Dona Liliana Mercure, mãe de Daniela Mercury, é uma cristã comprometida e vice-reitora da Universidade Católica de Salvador. Ano passado, ela e o esposo, Antônio Abreu, celebraram seus 50 anos de união com uma cerimônia religiosa.
Ela não está muito feliz com a união da filha com a jornalista Malu Verçosa, assumida publicamente na semana passada, assunto que rendeu capa da revista Veja e reportagem especial no Fantástico. A cantora se separou do empresário italiano Marco Scabia no fim do ano passado. Liliana não fala com a imprensa, mas teria ficado mais chateada ainda com a exposição que a cantora fez ao revelar seu relacionamento nas redes sociais.
Embora o Vaticano condene o casamento gay, Daniela Mercury diz que ela e a companheira são muito católicas e resolveram fazer orações na igreja Sacré-Coeur. “Colocamos as alianças e fomos à Sacré-Coeur, já que somos as duas católicas. Fomos fazer nossas orações e pedir proteção.”
De acordo com um jornal carioca, Malu não é a primeira namorada de Daniela. Embora Liana não aprove a relação, seu pai, Antônio Abreu, está se mantendo neutro: “Por favor, infelizmente não posso dizer absolutamente nada, não posso dar declarações”. Os filhos da cantora, no entanto, estariam apoiando a mãe.
Ao decidir assumir o relacionamento, Daniela fez criticas ao deputado Marco Feliciano “Claro que esse contexto político, a inadequação desse deputado ao posto, tudo isso me deu força. Mas eu acho que, quanto mais se falar das relações homossexuais, mais elas vão se tornar naturais para as outras pessoas”.
O pastor Silas Malafaia afirmou durante entrevista que acredita que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) terá o dobro de votos conseguidos na última eleição, quando disputou pela primeira vez um cargo público e recebeu mais de 211 mil votos.
“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse à Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”, afirmou.
A ideia de que Feliciano será mais bem votado nas próximas eleições é lugar comum no Partido Social Cristão: “Essa coisa vai despertar o sentimento do evangélico de ter representantes na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Vai nos ajudar”, disse Eliel Santana, presidente do PSC da Bahia.
Em declaração ao site do jornal O Globo, Silas Malafaia afirmou que os protestos contra Feliciano acontecem porque os ativistas estariam “engasgados” por não conseguirem impor suas vontades sobre a maioria. “Os que querem direitos humanos agridem, xingam. Eles querem direitos para eles. Isso aí é um joguinho político de ativismo gay. Eu também sou vítima disso”, disse o pastor.
O Partido dos Trabalhadores também foi criticado por Malafaia pela forma como está se portando durante o episódio: “Acho engraçado como o PT consegue jogar para a plateia. Essa comissão sempre foi presidida pelo PT. O PT não quis mais. Será que é por questões inconfessáveis? Opinião não é crime. Ele [Marco Feliciano] tem direito de expressar a opinião que ele tem”.
Questionado sobre as acusações de homofobia contra Feliciano, o pastor contra-atacou: “Eu também sou acusado de ser homofóbico. Aí eu pergunto: qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.
Silas Malafaia afirmou ainda que espera que Feliciano “presida [a CDHM] com cuidado [...] Seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c”, pois atualmente, o trabalho da comissão é “terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, pontuou.
“Na democracia, minoria não determina sobre a maioria e é isso que eles estão engasgados. Não quero injustiça, não sou favor de maldade contra gay, mas também privilégios para eles, não”, concluiu o pastor Silas Malafaia.
Sylvester Stallone, famoso pelos filmes “Rocky” e “Rambo”, voltou a suas raízes cristãs, numa experiência de conversão que ele diz o libertou das pressões do mundo.
“Quanto mais vou à igreja”, disse Stallone, de acordo com o boletim CitizenLink de Focus on the Family, “e quanto mais me entrego ao processo de crer em Jesus e escutar Sua Palavra e deixá-Lo me guiar no que faço, mais sinto como se as pressões sumissem de cima de mim”.
