenciária de Madang, norte de Papua Nova Guiné.
Ele foi preso por causa dos estupros que cometeu, mas é o principal suspeito de matar três meninas e depois comer sua carne e beber seu sangue. Estes crimes nunca foram solucionados, mas Tari, 40, é considerado perigoso pela polícia local. Capturado e preso, estava na penitenciária desde março de 2007. Em 2010, foi condenado por quatro acusações de estupro, mas a falta de provas impediu que respondesse pelos homicídios.
Uma verdadeira caçada humana está em andamento nas selvas de Papua Nova Guiné para localizar os fugitivos.
Ex-seminarista, Stephen Tari conseguiu reunir milhares de seguidores em 2006, quando reuniu um “rebanho” fiel, que para o governo era apenas mais uma seita. Conhecido como o “Jesus Negro”, tudo mudou quando ele foi acusado de matar as meninas que faziam parte de seus discípulos.
Sempre usando longas vestes brancas, ele reunia as pessoas em uma clareira na selva, onde pregava seus ensinamentos. Estima-se que chegou a reunir mais de seis mil pessoas, sempre com a promessa que eles iriam receber recompensas no céu se o seguissem.
Ele começou a perder seguidores rapidamente depois de realizar rituais bizarros. Um deles incluiria o sacrifico humano de uma das meninas, no qual a própria mãe teria bebido o sangue da filha morta, de acordo com parentes da vítima.
Quando chegou na aldeia de Matapi, no interior do país, o pastor Paulo Makura, de uma igreja local, reuniu os moradores e prenderam Tari enquanto ele dormia.  Após sua fuga, a polícia disse que teme que muitos de seus antigos seguidores estejam ajudando a escondê-lo.

 Com informações Daily Mail.

12ª temporada do show de calouros American Idol é dominada por participantes cristãos



O show de calouros norte americano American Idol, que em sua última temporada revelou o cantor cristão Colton Dixon, chegou à sua 12ª temporada dominado por cantores cristãos, que fazem questão de dividir sua fé com o mundo.
Segundo o The Christian Post, entre os 12 participantes do programa, 8 são cristãos, e fazem constantes referências à sua fé. São eles: Candice Glover, Lazaro Arbos, Janelle Arthur, Curtis Finch Jr., Amber Holcolm, Angie Miller, Devin Velez e Burnell Taylor.
Uma das competidoras favoritas ao título do programa é Angie Miller, que conquistou os fãs após interpretar as canções de adoração “You Set Me Free”, e deixou os jurados impressionados com seu desempenho na canção “Never Gone”. Através do Twitter, a cantora frequentemente compartilha sobre sua fé.
- Igreja não é só o único momento em que agradecemos e esperamos para ficar um tempo com Deus. Isso deve ser um exercício diário – escreveu Miller recentemente na rede social.
Líder de louvor, Curtis Finch Jr chegou a ser ovacionado pelos jurados e pelo público em suas apresentações que emocionam o público.
Outro destaque no programa é Devin Velez, que sempre publica vídeos no YouTube interpretando canções de adoração e também usa o Twitter para falar sobre sua fé.
- Só tenho que me lembrar por que estou aqui e que tudo está em Suas mãos – escreveu Velez recentemente, refletindo sobre sua participação no programa.

Por Gospel+

Casal de cristãos adota seis irmãos para que eles não sejam separados; “Deus honra”, explicam



Um casal no Maranhão decidiu adotar seis irmãos que haviam sido abandonados pela família biológica, para que eles não fossem separados e adotados por famílias diferentes. Depois de saber da situação dos irmãos, o cabelereiro Ivaldo Aires e sua esposa, Marilene, que ainda não tinham filhos, decidiram trazer os irmãos para fazerem parte de sua família.
As crianças estavam, há três anos, na Casa de Passagem de Açailândia, interior do Maranhão, seriam encaminhados para instituições da capital São Luís, onde cada um poderia ser adotado por uma família diferente. A situação dos irmãos chegou até Ivaldo por uma funcionária da instituição.
- Quando eu soube que eles iam ser separados, eu fiquei pensando no caso do meu pai juntamente conosco. Meu pai não tinha aquela condição financeira de nos dar tudo aquilo que nós queríamos, mas só nós estarmos ao lado do nosso pai, para nós, era a maior felicidade – afirmou Ivaldo ao G1, ao explicar sua decisão.
A decisão de adotar as crianças veio também de sua esposa, que relatou a atitude tomada por eles como algo guiado por Deus.
- Graças a Deus, eu gosto deles como filhos meus. É uma coisa incrível que eu não sei como contar, só Jesus mesmo que sabe fazer tudo certinho. Nós queremos dar o melhor para eles. O que vem de Deus, Deus nos dá para nós passar para eles – afirmou Marilene, esposa do cabelereiro.
Deixadas pela mãe biológica para adoção, após a morte do esposo, as crianças tem agora em Ivaldo um novo pai, que afirma que as considera como seus verdadeiros filhos.
- Eu tenho eles como filhos. Jamais pude considerar eles sem pai porque eles têm pai agora. Tudo aquilo que a gente faz com amor, Deus honra. E Deus tem me honrado grandemente – finalizou Ivaldo Aires.
Ivaldo e Marilene conseguiram em dezembro a guarda das crianças, com idades entre quatro e dezesseis anos, decisão que já foi oficializada pela justiça.

