segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Livro que deve ser assunto durante o mês é lançado pela Central Gospel. Neste livro, é examinada à luz da genética humana a possível veracidade ou falácia das afirmações frequentemente feitas por homossexuais e seus defensores: “Eu nasci gay e, por isso, não posso mudar.” Este livro foi escrito para o público em geral, não apresentando termos técnicos e evitando cálculos matemáticos e estatísticos complexos. Leitura indispensável para líderes políticos, advogados, educadores, conselheiros, pais e líderes em todas as especialidades.

Revista IstoÉ destaca “Os 7 pecados da Igreja Católica”

Faz cerca de 140 anos que o número de católicos no Brasil segue ladeira abaixo. No século XIX, precisamente em 1872, o conglomerado de brasileiros que se assumia fiel à Igreja Católica beirava a totalidade da população, 99,7%. Durante os 100 anos seguintes, a cada década que se encerrava, aproximadamente 1% abandonava a religião. O índice dessa queda, atualmente, continua o mesmo. Mudou, porém, o fato de ele ocorrer a cada ano. Essa aceleração do declínio foi constatada pela pesquisa “Novo Mapa das Religiões”, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Faculdade Getulio Vargas.
Ao processar microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2003 e 2009, os estudiosos, capitaneados pelo economista Marcelo Neri, constataram que nesse intervalo de seis anos cerca de 6% da população deixou a religião romana – decresceu de 73,7% para 68,4%. O montante de fiéis que segue atualmente a doutrina preconizada pelo Vaticano é o mais baixo verificado no País.
E, pela primeira vez na história, em alguns Estados e capitais da maior nação católica do planeta, o número de adeptos da religião não chega nem à metade dos habitantes (leia quadro). Quais seriam, então, os deslizes patrocinadores da queda do status do catolicismo entre os brasileiros, como as estatísticas não se cansam de mostrar? ISTOÉ recorreu a um colegiado de profissionais da religião, gente que pensa a Igreja, para discorrer sobre os possíveis pecados da Santa Madre. Eis os sete principais confessados.

1 Romanização da Igreja

É cantada em prosa e verso, já há algum tempo, a rejeição dos fiéis contemporâneos a autoridades religiosas que impõem doutrinas e ritos. Imposição, obrigação e restrição são palavras proscritas em um cenário no qual cada vez mais as pessoas se habilitam a estar no comando do próprio destino. A Igreja Católica, no entanto, caminha na direção oposta. Vive um momento de reinstitucionalização de seus fiéis, de os disciplinar para que aprofundem a sua fé. Os bispos defendem um contato maior com os bens religiosos, como missas e novenas.
Esse processo preconizado pelo Vaticano é conhecido como romanização do catolicismo. “Bento XVI prefere uma Igreja menor e mais atuante em vez de uma maior sem atuação coerente e consistente”, afirma o cientista da religião Jung Mo Sung, da Universidade Metodista do Estado de São Paulo (Umesp). “A estratégia fortalece o fervor de uma minoria praticante, mas traz uma consequência não intencional da perda de adesão de católicos difusos.”
Esse efeito-rebote, somado à procura cada vez maior da população por curas e milagres que resolvam rapidamente seus problemas, tem levado esses católicos a migrar para outras denominações ou encorpar o grupo dos que fazem contato com o divino sem o intermédio de uma instituição. “A Igreja prefere que as pessoas que buscam soluções imediatas por meio de milagres não permaneçam nela”, diz o teólogo jesuíta João Batista Libanio. Diminui-se o número de católicos, mas, por outro lado, aumenta-se o dos praticantes conscientes.

2 Supermercado católico

Párocos têm relatado que seus templos estão existindo à imagem e semelhança de supermercados. Percebem que é cada vez maior o número de fiéis que procuram a igreja ocasionalmente, em busca de serviços religiosos como casamentos, missas de sétimo dia, batizados e bênçãos de lugares e objetos. Tratado como produto, o casamento, só para citar um dos “bens” católicos, se torna um evento alheio à doutrina. “Há casais que trazem o CD da novela que faz sucesso para tocar na cerimônia. Se você se nega, alguns inconformados batem boca com você, viram as costas e procuram quem o faça”, conta o padre José João da Silva, da paróquia São José Operário, em Itaquera, na zona leste da cidade de São Paulo. “Vivemos uma igreja fast-food.”
Nessa lógica de mercado, missa de sétimo dia tem se transformado em uma grande assembleia de gente que só foi ao templo por conta da ocasião e não está preocupada com o significado do ritual. Quanto aos batizados, explica o cônego Celso Pedro da Silva, da paróquia Santa Rita de Cássia, do Pari, zona norte de São Paulo, a Igreja supõe que quem quer que o filho se insira nela antes do uso da razão o faz porque dela faz parte e aceita suas regras. “O mesmo vale para a primeira comunhão, mas muitos pais não têm vínculos efetivos, nem foram casados na Igreja”, diz ele. “Acredito que uma dificuldade do catolicismo seja saber que o povo católico não é evangelizado e, mesmo assim, se comportar na prática como se ele fosse”, diz o cônego.
O padre João Carlos Almeida, teólogo e diretor da Faculdade Dehoniana (SP), foi vigário paroquial no Santuário São Judas Tadeu, na capital paulista, por três anos. E conta que passava quase o dia todo atendendo a confissões e abençoando automóveis. “Muita gente trazia seu carro recém-comprado para ser benzido e ia embora. Poucos rezavam ou participavam de uma missa”, lembra. Com a oferta religiosa na vitrine, católicos assistem a seus fiéis se afastando dos vínculos espirituais.