No filme de Stallone, Rocky Balboa, o último na série de filmes “Rocky”, ele reflete sobre seguir Cristo e não sobre enfrentar batalhas sozinho.
“É como se [Rocky] estivesse sendo escolhido, como se Jesus estivesse sobre ele, e como se ele fosse o cara que viveria sempre o exemplo de Cristo”, Stallone disse numa conferência com pastores e líderes religiosos no ano passado. “[Rocky agora] é muito, muito perdoador. Não há amargura nele. Ele sempre vira a outra face. É como se sua vida inteira fosse sobre servir”.
“Fui criado num lar cristão, e aprendi a fé cristã e fui até onde consegui”, disse Stallone. “Até que um dia, sabe, entrei no tão chamado mundo real e conheci a tentação. Praticamente me desviei do caminho e fiz uma porção de escolhas erradas”.
Stallone disse que ele quer comunicar para as audiências a importância de frequentar a igreja e receber apoio no compromisso de viver a fé cristã.
“Precisamos ter a experiência e a orientação de outra pessoa”, disse ele. “Não podemos treinar a nós mesmos. Sinto do mesmo jeito acerca do Cristianismo e acerca do que a igreja é: A igreja é a academia de ginástica da alma”.
A estória de um Rocky que sente culpa espiritual e lê a Bíblia antes de cada luta foi escrita pela própria experiência de vida do ator, disse Stallone.
“A maior parte dos meus filmes anteriores era cheia de sangue”, ele declarou para o jornal San Francisco Chronicle. “Eles eram os resultados criativos de minha juventude, quando meu casamento não estava indo bem e me sentia seduzido pelas tentações de Hollywood”.
“Precisei realmente passar por meus testes e tribulações”, ele disse, “antes que eu pudesse ser homem o suficiente para saber escrever o tipo de estória que ‘Rocky Balboa’ é”.
Stallone desenvolveu um kit de recursos grátis para líderes, em associação com Motive Entertainment, para ajudar os pastores e líderes de igreja a utilizar a mensagem cristã do filme. O kit inclui um guia de líderes (grátis por download) que lida com as questões de coragem, integridade, fé, vitória e propósito, relatou o jornal Christian Examiner. O guia tem várias abordagens feitas para suprir as várias necessidades dos pastores, líderes de jovem, líderes de ministérios de leigos e pais.
Introdução
O Ocultismo traz consigo a influência das artes mágicas, das religiões de mistério, de muitos deuses e deusas que tanto têm contribuído para que pessoas permaneçam a vida longe do verdadeiro criador e partam desse mundo sem a salvação.
Sabemos que ao arrazoarmos sobre o tema “ocultismo” estaremos despertando a curiosidade de algumas pessoas para fatos e práticas que até então, provavelmente, ignoravam. Não temos como objetivo excitar a curiosidade de alguém na direção do ocultismo, mas alertarmos preventivamente sobre dardos sutis que podem ter atingido a mente de alguma pessoa. Devemos ter presente a admoestação de Paulo em Rm 16.19 – “… quero que sejais sábios para o bem e simples para o mal”. Podemos estar a par das atividades do diabo sem nos deixarmos envolver pela obsessão ou fascinação doentia.
Não temos como nos esquivarmos de que o sobrenatural é realidade. Apesar disso, devemos ser cuidadosos para não considerarmos todos os fenômenos inexplicáveis como sobrenaturais, pois a fraude sempre fez parte desse meio cheio de mistérios!
Podemos incorrer em dois extremismos quando estudamos sobre o Ocultismo; primeiro é não crer na influência diabólica das suas práticas e segundo é crer e desenvolver um interesse mórbido em relação ao Ocultismo.
É diante dessa conjuntura e de tantas conjecturas, que o ocultismo tem ganhando espaços e adeptos, por isso, a importância dessa singela abordagem.