Por Gospel+

Psicóloga Marisa Lobo escreve carta aberta ao deputado e ativista gay Jean Wyllys: “O senhor não debate, o senhor ofende”



A psicóloga cristã Marisa Lobo escreveu uma carta aberta ao deputado federal e ativista gay Jean Wyllys, onde critica o parlamentar por ameaças de processo que ela afirma estar sofrendo por se opor às suas ideias. Marisa Lobo afirmou também estar movendo um processo contra o deputado, e afirma que a ação de Wyllys contra ela é motivada por uma mentira.
- Cansada de ser Ameaçada de processo por uma mentira inventada pelo dep @JeanWyllys resolvi mover um processo contra o mesmo de (denunciação caluniosa) assédio moral e calúnia e difamação – escreveu a psicóloga em sua página no Facebook, junto de uma foto em que aparece ao lado de seus advogados.
- Foto dos meus advogados criminalistas (voluntários) que ao ver a vergonha das ameaças que sofro deste cidadão, resolveram pegar minha causa: Dr.Otoniel Oliveira e Dr.Hélio Anjos Ortiz. em reunião escolhendo os ataques de pessoas movidas pela indução das besteiras que diz esse deputado. no vemos então na justiça. Minhas provas segundo Criminalista estão claras. vamos ver as suas (sic) – completou.
Na carta ao deputado, Marisa Lobo afirma que Jean Wyllys se utiliza de palavras desrespeitosas para se referir a ela, o que não condiz com a imagem de um deputado, cargo que ela afirma ter sido alcançado pelo parlamentar por sorte.
Ela diz ainda que as acusações de Wyllys contra ela tem um forte impacto negativo na vida de sua família, e afirma ter provas da falta de tolerância da do deputado, que ela afirma agir por “infantilidade e falta de entendimento de que existam pessoas que são diferentes” dele.
Marisa Lobo afirma ainda que sua luta é pela democracia, e finaliza dizendo que Jean Wyllys deve aprender a respeitar e a se dar o respeito.
Leia a carta na íntegra:
Ao me deparar com as acusações e palavras desrespeitosas do deputado senhor Jean Wyllys se referindo à minha pessoa fiquei muito decepcionada, pois a ofensiva é de um ditador e não condiz com a imagem de um deputado. Aí pensei: não foi a nação que o elegeu foi a “sorte”, talvez por isso não respeite o cargo que ocupa e nem o povo, pois este não votou no mesmo, como prova seus poucos 13 mil votos, é o que penso.
Talvez por não ter tido ainda uma esposa, como o meu marido, não tenha a compreensão de como suas palavras dirigidas a mim podem ofender um marido, e talvez por ainda não ter filhos não saiba avaliar como os meus filhos se sentiram e se sentem com as mentiras que o senhor diz e inventa da mãe deles.
Sr. Jean Wyllys, faço questão, por respeito ao público, falar o seu nome. Porque não tenho o que temer nem a pretensão de manipular ou de arregimentar, nem de deixar situações mal explicadas com intuito de implantar uma dúvida ou uma confusão intelectual na cabeça das pessoas. Sou honesta intelectualmente.
As palavras do deputado sim são caluniosas e desonestas em sua intenção. Duras de ouvir, como mulher e como profissional. O senhor não debate; o senhor ofende, pratica assédio moral e bullying, uma mostra aparente de sua intolerância e de sua falta de limites. Mas o que mais me impressiona é a manipulação dos fatos e a “cara de pau”, me perdoe a expressão, de imputar crimes, calúnias e difamação às pessoas. Lei existe para todos em igualdade, e as leis estão a serviço da verdade, não a seu serviço, deputado. O senhor pratica abuso de autoridade, ou é folgado porque acredita que a imunidade parlamentar possa te autorizar a ofender pessoas e sujar o nome delas por simples orgulho, descaso e ódio? Ou divertimento? Penso ser infantilidade e falta de entendimento de que existam pessoas que são diferentes do senhor, que pensam e sentem diferente.
Eu e milhares de pessoas divulgamos o vídeo a que se refere, e em nem um momento o achei criminoso pois veicula imagens mostrando suas falas agressivas contra cristãos, contra nossa fé, e contra aqueles que se opõem às suas lutas, que nem sempre são legítimas. Alguém tem que ter a coragem, deputado, de te dizer isso. Diferente por exemplo da manipulação daquele programa CQC, onde o senhor perverteu sua fala e implantou maldosamente na mídia que “psicólogos Cristãos praticam tortura”. E isso tenho registrado em ata notarial com meus advogados, isso sim foi grave. Ou quando o senhor atribuiu a notícia de uma violência a homossexual à minha pessoa e à pessoa do pastor Silas Malafaia, induzindo claramente e atribuindo de forma criminosa um crime, uma culpa.