3 Fuga de mulheres

Está lá no “Novo Mapa das Religiões”. Entre as 25 denominações pesquisadas, apenas no catolicismo a mulher não constitui a maioria dos adeptos (leia quadro à pág. 70). Entre evangélicos, espíritas, religiões de matriz africana, oriental e asiática, elas superam os fiéis do sexo masculino. As católicas, porém, são cerca de 67,9%, enquanto os homens são 68,9%. Neri, o organizador do estudo da FGV, atribui o resultado, entre outras interpretações, ao fato de as alterações no estilo de vida feminino ocorridas nos últimos 30 anos não terem encontrado eco na doutrina católica, menos afeita a mudanças. De fato, seguem engessadas na Igreja, só para citar três tabus, as questões sobre os métodos contraceptivos, o divórcio e o aborto.
De acordo com o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), o catolicismo não gosta da mulher. “Ao que parece, elas, mal-amadas que são pela Igreja, estão se autorizando a não gostar da religião, a reagir”, diz ele. Seu colega de PUC, o padre e psicólogo João Edénio dos Reis Valle, afirma não ter dúvida de que a questão de gênero pesa na constante diminuição do número de católicos no País. “Ela pesa em especial nas mulheres de classes mais instruídas e em melhor posição socioeconômica”, afirma. “Essas não só percebem como discutem e não aceitam as posições da Igreja em relação a uma série de questões que as afetam.” E conclui discorrendo sobre a não participação clerical feminina. “Elas reivindicam um papel novo e ativo na vida da instituição.”

4 Escândalo de pedofilia

Em 2002, um grupo de mais de 500 pessoas levou à Justiça americana denúncias de abusos sexuais cometidos por sacerdotes e membros da arquidiocese de Boston, nos Estados Unidos. Esse escândalo foi a chama que fez arder uma fogueira de denúncias mundo afora, inclusive no Brasil. Na Irlanda, só para dar a dimensão do problema, a pedofilia acobertada por seis décadas pela hierarquia católica local foi tachada pela Anistia Internacional como o maior crime contra os direitos humanos já registrado na história daquele país. Para uma instituição que tem como bandeira a verdade sobre o mundo, ser atingida por problemas éticos que constituem crime representou um duro golpe. E a mazela dos escândalos de abuso sexual envolvendo crianças afastou muitos simpatizantes do catolicismo.
É o que defende o cientista da religião Sung. “O militante não terá sua fé abalada. Mas os que se sentiam católicos por uma afinidade de infância ou inspirados em alguma figura pública podem ter deixado de ser por causa desses fatos.”
Para piorar, a Igreja não foi hábil na cicatrização da ferida. “Ela trabalhou a questão na base do segredo e do corporativismo. A lógica interna de uma instituição que se protege e não ventila o problema levou a ampliar o fenômeno, tornando-o uma sensação nos meios de comunicação”, afirma a socióloga da religião Brenda Carranza, da PUC de Campinas. Só há pouco tempo Bento XVI decidiu ordenar que os bispos abrissem normativas internas contra padres suspeitos de ser pedófilos e informassem as autoridades civis. Em setembro, ao visitar sua terra natal, a Alemanha, que perdeu 180 mil adeptos no ano passado por conta dos abusos sexuais praticados por sacerdotes, disse: “Posso compreender que, em vista de tais informações, alguém diga: ‘Esta já não é a minha Igreja.’”

5 Ausência de lideranças

Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999 aos 90 anos, foi quatro vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar brasileira, homem de vida simples que morava no quartinho de uma sacristia no Recife, ele foi um expoente internacional da Igreja Católica. Multidões se mobilizaram ao seu redor, no Brasil e na Europa, para ouvi-lo. Atualmente, porém, não há entre o colegiado católico nacional símbolos como dom Hélder, capaz de cooptar fiéis por meio do exemplo. “Numa sociedade moderna, em que a adesão à religião acontece por opção pessoal, é preciso que haja nomes admirados publicamente”, diz Sung, da Umesp. As grandes figuras católicas da atualidade são os padres cantores.
Eles, porém, fazem eco entre os católicos militantes, explica Sung, mas não são referência para setores não atuantes do catolicismo. A Igreja deixou de ser representativa entre os brasileiros como algo a ser admirado há quase duas décadas. Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal emérito de São Paulo que lutou contra a tortura e os maus-tratos a presos políticos durante a ditadura, e uma dessas figuras que inspiraram muitos católicos, se aposentou em 1998. “Dom Paulo é uma personalidade que enfrentou um regime militar, criava afinidade entre o povo e a instituição”, afirma o padre Libanio. Aos 90 anos, Arns vive recluso em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, enquanto sacerdotes empunham microfones para cantar e fazer coreografias de suas músicas no altar.