Terminologia
O vocábulo ‘oculto’ deriva-se da palavra latina ‘occultus’ e significa escondido, secreto, obscuro, aquilo que é de falso fundamento, misterioso. São fenômenos que parecem escapar ou escapam ao domínio dos sentidos. A palavra sinônima de oculto é esotérico e está relacionada com a doutrina que se oculta das pessoas em geral e se revela apenas aos iniciados.
O Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo relata: “Ocultismo é o que está além da esfera do conhecimento empírico; o sobrenatural; o que é secreto ou escondido”. (2)
O termo ocultismo, criado no século XIX pelo francês Eliphas Lévi (Alphonse Louis Constant), designa a série de teorias, práticas e rituais que têm por base conhecimentos secretos e a possibilidade de invocar forças desconhecidas, sejam da mente ou da natureza. A alquimia, a astrologia, a cabala e a bruxaria estão entre as mais antigas formas de ocultismo. O aparecimento de doutrinas ocultas ou esotéricas, que permanecem restritas a um pequeno grupo de iniciados, é uma característica comum a todas as antigas culturas. Com métodos próprios destinados a curar enfermidades, obter determinados bens ou adivinhar o futuro, essas doutrinas pressupõem a existência de espíritos e de forças ocultas que governam o universo. Muitas das formas de ocultismo tiveram origem em religiões secretas, tais como a bruxaria, que reproduzia, na Idade Média, rituais de cultos pré-cristãos. Outras se baseavam em conhecimentos de caráter filosófico, como a astrologia e a alquimia, que se propunham uma síntese de todo o saber. (4)
Origem do Ocultismo
Babilônia, foi o berço do ocultismo, notadamente da adivinhação e dali as práticas se espalharam por toda a terra com a povoação que se espalhava (Gn 11.8,9). Deus frustrou as previsões ocultistas nos dias de Moisés e Arão, quando realizaram sinais diante de Faraó, ao transformar varas em serpentes. A serpente de Moisés engoliu as serpentes dos praticantes de ciências ocultas de Faraó e depois em repetir as pragas sobre o Egito (Ex 7.8-12, 19-22; 8.5-11,16-19; 9.11). Os reis antigos usavam com excesso as práticas ocultistas. Nabucodonozor tomou a decisão de atacar Jerusalém depois de recorrer ao ocultismo (Ez 21.21,22). A prática adotada por Nabucodonozor é conhecida como hepatoscopia (adivinhar pelo fígado do animal). Amã, inimigo dos judeus, pretendeu matar Mardoqueu empregando métodos ocultistas ao levantar uma forca valendo-se de adivinhação ( Et 3.7-9; 9.24,25; Nm 23.23). (3)
Anos atrás, o público cristão dos Estados Unidos se mobilizou contra Corpus Christi, uma peça de teatro do circuito de Nova York que mostrava um Jesus gay tendo relações com seus discípulos. Ela ficou em cartaz por algum tempo e depois foi montada em outros lugares, mas nunca fez sucesso.
Na semana passada estreou outra peça que gerou muitos protestos por ser considerada “ blasfêmia” e fazer pouco da Bíblia. Alunos do curso de Artes Cênicas da Escola Pública de Performing Arts Pioneer Valey, que possui 400 alunos, de ensino Médio em South Hadley, Massachusetts , decidiram interpretar uma comédia de 1998, assinada por Paul Rudnick.
Com o nome de “The Most Fabulous Story Ever Told” [A História Mais Fabulosa Já Contada] , basicamente é uma sátira do livro bíblico de Gênesis, que mostra dois casais homossexuais no Jardim do Éden [Adão e Ivo; Eva e Mabel] além de um rinoceronte que tenta seduzir os homens na Arca, e por fim, Maria, a mãe de Cristo, dizendo que não pode estar grávida, porque era é uma lésbica “convicta”.