O que tenho a meu favor contra seu discurso de ódio e suas mentiras atribuídas a mim é, por exemplo, uma audiência pública do dia 27/11 em que o senhor participou. A gravação prova que tentei ser imparcial e lutar pelos direitos de todos (homossexuais, evangélicos, ex-gays… Enfim, pessoas humanas), e me pergunto: Quem manipulou com requintes de crueldade as informações? Quem induziu ao erro?
O senhor não me assusta com seus discursos de processo, acredito na justiça. A própria internet prova com datas quem disse e falou o que. E, deputado, não me arrependo de nenhuma palavra que disse do senhor, pois minha luta não é contra o senhor, é contra as suas estrapolações enquanto parlamentar.
Nessa guerra toda, conforme a ultima audiência que participei, ficou claro a minha honestidade. Mas, infelizmente, na sua tentativa de “dar show”, “causar” e atrapalhar os trabalhos, não ouviu uma só palavra, apenas deturpou o momento como sempre e não percebeu como tentei equilibrar e promover a paz. Mas acho que o senhor deseja mesmo é guerra, o que é uma pena. Mas dá ibope né, deputado?
Com suas palavras duras e mentirosas somente confirmei minhas suspeitas: o senhor precisa mais de orações e de alguém que freie suas motivações, pois está agindo como um ditador, travestido de idealista e protetor dos direitos humanos. Pois se fosse sensato dialogaria, como o deputado Marco Feliciano propôs ao senhor. Saiba que está criando uma guerra santa, manipulando pessoas, ações, pensamentos e falas. Sem remorso, sem culpa e sem se importar a quem está ferindo, está dando tiros para todos os lados para ver se consegue acertar em alguém. Vai conseguir, e está conseguindo, machucar muitas pessoas inocentes contradizendo sua luta.
Não se preocupe comigo deputado, sou pequena. O que tenho é minha profissão, que o senhor com suas mentiras e falas maldosas tenta destruir. É desumano o que o senhor faz comigo, eu apenas exerço meu direito de expressão e de professar minha fé; o que o senhor diz de mim é mentiroso. O senhor me usa como bode expiatório porque quer mostrar serviço. Sei que é uma ação orquestrada, que pode me prejudicar como já o fez com suas mentiras e manipulação de fatos, como faz em seu tuites, seu site e suas entrevistas. Tenta sempre me veicular ao curandeirismo, fato que a justiça já está ciente que foi manipulação de pessoas como o senhor, e que em tempo certo responderão por isso.
Em nenhum momento faltei com o respeito com sua pessoa, não usei palavras de baixo calão me referindo a quem quer que seja. Mas sim, contradigo e me oponho a algumas de suas falas por considera-las mentirosas e manipuladoras.
O senhor fala tanto em discurso de ódio, mas só vejo ódio em seus discursos; a não ser quando está em programas de TV, onde faz tipo na frente das câmeras. Me perdoe se estou interpretando errado, mas é o que me parece; são suas atitudes que me levam a acreditar na sua falsidade social, suas palavras são a prova de seu ódio. Eu não odeio o senhor, mas confesso que tenho pedido a Deus para perdoá-lo e conseguir entender suas agressões, pois me parece que o senhor não tolera alguém que se oporem às suas ideias e não aceita o contraditório, fato lamentável para um parlamentar que tem a obrigação de primar pela liberdade de expressão e pela democracia.
Saiba, querido, que não somos deuses nem imortais, e um mandato dura apenas quatro anos. Não temos sempre razão, dialogar é a melhor opção, e devemos ouvir as razões do outro; precisamos muitas vezes sermos frustrados sim, para nos tornarmos seres humanos melhores.
Você pode enganar as pessoas, mas não a todas elas por muito tempo. Uma hora a verdade aparece, e espero por ela. Quanto ao processo que diz estar movendo contra mim: continue, talvez essa seja a chance de provar que o senhor me persegue. Pois eu sou povo, você é o deputado e deveria respeitar o cidadão e dar-se ao respeito.
Marisa Lobo.
Uma cidadã que exerce seu direito à democracia, de se opor aos desmandos de qualquer parlamentar. Tenho o direito ao contraditório.
Por Gospel+