6 Comunicação centralizada

Há comunidades dentro do catolicismo que lançam mão de tecnologias para se relacionar com os jovens. Elas têm escancarado à Igreja, segundo a socióloga da religião Brenda, que não é mais possível seguir com a ideia de que o fiel se encontra na paróquia. Estabelecida em sua maioria em grandes centros urbanos, essa turma mais nova sofre com o impacto da mobilidade, do crescimento acelerado, do consumo exacerbado, enfim, elementos que a fazem estabelecer relação com a crença muitas vezes a distância. Para a professora da PUC, a noção de participação das novas gerações urbanas é pautada pela afinidade. O jovem busca uma instituição quando se identifica com ela, independentemente da proximidade física. “Mas a noção da Igreja de paróquia é territorial”, diz Brenda. Para o padre Libanio, enxergar as demandas da população e repensar até onde a religião pode ir na direção delas é o caminho para o futuro do catolicismo. “Os fiéis querem aquilo que os satisfaz e têm buscado muito o mundo virtual”, diz ele. “A Igreja Católica tem de repensar a sua estrutura paroquial.”

7 Perda de identidade social

Houve um tempo, em muitas cidades do interior do País principalmente, que frequentar uma igreja era condição obrigatória para quem quisesse engatar um relacionamento amoroso sério. Quantos garotos não foram riscados por potenciais sogras da lista de pretendentes pelo fato de não irem à missa? Assumir-se membro de uma entidade religiosa – católica, de preferência – conferia pertençer a um grupo social. Diante da pressão para uma definição religiosa, muita gente tendia a assumir a crença na qual havia sido batizado, mesmo que exercitasse também a sua fé em terreiros de umbanda ou centros espíritas. “Católico era o imenso guarda-chuva cultural e religioso que permitia o trânsito espiritual”, diz Brenda Carranza, da PUC.
Com a disseminação do processo de secularização no campo religioso nacional, essa prática foi ficando obsoleta. A possibilidade de expressar a fé livre de preconceitos tem feito com que cada vez mais os brasileiros, quando submetidos a censos, assumam que não seguem os dogmas defendidos pela Santa Sé ou mesmo nenhum credo – daí o grupo dos sem-religião também estar em crescimento. O catolicismo, então, perdeu a status de produtor de identidade social.
Infografico Catolica Revista IstoÉ destaca Os 7 pecados da Igreja Católica

Grupo cristão quer trocar o Halloween por “JesusWeen”


Celebrado entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e o nascer do dia 1° de novembro, tratava-se de uma noite sagrada (hallow evening, em inglês), a tradição diz que o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se uniam em uma coisa só. Por isso a imagem mais comum é a de fantasmas, bruxas e monstros indo de casa em casa pedindo comida.
Com o tempo, a comida servida deu lugar aos doces que as crianças vestidas de monstros pedem ao longo da noite. A comemoração do Halloween foi se popularizando e hoje já é lembrada em vários países, inclusive no Brasil.
Agora, um grupo cristão canadense tenta mudar a história, incentivando as pessoas a doarem Bíblias e presentes cristãos como “uma forma amigável de lembrar as crianças” quem Jesus venceu a morte.
Por isso o nome da festa para eles deveria ser Jesus Ween [um trocadilho com win, vencer em inglês]. O projeto Jesus Ween foi criado pelo pastor Paul Ade, que vive em Calgary, Canadá. Ele tem feito seminários em diversas igrejas da América do Norte, tentado mobilizar cristãos de todas as denominações a levarem a sério essa iniciativa.
A grande maioria dos cristãos considera o Halloween apenas uma festa cultural, algo inofensivo e divertido. Porém, uma minoria cristão tem se oposto a ele, classificando-a de “demoníaca” e “espiritualmente perigosa”. Agora o
JesusWeen pretende ser uma “alternativa saudável que pode melhorar a vida de todo mundo”, segundo notícia do seu site.
Muito criticada desde que foi anunciada, a festa do “Jesus vencedor” poderá ser um imenso fracasso ou mudar vidas para sempre. Vai depender da adesão dos cristãos norte-americanos e canadenses. Em seu site, o grupo reconhece que o esforço ainda é tímido e tem pouca adesão, mas pretende crescer e ter um alcance mundial.
Confira o vídeo de divulgação:
Fonte: Gospel Prime

sábado, 8 de outubro de 2011

30 Coisas simples para fazer sua mulher mais feliz

Não é novidade que as coisas simples – mesmo que, muitas vezes, confundidas com “coisas bobas” – são o que realmente importa no final. E também não é novidade que, a maioria dos homens, têm um pouco de dificuldade em enxergar a importância desses detalhes. Pensando nisso, foi realizado pesquisa com leitoras de blogs especializados, perguntando quais as coisas que os seus homens fazem que as deixam mais felizes. E o resultado, você confere agora:
  