A crítica de teatro da revista The Theater Mirror afirmou ser uma comédia hilária que oferece uma “aula sobre como ser gay hoje em dia”. Mas possivelmente não haverá uma segunda apresentação. Cerca de 50 manifestantes se reuniram na porta da escola na noite de abertura. Os protestos uniram alunos, pais e até mesmo o presidente do conselho de administração da escola, que disseram não concordar que alguns alunos desrespeitem o cristianismo, religião da maioria da população.
A Diocese Católica Romana de Massachusetts foi ainda mais direta. Segundo seu porta-voz, o bispo Timothy A . McDonnell questionou: “Eu não sabia que era papel de escolas públicas ensinarem o ódio aos religiosos”. Noreen Beebe, uma mãe de aluno que vive em Northampton, disse se sentir “insultada” em saber que o dinheiro do contribuinte está sendo usado para ridicularizar as Escrituras. ”Dói meu coração ver uma escola pública fazendo troça da Bíblia”, disse ela.
O diretor da peça, no entanto, argumenta que “Não é uma encenação que tenta destruir a religião, mas realmente faz graça de algumas atitudes religiosas… Embora seja repleta de piadas, nossa peça é, na essência, uma investigação cuidadosa do significado de fé e de família”.
O Diretor da Escola, Scott Goldman, afirmou que mesmo após ser “bombardeado” por e-mails e telefonemas classificando a peça como “blasfema e ridícula”, o show iria continuar em cartaz. Ele alega que ceder a essa tentativa de censura “seria ir contra a percepção artística e intelectualmente rigorosa da comunidade de Pioneer Valley”. Embora admita que possa ser difícil que o público mais jovem entenda, acredita ser adequado para os alunos do ensino médio.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse durante sua participação em um evento na Universidade de Brasília (UnB) que a eleição do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria é legítima e que as manifestações contra ele fazem parte da democracia.
O presidente do STF foi questionado por uma aluna da UnB sobre a polêmica que já dura mais de 20 dias e disse que a tal pergunta o colocava em uma “saia justa” já que o assunto divide opiniões em todo o país.
Mesmo assim Barbosa deu sua opinião: “O deputado Marco Feliciano foi eleito pelos seus pares para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional, na Câmara. Os deputados assim o fizeram porque está prevista regimentalmente essa possibilidade”.
O ministro também comentou sobre os protestos dizendo que “a sociedade tem também o direito de se exprimir, como vem se exprimindo, contrariamente à presença dele neste cargo”. Para Joaquim Barbosa essas ações fazem do Estado Democrático de Direito. “Isso é democracia”, disse ele. Com informações da VEJA.
Os missionários brasileiros no Senegal José Dílson Alves da Silva e Zeneide Novaes foram libertados hoje, 05 de abril, após apelação apresentada pelo advogado contratado por entidades nacionais.
O juiz que recebeu a apelação na corte de Dakar aceitou conceder a liberdade provisória aos missionários, que haviam sido presos sob a acusação de tráfico de menores e formação de quadrilha.
José Dilson e Zeneide Novaes estão presos no país desde novembro, quando as acusações contra eles foram feitas.
Um advogado cristão senegalês foi nomeado pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) para acompanhar o caso, com suporte das entidades Religious Liberty Partnership (RLP) e Advocates International, e deverá dar suporte aos missionários até o fim do processo.
Recentemente a ONG Rio de Paz havia lançado um abaixo-assinado pedindo a libertação dos missionários. O presidente da entidade, pastor Antônio Carlos Costa, está no Senegal e acompanhou a libertação dos missionários. A imagem acima foi publicada por ele de dentro da prisão em Thiés.
A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) divulgou um comunicado em que ressalta a necessidade de apoio contínuo aos missionários, pois o processo continua em curso: “Precisamos continuar orando pelo processo que continuará em andamento até ao seu julgamento final em data a ser determinada pela justiça senegalesa”.