sexta-feira, 22 de março de 2013

Estudo Sobre Festas Pagãs: Festas Juninas - 1º Parte


Juno esposa de Júpter, rainha dos deuses

Atendendo a pedidos, estarei postando no decorrer desta semana e da próxima, sobre Festas Pagãs e começarei pela festa Junina. Creio que este tipo de abordagem seja de grande valia ao povo de Deus pois, muitos não só tem duvidas sobre o tema como acabam se envolvendo em laços do inimigo pela ignorância no assunto. Oro a Deus para que sejamos abençoados com este estudo. Os créditos ficam para os Autores:  Pr João Flávio e Presb. Paulo Cristiano.

Matéria compilada e adaptada pela equipe editorial do CACP  - www.cacp.org.br




Introdução


       Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas, que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.
     Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.
       Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.

Herança Portuguesa

       A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa:

“o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes."

      Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.
    Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.
       É bom lembrar também que nessa época as escolas, "em nome da cultura", incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc... A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza - rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc...
       Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.
       As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).
       O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.

Uma Suposta Origem das Festividades

       Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:

“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.

       Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.
       As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos:  Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro,  no dia 28.

Plágio do Paganismo

       Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol,  e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.
       As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.
       Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.
       Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).
       As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma:

“os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Senador Magno Malta, é ameaçado de morte


O Senador Magno Malta (PR-ES) registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira no Espírito Santo. Segundo a própria policia já foi contratado um pistoleiro para sua execução. A informação foi divulgada por sua assessoria de imprensa em seu site.
A denúncia foi feita na Superintendência de Polícia Especializada, na capital Vitória. Segundo o site do deputado, há dez dias um pistoleiro prepara armadilhas para assassiná-lo. O policial civil Josimar Alberto Pereira Sarti disse ter informações sobre o suposto mandante do crime, e assim Magno levou o caso para a polícia.
“Nenhum policial inventaria algo tão grave sem qualquer comprovação. Minhas diversas bandeiras são contra legalização das drogas, em defesa das crianças abusadas e vou fundo para apurar denúncias de mortes em hospitais de vários estados”, comentou Magno Malta.
O caso começou a menos de 20 dias, de acordo com informações oficiais. O senador Magno Malta denunciou nos programas de TV do Partido da República (PR) o nível alto de violência no Espírito Santo. Ele já participou de diversas investigações e responsável pela prisão de traficantes, assassinos, sequestradores e pedófilos, e foi informado pela própria polícia que há um pistoleiro contratado para executá-lo a qualquer momento.
A Polícia Civil informou ao G1 que o registro foi feito e o caso está sendo investigado pelo delegado José Monteiro Junior. O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, já foi comunicado a respeito das ameaças contra o senador Magno Malta.
Em seu depoimento ele disse para a polícia “que já foi ameaçado durante a CPI do Narcotráfico e da CPI da Pedofilia e que agora vai presidir a nova CPI sobre Violação ao Direito Humano à Saúde que vai apurar erros médicos em instituições públicas e privadas no Brasil. Sou homem público que tem coragem para combater a criminalidade e não tenho medo de pistoleiros”.
José Monteiro, Superintendente de Polícia Judiciária, escutou o senador Malta por aproximadamente duas horas. “É uma ameaça de morte séria e já vamos investigar todos os pontos”, informou o delegado.
Magno Malta é além de político, pastor evangélico e músico.