1. Quando ele me abraça do nada;
2. Quando me beija sem eu pedir;
3. Me levar pra jantar e, de sobremesa, me faz gastar todas as calorias;
4. Quando me sinto mais importante que seu time de futebol;
5. Quando eu acordo e me deparo com ele olhando pra mim com aquela carinha de feliz;
6. Quando ele me elogia de manhã quando acordo de cara amassada;
7. Quando ele me dá colo e faz carinho no meu cabelo depois do sexo;
8. Quando ele me olha enquanto faço a maquiagem e não fica me apressando;
9. Quando ele solta elogios sem motivo;
10. Quando ele faz carinho sem esperar por sexo;
11. Quando acordo e recebo um SMS que ele mandou de madrugada;
12. Quando ele me acorda de manhã com carinho e diz: “Desculpa, eu só queria você”;
13. Quando ele faz planos pro futuro que me incluem;
14. Quando ele me busca no trabalho de surpresa e diz que não aguentou esperar até o fim da tarde pra me ver;
15. Quando ele fica feliz em compartilhar coisas básicas, do tipo “Como foi seu dia”;
16. Quando ele não tem pressa na hora do sexo, que se preocupa mais em me satisfazer do que com o próprio prazer;
17. Quando ele percebe que estou de TPM e corre pra cozinha pra fazer o melhor brigadeiro do mundo;
18. Quando ele me olha concentrado enquanto eu falo, com aquele olhar de admiração e respeito;
19. Quando ele se preocupa comigo, com as coisas mais pequenas, do tipo ligar pra perguntar se eu cheguei bem em casa;
20. Quando ele faz a programação do fim de semana;
21. Quando ele olha no meu olho no sexo;
22. Quando ele atravessa a cidade no horário de pico só pra tomar um vinho comigo quando saber que não estou bem;
23. Quando ele apoia os meus projetos;
24. Quando me faz sentir importante entre os desconhecidos;
25. Quando a gente deita de conchinha e ele me dá beijinhos na nuca;
26. Quando ele traz café na cama – mesmo que seja café com leite e pão com manteiga;
27. Quando ele me arranca gargalhadas, mesmo que eu esteja sem vontade nenhuma de sorrir;
28. Quando tem paciência comigo quando faço alguma coisa "boba";
29. Quando ele demonstra ter realmente pensado sobre alguma coisa que falei e mostra mudanças;
30. Quando ele aparace com presentes fora de hora (mesmo os mais simples!).

Essa postagem dedico a mulher que amo...Minha Dany futura mamãe. Te Amo Flor.

Pastor Silas Malafaia será convidado a defender o Dia do Orgulho Hétero em audiência pública em Brasília

No dia 18 de Outubro, será realizada pela Comissão de Constituição e Justiça, na Câmara dos Deputados, uma audiência pública para debater a criação do Dia do Orgulho Heterossexual. O Deputado afirma que “daqui a pouco os heterossexuais se transformarão pela propaganda midiática em reacionários e nós queremos ter nossa opção pela família sendo alardeada com orgulho”.
A proposta apresentada pelo Deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ) prevê que a data seja comemorada no 3º Domingo de Dezembro. O Deputado afirmou ainda que convidará para a audiência o Pastor Silas Malafaia e outros líderes evangélicos, além de ativistas gays, para que a proposta seja discutida por todos os setores da sociedade.
Segundo o site G1, o projeto havia sido apresentado anteriormente, porém o Presidente da Câmara, Deputado Marco Maia (PT-RS) havia rejeitado o projeto. No último dia 02/08, Cunha apresentou recurso, afirmando que “a apresentação de proposições legislativas constitui direito do parlamentar”. O Deputado afirma ainda que a proposta do Dia do Orgulho Heterossexual pretende reforçar os ideais da família, afirmando que os ativistas dos direitos dos homossexuais “querem transformar o combate à discriminação em uma ideologia. Precisamos debater esta questão. Por isso solicitei a realização de audiência pública”, disse Cunha.
Em sua justificativa para o projeto de lei, Cunha descreve a ideia como forma de equilibrar os debates e reforçar que não é errado sentir orgulho de ser hetero e defender os valores da família. “A “proposta visa resguardar direitos e garantias aos heterossexuais de se manifestarem e terem a prerrogativa de se orgulharem do mesmo e não serem discriminados por isso”.
Fonte: Gospel+

Nos EUA, aumentam os casamentos celebrados por amigos dos noivos



Pesquisa ds americanos de orientação a noivos – Thenot e WeddingChannel — revelou que, entre seus usuários, aumentou de 29% em 2009 para 31% em 2010 o número de casais que convida amigos para presidir a cerimônia religiosa de seu casamento, em substituição aos sacerdotes.
Trata-se de uma forte tendência nos Estados Unidos que se explica, em parte, pelo distanciamento que há entre a maioria da população e as religiões, escreveu Michelle Boorstein, do The Washington Post.
“Eu não me lembro da última vez em que estive em um casamento que não fosse presidido por um amigo”, disse Jim Kurdek.
De acordo com as pessoas ouvidas pela jornalista, para os noivos não religiosos faz muito mais sentido que tenham o seu casamento celebrado por amigo do que por um pastor ou padre que nunca viram na vida.
O mesmo motivo se aplica nos casos em que as famílias dos noivos são de diferentes religiões. Michelle citou o exemplo de Andrew Butcher, judeu, e de Julie Pezzino, católica. Houve, na cerimônia, alguns ritos judaicos e outros católicos, mas sem ser uma coisa ou outra.
O casamento religioso sem sacerdote faz parte do fenômeno da “religião lego” – cada pessoa monta a sua própria crença.
Trata-se de um fenômeno que não é novo para os brasileiros, que são praticantes em larga escala do sincretismo religioso, embora por aqui ainda não haja casamento celebrado por amigos dos noivos.
Com informação do The Washington Post.