Até o final do julgamento, José Dilson e Zeneide não poderão deixar o Senegal, e deverão cumprir algumas obrigações referentes ao caráter provisório da decisão, como por exemplo, se apresentar todos os dias na prisão de Thiès, de acordo com informações da Missão Portas Abertas.
O projeto Educação Global e Capacitação Profissional é uma iniciativa da Associação Os Amigos de Clara Amizade Brasil-Bahia (AACBA) voltada a meninas e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
As ações do projeto visam contribuir para o desenvolvimento humano da juventude feminina, e também oferecer acolhida para essas crianças, adolescentes e jovens mulheres de 10 até 29 anos de idade, ofertando cursos básicos de pintura em tecido, telhas e garrafas, crochê, bordado, confecção de bonecas, bijuteria, reciclagem, desenho, manicures, cabeleireiro afro, dança, entre outras.
Fundada no ano 2000, a Clara Amizade atua em centros comunitários da periferia nordeste de Salvador, abrangendo as áreas de Itapuã e adjacências, Plakaford, Baixa do Dendê, Baixa da Soronha, Nova Brasília, Baixa do Tubo, Alto do Coqueirinho, Bairro da Paz e São Cristóvão.
Nessa região, o desemprego, a desestruturação familiar e a violência são um problema em ascensão, e as drogas e o tráfico se tornam presentes na rotina das crianças e adolescentes cada vez mais cedo.
Outra questão que preocupa é o turismo sexual, que exerce forte atração na região, que possui praias. Segundo os voluntários do projeto, “a prostituição representa uma provocação constante para quem não tem dinheiro”. A população infanto-juvenil da região é formada em sua maioria por afrodescendentes, e 45% deles vivem sem a figura paterna.
Atualmente essa iniciativa atende diretamente 250 meninas, adolescentes e jovens mulheres, e beneficia indiretamente outras 875 pessoas, entre familiares, amigos e vizinhos.
O projeto foi reconhecido pela Unesco, e receberá verbas das doações feitas ao programa Criança Esperança, para viabilizar o objetivo da Associação Clara Amizade de promover a educação global e resgatar a autoestima, capacitando essas jovens mulheres para trabalho e a convivência social.
Com os valores repassados à Associação Clara Amizade, será possível adquirir mobiliário para a sede da entidade, além de equipamentos eletrônicos como notebook, caixas de som, microfones e projetor de vídeo, material pedagógico e de consumo, custeio de despesas com visitas culturais, e financiar o pagamento de monitores para oficinas, além das despesas com transporte e alimentação.
Para saber mais sobre o projeto Educação Global e Capacitação Profissional da Clara Amizade, acesse camizadebahia.org.br, ou entre em contato pelo e-mail camizade.bahia@yahoo.com.br ou pelos telefone (71) 3375-5135.
Em sua edição lançada no dia 4 de abril, a revista norte-americana Time teve como matéria de capa uma análise sobre o crescimento dos evangélicos latinos nos Estados Unidos. Intitulada “The Latino Reformation” (A Reforma Latina), a matéria foi escrita pela jornalista Elizabeth Dias.
- Os latinos evangélicos são um dos segmentos de mais rápido crescimento de milhões de frequentadores de igrejas dos Estados Unidos – frisou Dias.
De acordo com uma pesquisa recente da Pew Forum on Religion and Public Life, cerca de 62 por cento dos 52 milhões de latinos nos Estados Unidos são católicos. Richard Stengel, editor gerente da revista, comentou o assunto destacando que eles são latino-americanos que abraçaram uma forma evangélica de Protestantismo.
- Eles abandonaram o catolicismo por todos os tipos de razões – afirmou Stengel, que prevê que os evangélicos sejam metade dessa população em 2050.
De acordo com o relatório feito por Elizabeth, os hispânicos, como também são chamados, parecem se voltar ao movimento protestante por este oferecer uma relação mais pessoal com Deus, do que o catolicismo.