Pastor Silas Malafaia critica Conselho Federal de Medicina por pedir legalização do aborto: “Rasguem seu código de ética”





Em meio aos estudos para a elaboração do Novo Código Penal, o Conselho Federal de Medicina (CFM) enviará um parecer ao Senado defendendo que a mulher tenha autonomia para decidir a respeito da interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação.
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Atualmente, segundo a legislação em vigor, o aborto só é permitido em casos de risco à saúde da gestante ou quando a gravidez é resultante de um estupro, de acordo com informações do G1.
A proposta elaborada pelo CFM prevê ainda que, o aborto seja permitido ainda em casos de gravidez por emprego não consentido de técnica de reprodução assistida e anencefalia ou feto com graves e incuráveis anomalias, atestado por dois médicos. A decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado a respeito dos anencéfalos é vista como provisória, até que uma legislação a respeito seja implementada.
Num comunicado enviado à imprensa, o CFM alega que “não é favoráveis ao aborto, mas sim à autonomia da mulher e do médico” de decidir a respeito do que deve ser feito, caso a caso.
O pastor Silas Malafaia publicou em seu site, um comentário a respeito da decisão do CFM de apoiar a legalização do aborto nessas três novas situações.
No texto, Malafaia sugere que o CFM “rasgue o seu código de ética e cancele o juramento” feito em favor da proteção à vida.
“A medicina que deve lutar pela vida está pactuando com a morte de seres humanos indefesos”, diz Malafaia, indignado com a postura adotada pelo CFM.
Silas Malafaia frisa que a sugestão que o CFM encaminhará ao Senado é incoerente: “Veja a hipocrisia da sociedade. Os que lutam pelos direitos humanos são os que matam os seres humanos indefesos. Que Deus tenha misericórdia desta geração”, afirma.
Confira abaixo, a íntegra do comentário do pastor Silas Malafaia:
Vou dar uma sugestão ao Conselho Federal de Medicina: rasgue o seu código de ética e cancele o juramento que vocês fizeram para o exercício da profissão. QUE VERGONHA! A medicina que deve lutar pela vida está pactuando com a morte de seres humanos indefesos.
O pequeno bebê no útero da mãe na 12ª semana está totalmente formado, a partir daí ele apenas se desenvolve. A incoerência demonstra a perversidade do ser humano, sem afeto natural. Nenhum ser humano é mais humano do que o outro, a diferença entre o óvulo fecundado e entre eu e você é o tempo e a nutrição.
A vida se dá na concepção. É um ato continuo quer intra ou extrauterino, até a morte. Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o pequeno bebê e é ele quem faz cessar os ciclos da mãe, é ele quem regula o líquido amniótico e, em última instância, é ele quem determina a hora de sair. Se não tivesse na cápsula protetora seria expulso como corpo estranho. O pequeno bebê no útero da mãe não é um prolongamento dela, é um ser independente que está em simbiose com ela por nutrientes para o seu desenvolvimento, até o momento da sua chegada ao mundo.
Um embrião já é uma pessoa, pois não pode se tornar outra coisa a não ser uma pessoa. Deus fala a nosso respeito antes da concepção (Sl 139.16b), na concepção (Sl 139.13), na vida embrionária (Sl 139.16), em toda vida fetal (Sl 139.15). Aproveito e deixo a citação do Salmo 139.14: “Graças te dou, porque de modo assombroso e maravilhoso fui formado; as tuas obras são maravilhosas, e a minha alma o sabe muito bem”.
Veja a hipocrisia da sociedade. Os que lutam pelos direitos humanos são os que matam os seres humanos indefesos. Que Deus tenha misericórdia desta geração.
Grito silencioso
O vídeo a seguir, ‘O grito silencioso’, é considerado um dos melhores sobre o tema e explica o que o aborto realmente é. Ele conta a experiência do doutor Bernard Nathanson, um dos pioneiros em aborto nos EUA, até que surgiu a tecnologia de ultrassonografia e ele viu que matava bebês. Arrependeu-se profundamente do que fazia, fechou suas clínicas de aborto e se tornou um dos maiores defensores da vida no mundo, até o fim de seus dias.
Algumas cenas, apesar de serem fortes, mostram o grito que não pode ser ouvido de milhões de seres humanos indefesos que são assassinados!