Israel para por 24 horas para celebrar o Yom Kippur


Israel se paralisará durante 24 horas a partir do entardecer desta sexta-feira, por ocasião da celebração do Yom Kippur (Dia do Perdão), a data mais sagrada do calendário hebreu e na qual os mais fervorosos jejuam e oram em introspecção durante longas horas.
"Para mim, o Yom Kippur é o dia mais importante do ano, um dia de amor no qual me sinto mais conectada com Deus, e para o qual me preparo meses antes", disse à Agência Efe Dalia Gross, uma professora de 30 anos de Jerusalém.
"É um dia de silêncio no qual pode olhar dentro de si mesmo e ver o que é realmente importante na vida", acrescentou.
O Yom Kippur segue os "Dez Dias de Arrependimento", que começam com a celebração do Ano Novo judaico (Rosh Hashaná) e é o mais solene para os judeus.
Ao anoitecer de sexta-feira e até que se vejam as três primeiras estrelas na noite do sábado, Israel se fechará e o silêncio se imporá nas ruas de quase todo o país.
A tradição judia assinala esta data como o dia do julgamento divino, no qual Deus sela o "livro da vida".
Por esta razão, nos últimos dias os judeus trocam saudações e felicitações que incluem a bênção de "Guemar Chatimá tová", ou seja, que "Que sejas inscrito" no livro da vida.
As sinagogas concentrarão seus serviços em emocionantes orações de penitência e leituras especiais das escrituras sagradas, que serão finalizadas ao som do "shofar", instrumento de sopro bíblico elaborado com um chifre oco de carneiro.
Uma das preces mais solenes do dia é a de "Kol Nidré" (Todos os votos, em aramaico), na qual os judeus pedem que Deus anule todas as promessas descumpridas no último ano.
As orações e a liturgia deste dia estão estritamente ligadas à passagem dos judeus pela Espanha Medieval, e as duas principais - o "Kol Nidré" que abre a jornada e a "Neilá", que fecha - foram obra de autores sefarditas, judeus originários da Península Ibérica.
O Yom Kippur, décimo dia do mês de Tishrei, era, além disso, o único do ano no qual o Sumo Sacerdote entrava no sancta sanctorum do bíblico Templo de Jerusalém e pronunciava o nome do inefável - Yavé, deus dos hebreus - perante milhares de israelitas ajoelhados.
Para ajudar à introspecção e sublimação espiritual exigida nesse dia, todas as cadeias de televisão e de rádio suspendem suas transmissões, os jornais não circulam e o aeroporto é fechado.
A paralisação brusca afeta também a internet, onde a maioria dos sites de notícias deixa de ser atualizada durante 24 horas.
Também não estarão abertas as fronteiras, inclusive a maior parte dos acessos aos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia e de Gaza, nos quais se poderá entrar e sair apenas em caso de emergência.
Os judeus praticantes não devem beber nem comer durante o Yom Kippur, não utilizar aparelhos elétricos, cozinhar, realizar nenhum esforço físico, usar calçados ou acessórios de couro, utilizar cosméticos, lavar-se, nem manter relações sexuais.
Laicos e tradicionalistas respeitam o silêncio do também denominado "Sábado dos Sábados" com uma paralisação comercial em todas as regiões judias de Israel, e os locais de lazer e centros de trabalho públicos e privados permanecem fechados.
Funcionam apenas os serviços de emergência e segurança, que costumam estar em alerta máximo, e as ruas se esvaziam de carros e ficam desertas, tornando-se o lugar perfeito para que os menos religiosos as desfrutem com uma liberdade sem limites.
Quase tão habitual como ir à sinagoga para os religiosos, é para os não praticantes tomar as vias públicas com bicicletas, skates ou a pé.
Nos dias prévios, é tradicional celebrar o ritual das expiações ou "Kaparot", nas quais aves são sacrificadas como símbolo da redenção do indivíduo.
Milhares de galos e galinhas foram degolados nesta semana em Israel como sinal de expiação individual e para lembrar aos crentes que, a qualquer momento, Deus pode tirar-lhes a vida como compensação por seus pecados.
"Eu sou vegetariano", respondeu com humor Yoel ao ser perguntado sobre este costume, que nos últimos anos encontra forte oposição dos grupos de defesa de animais.
Yoel pertence a uma corrente messiânica que vê no Yom Kippur não um dia de juízos e castigos, mas de "fusão e regozijo com Deus".
"Tudo se detém ao nosso redor para meditarmos, mas o realizamos com regozijo e prazer, e sempre com a mente posta na união com Deus", finalizou, explicando as razões pelas quais não respeita o tradicional jejum, seguido por mais de 70% da população judaica de Israel segundo enquetes de anos anteriores.



Com informações do EFE via Terra

Neta de Glória Menezes lança CD Gospel

Maria Pugliese, neta de Glória Menezes, é a nova revelação do segmento gospel. A jovem lançou seu primeiro CD na Expo Cristã,  com direito a avó coruja no gargarejo. Confira aqui.