- Eles vêm em grupos, mães latinas e crianças, avós e amigos. ‘Que Dios te bendiga’ (Que Deus abençoe), diz cada um, oferecendo abraços e beijos para todos os que encontram – descreve a jornalista.
Destacando o rápido crescimento das igrejas que visitou para compor a reportagem, na região de Washington D.C., Elizabeth Dias disse ter encontrado sinais de uma reforma latina. A reportagem afirma ainda que tal crescimento de latinos evangélicos está influenciando também temas como a reforma imigratória, além de outras questões políticas.
A operadora de turismo religioso Terra Santa Viagens criou uma campanha para convocar os crentes do mundo todo a curtirem Deus sem nada em troca. A empresa, que sempre utiliza de suas redes sociais para concursos em que as pessoas participam para ganhar viagens à Terra Santa, decidiu dessa vez testar a capacidade de mobilização dos usuários para mostrar a importância de Deus e somente isso, sem concorrer a nenhuma premiação.
A intenção da campanha é promover a evangelização. A empresa não pede seguidores ou fãs, a única coisa que eles devem fazer é curtirem as postagens especificas de cada rede e disseminar isso para toda a sua rede de amigos, levando a mensagem ao máximo de pessoas possível.
As redes sociais utilizadas pela empresa para esta campanha são o Facebook, o Twitter e o Instagram. O diretor da operadora, Ricardo Caro, acredita que essa é uma forma de usar a força que a Terra Santa Viagens adquiriu nesses veículos para espalhar o amor a Deus. “Nossa empresa tem como missão, além de levar pessoas aos locais sagrados do cristianismo, a evangelização. De nada nos adianta ter redes sociais tão populares se não pudermos utilizá-las para esse fim também”, afirma Ricardo.
Há ainda a possibilidade de participar por e-mail quando o cristão não aderiu a nenhuma rede social. Para conhecer mais sobre a operadora e participar dessa mobilização acesse o site da campanha:www.terrasantaviagens.com.br/eucurtodeus.
Na noite desta quarta-feira (3) a cantora Daniela Mercury assumiu relacionamento gay com a jornalista baiana Malu Verçosa. Mercury publicou uma foto no Instagram e de Portugal fez declarações se referindo a Marco Feliciano.
“Sou apaixonada por Malu, pelo Brasil, pelas liberdades individuais. Eu acho que conquistas a gente não pode esquecer. Não podemos andar para trás, como os ‘felicianos’ da vida!”, disse.
As declarações foram publicadas na rede social. Mercury também afirmou que Malu agora é sua “esposa, sua família e inspiração pra cantar”. A cantora baiana se separou recentemente do empresário Marco Scabia.
“Beijaço” contra Marco Feliciano
Representantes de peso da classe artística se manifestaram contra a permanência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
A atriz Fernanda Montenegro, de 83 anos, deu um beijo na boca da também atriz Camila Amado, de 77. Além das atrizes, os atores Tonico Pereira, 65, e Ricardo Blat, 63, também se beijaram.
A onda de beijos entre artistas do mesmo sexo continuou. Bruno Gagliasso postou uma foto no Instagram dando um selinho no colega Matheus Nachtergaele.
O Projeto Nova é uma iniciativa da Primeira Igreja Batista (PIB) de Campo Grande, voltado a famílias que de algum modo, sofrem com a exploração sexual.
A proposta é oferecer atendimento social, psicológico e médico para essas famílias, além de oferecer capacitação profissional para que possam gerar renda.
Uma parceria entre o Sebrae e a Fundação de Assistência à Pessoa Humana (FUNASPH) tem oferecido estrutura e orientação para o projeto Nova, além de promover atividades para os futuros empreendedores, segundo informações do Christian Post.
O site da FUNASPH diz que a parceria visa “promover qualidade de vida às famílias envolvidas em comércio e exploração sexual, através de ações sócio-educativas com o objetivo de ampliar as possibilidades de vida baseados nos princípios ético-cristãos”.