Por Gospel+

quarta-feira, 20 de março de 2013

A emoção de quem vê uma Bíblia pela primeira vez



 

Embora não divulgue detalhes de quando e onde foi feito, um vídeo caseiro, possivelmente de um celular de um missionário que fez a entrega gerou grande impacto entre os cristãos.
O site Christian Headlines, dedicado a notícias evangélicas do mundo todo, colocou o link para o vídeo dia 18 pela manhã.  Vários sites gospel publicaram o link ressaltando a emoção dos cristãos chineses que recebiam pela primeira vez na vida uma cópia da Bíblia. Com os avanços da tecnologia, milhares de exemplares são levados para a China em formatos de cartão de memória, mas não parecem substituir a versão em papel.
Na China continental a venda de exemplares das Escrituras é proibida pelo governo, oficialmente ateísta. Existem relatos rotineiros de Bíblias confiscadas e prisões de quem as transportavam.
Muitas missões estão envolvidas na árdua tarefa de adentrar o país mais populoso do mundo com exemplares para distribuir entre a igreja subterrânea, que está espalhada pelo país. Sabe-se que é comum entre as igrejas de lá os crentes fazerem cópias manuscritas, pois em geral apenas os líderes tem seus exemplares.
Curiosamente, milhões de Bíblias são impressas por gráficas chinesas, por conta de seu preço competitivo, mas em outros idiomas. Anos atrás David Aikman, autor do livro “Jesus em Beijing” ressaltava a incongruência de o governo chinês proibir a religião no país, mas nas livrarias comuns é possível encontrar livros budismo, ateísmo e islamismo, incluindo o Alcorão.
A única proibição expressa é em relação à Bíblia.
Embora seja crescente, o número de cristãos na China é desconhecido. De modo especial, informações atualizadas sobre a situação de cristãos na China podem ser obtidas em sites como Portas Abertas, Voz dos Mártires, China Aid e Compassion International .
Assista:

terça-feira, 19 de março de 2013

Paulo Coelho diz em entrevista que Jesus foi um “bon vivant” e politicamente incorreto


O famoso escritor brasileiro Paulo Coelho, concedeu uma entrevista recentemente na qual falou, entre outros assuntos, sobre a vida de Jesus Cristo. O escritor, que atualmente mora em Genebra, na Suíça, e está lançando o livro “Manuscrito Encontrado em Accra” causou polêmica ao afirma que Jesus foi um “bon vivant” politicamente incorreto.
Paulo Coelho disse acreditar que Jesus teve uma vida politicamente incorreta, além de ter sido um “bon vivant”.
- Ele viajou, bebeu, socializou sua vida toda. Seu primeiro milagre não foi curar um pobre cego. Foi transformar água em vinho, não vinho em água – afirmou o escritor, ao jornal britânico The Guardian, afirmarmando que Jesus era um “bon vivant”.
Paulo Coelho falou também sobre as supostas contradições encontradas nos evangelhos. Segundo ele, é bom que os evangelhos tenham retratado as várias contradições, pois isso permite um retrato mais fiel da vida de Cristo.
- Se retratassem um Jesus sem contradições, os evangelhos seriam falsos, mas as contradições são um sinal de autenticidade. Então, Jesus diz, ‘dê a outra face’, e aí ele vai lá e pega um chicote…Ele é um homem para todos os momentos – explicou o escritor, que falou também sobre a fé, afirmando acreditar ser algo que serve para conectar as pessoas à vida.
- Quanto mais você estiver em harmonia consigo próprio, quanto mais feliz você estiver, mais fé você terá. Fé não serve para te desconectar da realidade, ela conecta você à realidade – declarou.
Por Gospel+

Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da missão


O ministério da Missão Portas Abertas no Brasil completará 35 anos de existência no próximo dia 1º de Maio, e as comemorações em torno da data já começaram, ressaltando o amplo trabalho desenvolvido nesse período.
Douglas Monaco, ex-secretário geral da Portas Abertas no Brasil e atual auditor interno da Open Doors International, entidade que congrega e coordena as demais filias da missão no mundo, publicou no site da revista Ultimato um artigo sobre os 35 anos de atividade no Brasil.
“Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas. No Brasil esse ministério comemora 35 anos! Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus. Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras”, resume o missionário.
Monaco ressalta as dificuldades enfrentadas em 1978, quando a irmã Elmira Pasquini se propôs a estruturar uma filial da missão no Brasil. “O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados”, enumera.
A extensão do trabalho da Missão Portas Abertas é relatada por Douglas Monaco, que frisa a mobilização que a igreja evangélica brasileira faz em torno do trabalho missionário: “Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha ‘Domingo da Igreja Perseguida’ mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro”, diz.
Segundo Monaco, o resumo do trabalho da Missão Portas Abertas é a oferta de oportunidade para que cristãos sejam transformados e a igreja continue crescendo, sem fronteiras: “O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17”, pontua o auditor da Open Doors, que finaliza: “Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Perseguidos, mas encorajados”, de Douglas Monaco, no site da Ultimato:
Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!
Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras.
Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos.
Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.
Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.
Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.
A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.
Transformação
As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.
Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.
O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.
Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.
Relacionamento
É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.
Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro?
A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.
E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.
Gratidão
Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.
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Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.
Por Gospel+