Notícias Cristãs com informações da Coluna do Ancelmo Gois 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Após afirmar que Jesus controla cidade, Prefeito de Porto Alegre enfrenta protesto de vereadores

O Prefeito de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, José Fortunati (PDT) discursou na Marcha para Jesus no último Sábado, 1/10, e afirmou que “o Senhor Jesus está no comando desta cidade”.
O evento, que reuniu aproximadamente 8 mil pessoas, e é realizado pelo Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos de Porto Alegre (CIMEPA), serviu também para a cerimônia de entrega das chaves de Porto Alegre aos Pastores da cidade. Fortunati afirmou ainda que a administração municipal é feita segundo a vontade de Jesus. “Eu sou simplesmente seu servo, procuro operar de acordo com sua vontade”, afirmou o Prefeito.
Fortunati ressaltou ainda que foi eleito para governar para todos os cidadãos de Porto Alegre, porém incentivou os presentes a orarem pedindo a Deus que através da espiritualidade, a cidade seja melhor. “É importante também que a cada momento possamos resgatar e estabelecer com nosso povo uma relação direta com a palavra de Deus. Temos que rezar e orar para que a espiritualidade cresça na capital de todos os gaúchos. E para que esta cidade represente tudo o que queremos. Uma cidade que dê abrigo a todos, mas que, acima de tudo, tenha ao Senhor, nosso Deus”, disse o Prefeito.
A repercussão do discurso de Fortunati, entre os vereadores não foi positiva. Segundo Pedro Ruas (PSOL) as palavras do Prefeito feriram a Constituição Federal: “desrespeita o conceito de Estado laico”. O vereador Sebastião Mello (PMDB) também se pronunciou contrário à atitude do Prefeito, e afirmou que “há coisas mais importantes” para Fortunati se preocupar.
Fonte: Gospel+

Sarah Palin ficou em oração até decidir não se candidatar à presidência


A cristã e ex-governadora do Alaska, Sarah Palin, não entrará na corrida para a presidência dos EUA, como tudo indicava. Pelo menos não em 2012. Nessa quarta-feira (5) Palin anunciou, em uma carta aos partidários, a razão para sua decisão e prometeu continuar lutando. “Depois de muita oração e sérias considerações, eu decidi que não vou buscar a indicação do Partido Republicano para presidente dos Estados Unidos em 2012″, escreveu Palin. Ela enfatizou: “Como sempre, minha família vem primeiro e, obviamente, considerei ela grandemente antes de tomar essa decisão. Quando servimos a Deus, nos dedicamos primeiramente ao Senhor, à família e ao país. Minha decisão mantém essa ordem.” Além da oração e da família, Palin disse que também baseou sua decisão em uma revisão do senso comum sobre o que os conservadores e os independentes têm realizado, especialmente em relação ao ano passado. “Acredito que neste momento eu posso ser mais eficaz em um papel decisivo para ajudar a eleger outros verdadeiros servidores públicos para cargos governamentais do país, para as cadeiras do Congresso e até da presidência”, explicou ela. “Precisamos continuar na ativa e ajudar agressivamente aqueles que vão parar a ‘transformação fundamental’ da nossa nação e em vez disso buscam a restauração de nossa grandeza, nossa bondade e nossa república constitucional com base na regra da lei”, completou. Palin agradeceu aos seus partidários e defensores “do fundo do seu coração”. Ela também se comprometeu a trabalhar com os americanos para trazer o país de volta e afirmou que um título não é necessário para atingir esse objetivo. “Vou continuar a conduzir a discussão para a liberdade e o livre mercado, incluindo na corrida para presidente, onde os nossos candidatos devem adotar medidas imediatas para nossa independência energética, através do desenvolvimento de recursos internos, de fontes convencionais de energia, juntamente com as energias renováveis”, escreveu ela. “Temos de reduzir os encargos fiscais e regulamentações onerosas que matam a indústria americana, e os nossos candidatos devem sempre minimizar o governo para fortalecer a economia e permitir que o setor privado crie empregos”. Nas próximas semanas, Palin prometeu coordenar as estratégias para ajudar na substituição do presidente Obama, renovar o Senado, e manter a Casa.
Fonte:CPAD News

'Restaurando Vidas': Presídios estão abertos a entidades religiosas

Seguindo recomendação da Lei de Execuções Penais (LEP), a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap), aprimora a prestação de assistência religiosa aos reeeducandos e seus familiares através do projeto “Restaurando Vidas”. De acordo com a Lei constituem direitos do preso a assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa. Com base na LEP é dever do Estado prestar assistência religiosa como forma de prevenir a reincidência criminal. Sendo assim as unidades prisionais de Alagoas estão abertas às entidades religiosas, para que os reeducandos possam expressar e solidificar suas crenças. 
A Assistência Religiosa da Sgap é coordenada pelo pastor e servidor da Sgap, Francisco Pereira Santos. Com a criação do setor especifico para o atendimento às igrejas, a Administração Penitenciária regularizou a visitação, que antes era feita de forma esporádica.
Hoje o trabalho religioso é realizado também em parceria com a Gerência de Educação e os reeducandos recebem ensinamentos e informações sobre religião.
“Hoje existem seis igrejas que já fazem trabalhos no sistema penitenciário. A Sgap proporciona todo suporte no que tange a segurança e a integridade dos visitantes”, enfatizou Francisco Pereira.
O pastor ainda ressaltou a importância de se ter um local adequado para a prática dos cultos e cerimônias religiosas. “Com base na LEP, as unidades prisionais tem obrigação de disponibilizar um espaço adequado”, disse. Hoje somente os presídios Cyridião Durval, Desembargador Luiz de Oliveira Souza (Arapiraca) e Baldomero Cavalcanti, possuem locais específicos para práticas religiosas.
Atualmente as igrejas realizam com frequência cerimônias nas unidades. Em datas comemorativas como Dia dos Pais e Natal, a coordenação da Assistência Religiosa promove encontros para reunir reeducandos e seus familiares, neste ano houve celebração de missas na Casa de Custódia da Capital além de cultos no Cyridião Durval e Baldomero Cavalcanti.
“Participar de momentos de oração junto com nossa família dentro do presídio é mesmo uma benção para todos nós. Sentir a presença de Deus conforta e acalma. É a força que precisamos para romper o caminho para a verdadeira liberdade”, disse um reeducando.
Outro papel do “Restaurando Vidas” é prestar assistência nas cerimônias fúnebres que envolvem presos e funcionários do sistema prisional. A coordenação da Assistência Religiosa sempre busca levar aos familiares uma palavra de conforto e esperança nestes momentos de perda familiar.
Documentação - Para que os voluntários realizem trabalhos no sistema prisional é necessário que as igrejas solicitem a liberação à Assistência Religiosa. O passo seguinte é o cadastramento das pessoas que irão fazer as visitas. Elas devem apresentar a documentação (Carteira de Identidade e CPF) para que possam ter acesso as unidades prisionais.