Nestas atividades, as famílias são atendidas e motivadas a buscar novas oportunidades profissionais e/ou optar pelo empreendedorismo.
No âmbito cultural, o Cine Sebrae oferece sessões de cinema com filmes que “estimulam o espírito empreendedor”, com filmes como Fuga das Galinhas, Dois Filhos de Francisco e Colateral. As sessões são realizadas no templo da PIB Campo Grande, e as duas próximas edições acontecerão nos dias 13 e 20 de abril.
O viés social é abordado com a oferta de móveis, roupas, calçados, alimentação, etc., como forma de elevar a qualidade de vida das pessoas alcançados pelo Projeto Nova, que atualmente atende quinze famílias que são visitadas semanalmente.
“Realizamos atividades que estimulem a mudança de pensamentos e atitudes, com objetivo de criar o desejo de mudança de seu estado social”, diz o site do projeto.
Testemunhos compartilhados pelos beneficiados e divulgados nas redes sociais dão a dimensão da importância do trabalho desenvolvido pelo Projeto Nova: “Fui molestado pela minha mãe e muitas vezes testemunhei várias cenas de minha mãe com homens dentro de casa. A dor me dominou, a raiva me conquistou, e a perdição foi o meu rumo. Pois a pessoa a que mais eu amo está se auto destruindo. Deus transformou a vida da minha mãe e hoje ela tem a loja dela, parou com a vida que ela tinha”, relatou o filho de uma das mulheres assistidas pela iniciativa.
Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos mostrou que 48% dos norte-americanos acreditam que Jesus voltará nos próximos 40 anos.
A pesquisa não tinha caráter de previsão, mas pretendia colher as impressões dos cristãos no país a respeito das profecias bíblicas e seu cumprimento, além do quadro social atual.
Elaborada e aplicada pelo Pew Research Center, a pesquisa constatou ainda que embora quase metade creiam que a segunda vinda de Jesus ocorrerá em breve, outros 38% acreditam que provavelmente isso não vá acontecer.
De acordo com o relatório da pesquisa, o resultado das entrevistas se deve à expectativa de que nesse período, aconteça algum conflito internacional violento.
Uma mostra disso é que 58% dos entrevistados acreditam que uma nova guerra mundial poderá acontecer nesse período de tempo, e outros 53% acham que os Estados Unidos poderão enfrentar um novo ataque terrorista, desta vez com armas nucleares, segundo informações do Noticia Cristiana.
Apesar de a segunda vinda de Jesus ser motivo de divergências entre denominações e até previsões mal fadadas, a pesquisa permitiu a conclusão de que os fiéis se mantém alheios à discussão e esperam por esse retorno.
A escritora norte-americana Crystal McVea, que alega ter tido uma experiência real com Deus durante um estado de coma profundo, chegando a beirar a morte, relatou sua história numa entrevista dada ao programa de TV Fox and Friends, na última terça-feira.
Crystal afirmou que nessa experiência, viu, ouviu, falou e até cheirou Deus, e que esse episódio, ocorrido em 2009, renovou sua fé cristã: “Eu vi anjos, eu vi Deus, e eu caí de joelhos na frente dEle”, disse Crystal.
Perguntada pela apresentadora Gretchen Carlson sobre como descreveria Deus, Crystal afirmou que “palavras humanas não seriam capazes” de ilustrar sua experiência, mas que poderia resumir dizendo que Deus era “um imenso brilho” possível de ser sentido: “Um brilho que eu podia sentir, saborear, tocar, ouvir, cheirar, e que se fundiu a mim. Não era como se eu tivesse cinco sentidos, mas era como eu tivesse quinhentos sentidos”, disse a escritora.