Igreja anuncia que não fará casamentos para casais heterossexuais até que casamento homossexual seja legalizado


Uma igreja da cidade de Winston-Salem, no estado norte americano da Carolina do Norte, anunciou ter decidido parar de realizar cerimônias de casamento para casais heterossexuais até que o casamento homossexual seja legalizado.
Em um comunicado oficial, funcionários da Igreja Metodista Green Street United pedem que outras igrejas também adotem o movimento de “recusar-se a assinar licenças de casamento do Estado até este direito seja concedido a casais do mesmo sexo”.
De ordo com a CBS, o comunicado acrescenta ainda: “Porque a Igreja Metodista Unida proíbe seus pastores de realizar casamentos de mesmo sexo, excluindo os casais de gays e lésbicas do santo sacramento do matrimônio, o Conselho de Liderança pediu ao pastor que se abstenha de realizar cerimônias de casamento em nosso santuário de casais heterossexuais, até que a denominação acabe com a proibição a casais do mesmo sexo”.
A Igreja pede ainda, em comunicado publicado em seu site, que serviços como aconselhamento pré-marital sejam oferecido aos casais de todas as orientações sexuais.
- Pedimos que os nossos pastores, a seu critério, [também] ofertem a todos os casais, independentemente da orientação, o ‘serviço de benção ao relacionamento’, no santuário da igreja Green Street – diz o comunicado.
Por Gospel+

Recém-condenado a 80 anos de prisão, Beira-Mar cursa teologia



Traficante começou o curso à distância na segunda-feira (11).
Ele está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná.
O traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, condenado na última terça-feira (19) a mais 80 anos de prisão, está fazendo o curso de teologia na Faculdade Teológica Batista do Paraná, em Curitiba, desde a segunda-feira (11). Ao G1, a assessoria do Departamento de Execução Penal do Paraná (Depen) informou que o curso é a distância, por meio de material exclusivamente impresso.
Segundo o Depen, as apostilas e as provas são vistoriadas pela equipe de inteligência da Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do Paraná, antes de serem entregues à Fernandinho Beira-Mar. Ele cumpre pena no Paraná desde setembro de 2012, mas está preso desde 2002. Com a nova condenação, a soma das penas de Beira-Mar chega a 200 anos.
A documentação foi providenciada pela família do preso e a Penitenciária Federal auxiliou no processo da matrícula. O Depen informou ainda que a cada 12 horas de estudo, o preso tem direito à reduzir em um dia a pena, conforme a Lei n.º 12.433/2011. O tempo do curso é de 3.180 horas e será concluído em quatro anos.
O diretor da instituição onde Beira-Mar fará o curso, Javiel Guerreiro Martins, disse que como o traficante não pode acessar à internet, as apostilas semestrais serão envidas até o presídio de Catanduvas. “Quando tiver aula presencial e na aplicação da prova, será feito um sorteio entre os professores da faculdade para eles irem até lá”, explicou. As disciplinas são divididas em eixos interdisciplinares - filosófico, histórico, social, metodológico, teológico, bíblico e sociopolítico.
Segundo o diretor, o interesse de Beira-Mar em fazer o curso de teologia partiu após um capelão, que é um profissional formado em teologia e que faz trabalhos nas penitenciárias, apresentar ao preso a possibilidade do resgate, da mudança de vida. “Ele ficou interessado e queria ler mais, estudar mais. Como o capelão viu que ele poderia crescer, indicou a nossa faculdade que tem curso a distância”, completou.
Ele explicou ainda que, atualmente, o curso de teologia não é apenas procurado por quem tem intenção de se tornar um pastor ou um padre. “O curso de teologia tem tido uma amplitude muito maior. O curso visa mostrar ao cidadão que ele compreenda a atividade a sua volta, a sua profissão com muito mais eficiência, olhando o lado humano, do necessitado, para quem precisa”, assegurou.
Martins garantiu que em nenhum momento pensou em não receber o traficante como aluno. “Assumimos essa posição social de trabalhar com alguém que realmente precisa. Então, o que vai ser trabalhado é a ressocialização e inclusão social. Esse é o nosso objetivo. Nós não podemos ter preconceito contra ninguém”, contou.