Notícias Cristãs com informações da Ascom SGAP

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Governo do Rio convida espírita para benzer parada Gay

De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Goes, do jornal “O Globo”, o Governo do Estado do Rio de Janeiro convidou a mãe Beata de Iemanjá e seus filhos de santo para benzer a Parada LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).
Ainda de acordo com a coluna, a mãe de santo ficará em cima do trio elétrico que representa a liberdade religiosa. Antes, passará um defumador no local, relatou Goes.

Fazer Yoga é pecado? Yoga é totalmente demoníaca, afirma pastor.

Em um de seus sermões, o polêmico pastor Mark Driscoll compartilhou com os presentes a cerca da prática do Yoga, afirmando que esta seria demoníaca e que os cristãos não deveriam jamais participar da rotina “esporte”.

“É paganismo absoluto!” diz o pastor devido ao fato dos alongamentos serem feitos para o fim de esvaziar a mente e se ligar ao universo por meio da meditação. Visto apenas como exercícios para alongar e relaxar o corpo, melhorando o seu desempenho de saúde, respiratório, o fato das meditações realizadas para tais resultados o faz ter ligação direta com o hinduísmo.
“E o resultado é: você não vai de encontro a Deus, mas busca dentro de si mesmo. Ela não fala de sei ligar a Deus, através da mediação de Jesus (…). Nós não buscamos dentro de nós mesmo. Nós buscamos fora de nós, em Jesus”, diz Driscoll que complementa falando que “yoga, meditação e orientalismo são todos aberturas para demonismo”.
Segundo o pastor há aqueles que possam dizer que ao cantar os mantra, estão o fazendo para Jesus, o “mentalizando” durante os exercícios , e entaão conclui: “Alguns de vocês podem dizer: ‘Ah, mas eu vou para a Yoga e digo Jesus’. Veja, isso é tratar o nome de Jesus como uma fórmulazinha mágica que você borrifa em cima do demoníaco.”
Mark Driscoll afirma que não é contra os exercícios e alongamentos, pelo contrário, que os cristão devem sim o fazer, porém, há como realizá-los dentro dos princípios bíblicos sem precisar submeter-se a entrar em uma aula de ‘Yoga’, o que para ele é como um ato de adoração, desde que você submeta-se a tentar entrar no meio espiritual por meio dos “rituais”(mantras) por eles designados.
Confira as palavras do próprio Mark Driscoll no vídeo abaixo:

Rafinha Bastos: Pastores opinam sobre o caso Wanessa Camargo


A atitude do humorista Rafinha Bastos (foto), afastado do programa CQC, da Band, continua causando controvérsias e críticas, agora entre os líderes evangélicos.

Depois do comentário grosseiro de Rafinha sobre a cantora Wanessa Camargo durante a apresentação ao vivo do CQC, na Band, religiosos se levantaram para repreender a atitude do apresentador e falar sobre a liberdade de expressão.

O pastor Ed René Kivitz, da Igreja batista da água Branca, escreveu um artigo em seu blog a respeito do assunto. O artigo, entitulado “Os loucos, os tolos e os deuses”, que fala sobre os limites da liberdade de expressão.

“Quando alguém cruza a linha e resvala, ainda que irresponsável e displicentemente, no que é considerado sagrado e intocável por uma sociedade, qualquer que seja ela, a resposta é imediata e contundente. O comentário de Rafinha Bastos a respeito de Wanessa Camargo e seu ventre materno extrapolou os limites aceitáveis”, disse Kivitz em seu artigo.

Segundo ele, a questão é distinguir quais são os tais limites à liberdade que devem ser aceitos. “Há os que escolhem a própria consciência como paradigma único”, diz o pastor. Para Kivitz, alguns desses personagens foram considerados pela sociedade como loucos, rebeldes, ou ávidos pela fama a qualquer preço, além de prepotentes e com falhas de caráter.

O pastor batista faz uma ponderação a respeito do que chama de ‘personalidades à frente do seu tempo’, como pessoas que construíram novos paradigmas de civilização, e cita Jesus de Nazaré: “são personalidades à frente de seu tempo que hoje reverenciamos, e um deles até hoje é considerado Deus – Jesus de Nazaré”.