G1

segunda-feira, 18 de março de 2013

“Jesus é o centro da Igreja, não o papa”, diz Francisco I


O papa Francisco disse neste sábado (16) desejar que a Igreja seja pobre e que sua missão deve ser “focada em servir os pobres”. Falando na maior parte do tempo de improviso e sorrindo muito, disse diante dos jornalistas, revelando oficialmente que a escolha do nome é uma referência a São Francisco de Assis, símbolo histórico de simplicidade, paz e pobreza.
Francisco foi definido como “um homem que nos dá esse espírito de paz, um homem pobre”, e enfatizou “eu gostaria muito de uma Igreja pobre e para os pobres”.
Sendo o primeiro papa não europeu depois de quase 1.300 anos, Bergoglio indica que poderá ter um pontificado com um estilo muito diferente de seu antecessor. Desse modo, aponta um nítido caminho moral para cerca de 1,2 bilhão de católicos em um momento que a Igreja está constantemente atingida por notícias de escândalos sexuais, intrigas e rixas eclesiásticas.
Diante da multidão de repórteres, afirmou que os fieis deveriam “entender melhor a verdadeira natureza da Igreja e sua jornada no mundo, entre suas virtudes e seus pecados”.
Aproveitou para estabelecer desde já um forte tom moral, dando sinais claros que  novos limites serão impostos em seu papado, substituindo  pompa e a grandeza pela humildade e a simplicidade.
Contou que depois que a votação atingiu os dois terços necessário para o eleger, o brasileiro Dom Claudio Hummes, de 78 anos, o abraçou e disse: “Não se esqueça dos pobres”.
O novo papa conta que “Aquela palavra entrou aqui [na cabeça] Eu pensei nas guerras… e Francisco [de Assis] é o homem da paz. Foi assim que esse nome entrou em meu coração: Francisco de Assis. Para mim ele é um homem da pobreza, da paz, que ama e protege os outros”.
Depois deu vários indícios que deseja ver a Igreja mundial assumir seu estilo austero. Descartou a limusine papal e viajou de ônibus com outros cardeais.  Pediu aos argentinos que não fizessem viagens caras para Roma para vê-lo. Ao invés disso deviam doar esse dinheiro aos pobres.
Por fim, ressaltou que os católicos deveriam lembrar que Jesus, não o papa, é o centro da Igreja. Com informações Yahoo e Religion News.

Harlem Shake: autor de música usada no vídeo abandonou a carreira e tornou-se pastor evangélico; Confira versões gospel do viral


O novo viral das redes sociais é o vídeo “Harlem Shake”, que tem ganhando inúmeras versões de internautas de diversos lugares do mundo, que usam como base a música eletrônica do DJ Baauer.
A dança inusitada feita por internautas em suas versões da música “Harlem Shake” é inspirada na mistura de street dance que os moradores do Harlem, em Nova York, usam para caracterizar sua cultura local.
Porém, o que muitos desconhecem é que o DJ Baauer usa em sua produção como grito inicial, um trecho da música “Con los terroristas”, do rapper Hector Delgado (foto), que atualmente é pastor.
Agora aposentado da música secular, Hector afirma que a música usada pelo DJ Baauer era do tempo em que fazia sucesso como “Hector El Father”, e era um dos artistas latinos mais bem sucedidos no cenário musical dos Estados Unidos.
Há cinco anos, Hector Delgado abandonou a carreira de rapper e tornou-se pastor, e diz que o ressurgimento de sua música numa nova mixagem pode ser uma forma de ação divina: “Acredito que isso pode ser uma maneira de Deus agir. Ele permitiu que isso acontecesse para que as pessoas saibam que o homem que já foi chamado de Hector ‘El Father’ hoje é o pastor Hector Delgado, e que há cinco anos deixou tudo por causa de Jesus”, declara.
Em fevereiro de 2008, Hector foi acusado de promover um tiroteio num posto de gasolina em Porto Rico, após se recusar a dar um autógrafo a um fã. Em setembro do mesmo ano, “El Father” anunciava sua aposentadoria dos palcos para mudar de vida e “servir a Cristo”, segundo informações do Acontecer Cristiano.
Atualmente, o pastor Hector Delgado trabalha para lançar seu segundo CD cristão, intitulado “La Hora Cero”, e reafirma que não voltará a cantar músicas seculares: “[O álbum será] plenamente cristão, de louvor”, disse ele ao Noticia Cristiana.
Veja abaixo, algumas versões gospel do vídeo viral “Harlem Shake”:
Por Gospel+