Kivitz analisa a cultura do humor no Brasil, dizendo que enquanto não se pode fazer piada sobre a pedofilia, se pode fazer piada sobre Jesus. “No Brasil, você pode contar piada sobre Jesus, José e Maria, mas não pode fazer graça com pedofilia. Quem não respeita limites impostos pelo consenso para a sua liberdade, cedo ou tarde acaba crucificado. O tempo se encarrega de mostrar se o morto será esquecido como louco, sepultado como tolo, ou adorado como Deus”, conclui o líder evangélico.

Outros pastores também divulgaram sua opinião sobre o caso em seus blogs. Foi o caso de Márcio de Souza, diretor do Seminário Teológico Casa do Oleiro.

“É o fim da picada. Esse cara tem que ser preso. Quero ver os defensores do humor partir em defesa do seu queridinho agora”, opinou o líder evangélico.

                                                                        veja o video:


Fonte: The Christian Post

Manifestantes fazem campanhas no Brasil e Espanha em favor do pastor Yousef

Pessoas ao redor do mundo estão se movimentando em favor do pastor iraniano Yosef, realizando manifestos e apelo a autoridades políticas.
Na Espanha, se reuniram nesta segunda-feira (3 de outubro), em frente a baixada do Iran em protesto contra a condenação do pastor Yousef Nadarkhani.
Juntos, indivíduos de ligação à HazteOir – entidade ligada à Igreja Católica -, jovens Batistas de Madri e outros grupos evangélicos, uniram-se com outras dezenas de espanhóis em uma só voz, gritando para que o pastor iraniano seja liberto, juntamente com mensagens direcionadas a embaixada do Irã com súplicas para que intercedam pela vida de Yousef.
Os diplomatas iranianos recusaram a proposta feita pelos representantes do movimento de fazerem uma reunião, então após ter sido lido, o manifesto e uma faixa que carregava a frase “Liberdade a Yousef Nadakhani” foram postos na caixa do correio da Embaixada.
Já no Brasil o ‘Missão Portas Abertas’ convida aos brasileiros para que se unam e façam um pedido a José Sarney (PMDB-AP) – presidente do Senado -, para que este envie uma carta ao governo iraniano em prol da vida de Yousef, em nome do Senado federal.
Os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT), Paulo Paim (PT-RS) e Geovani Borges (PMDB-AP) se mostraram solidários com a condenação do pastor que foi exposta para eles pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) no último dia 29.
Veja modelo da carta criado pelo ‘Missão Portas Abertas’:

V. Ex.ª José Sarney,

Solicito que Vossa Excelência transmita ao governo do Irã, em nome do Senado Federal, este recurso em nome da vida do pastor iraniano Yousef Nadarkhani.
Este homem está sendo julgado pelo tribunal de Rasht devido as suas crenças religiosas e corre o risco de morte, conforme foi exposto no plenário do Senado Federal pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) no dia 29/09/2011.
Em aparte neste mesmo dia, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), solicitou que fosse enviado à Embaixada do Irã, um documento em nome do Senado Federal, em apoio ao pastor.
Além de Paim, os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) se solidarizaram com a causa revelada por Marcelo Crivella e declararam o apoio desta Casa.
Escrevo esta carta para expressar a minha preocupação com relação a esse caso. A execução de pena de morte por causa da conversão de Yousef ao cristianismo contraria o artigo 18 Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição iraniana, que claramente permite a liberdade para os cristãos manterem suas crenças e práticas religiosas.
Agradeço desde agora pela vossa atenção a este pedido. E reitero a importância de o Senado Federal se manifestar oficialmente sobre este caso, uma vez que Brasil e Irã desfrutam de boas relações diplomáticas.
Respeitosamente e sinceramente,
ASSINATURA  e  RG
O Missão Portas Apertas disponibiliza esta para que seja alterada por quem quiser e se dispor a ajudar na causa e enviá-la ao Senador pelos contatos:
E-mail: sarney@senador.gov.br
Ou pelos Correios:
Senado Federal
Praça dos Três Poderes
Anexo I, 6º andar
Brasília – DF
CEP 70165-900
Mensagens no Twitter: @SenadoresBrasil
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Obama diz que Jesus Cristo é o Senhor, após ser chamado de anticristo

O Presidente dos Estados Unidos estava pronto para discursar na House of Blues, em Los Angeles, durante uma ação de angariação de fundos, quando foi interrompido por gritos vindos da plateia. "O Deus cristão é o único e o verdadeiro Deus vivo! O criador do Céu e do Universo! Jesus Cristo é Deus! Jesus Cristo é Deus! Jesus Cristo é Deus! Tu és o anticristo!", gritou a plenos pulmões o homem, que a imprensa norte-americana, de forma generalizada, apelidou de "provocador". Ele foi rapidamente escoltado para fora do recinto pelos seguranças do presidente
Barack Obama manteve-se sereno durante toda a intervenção, que acabou por ser abafada pelas demais pessoas presentes na sala. "Mais quatro anos! Mais quatro anos!", gritaram por cima, aludindo à nova candidatura de Obama à Casa Branca, nas eleições de 2012.
O presidente norte-americano permitiu, silencioso, que a interpelação fosse até o fim. E deu um sorriso nos lábios. Quando o homem estava sendo levado para fora da House of Blues, Obama concordou com parte da intervenção: sim, disse, "Jesus Cristo é o Senhor".
No final, ainda brincou com a situação, pedindo, ao microfone, que os seguranças voltassem levassem ao seu acusador o casaco, que ele teria deixado ficar. O vídeo foi publicado pela Associated Press no YouTube.