Ela ainda afirmou que durante esses momentos, Deus havia questionado se ela desejava retornar à Terra, mas ela respondeu que não, as duas vezes, e observou o impacto que isso teve nela como pessoa: “Toda a minha vida, eu fui cética [...] Fechar os olhos e ao abri-los, estar na frente do criador, não só do universo, mas de mim… Eu não queria mais sair de lá”.
Crystal relatou ainda que apesar de se recusar a voltar, Deus a mandou de volta para seu corpo após tê-la “libertado” de sua vergonha e culpa.
Segundo a Scientific American, 3% dos norte-americanos afirmam terem tido uma experiência de quase morte . De acordo com os relatos, estes eventos podem ser acompanhados por uma experiência fora do corpo, como uma luz no fim do túnel, ou algo semelhante. Porém, o neurocientista Dean Mobbs, da Universidade de Medicina de Cambridge, afirma que “muitos dos fenômenos associados com experiências de quase morte podem ter explicações biológicas”, podendo ser resultado da liberação de enzimas no cérebro.
O humorista Marvio Lucio, o Carioca, do Pânico na Band desistiu do quadro “A Turma do Didi Maiscedo” onde ele imitava o líder da Igreja Universal do Reino de Deus fazendo uma sátira com o programa Fala que eu te escuto, da Record.
Carioca garante que a decisão de acabar com o quadro partiu dele mesmo e que a produção do programa não fez pressão para que ele desistisse.
“Religião é difícil. Meu conteúdo estava restrito”, disse o humorista que substituiu o personagem “Didi Maiscedo” pelo “Marcelo Sem Dente”. Mas quem assiste ao programa percebeu que o cenário ainda é parecido com o programa religioso exibido pela Record e que ainda há um personagem que exorciza demônios.
Além de se sentir “com freio de mão puxado”, Carioca também ficou com medo da incitação religiosa diante dos problemas envolvendo o deputado federal pastor Marco Feliciano.
“Esse clima de incitação religiosa assusta. Não vale fazer humor com preocupação”, disse ele. As informações são do blog Mauricio Stycer.
Um vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem atraído a atenças de milhares de pessoas.
O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia, e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.
Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.
- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.
- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou Carolina, sobre a repercussão do vídeo.
Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi previsto no roteiro.
- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é uma comemoração muito grande.
Após a onda de ataques a Marco Feliciano (PSC-SP), algumas figuras formadoras de opinião começam a ponderar sobre a questão envolvendo sua eleição à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do SBT Brasil, foi a primeira a se manifestar contra o exagero em torno dos protestos contrários a Feliciano. Agora, o jornalista Alexandre Garcia, que comenta política na TV Globo e na rádio Metropole, de Brasília, saiu em defesa de Feliciano dizendo que no Brasil, opinião não é crime.
“Tá uma novela essa história do pastor Marco Feliciano [...] Dois militantes foram presos, eu vi uma foto no jornal, uma coisa horrível. Um manifestante, em pé, em cima da mesa que é ocupada pelos deputados. Aí não dá, é um exagero [...] Eu ouvi o noticiário todo, e o noticiário sempre começa assim: ‘o pastor Marco Feliciano, acusado de opiniões homofóbicas e racistas…’ Opa, agora me deram a chave de tudo isso. Se ele é acusado por opinião, supõe-se então que aqui no Brasil exista crime de opinião, e não existe. Ele não pode ser acusado de opinião, se a opinião é livre, e é protegida pela Constituição. Cada um pode ter a sua opinião”, ponderou o jornalista.
Garcia ainda ressaltou que “no momento em que ele puser em prática o racismo, incitar as pessoas ao racismo, ou à homofobia, aí sim” poderia ser acusado, e complementou: “Mas enquanto ele expressar a opinião dele, como ele tem expressado, que é contra o casamento gay… Deu uma declaração sobre a África, que se eu fizer uma declaração sobre a América do Sul dizendo mais ou menos a mesma coisa, ninguém vai me acusar de racismo”.
Ouça o comentário:
Já o jornalista Ricardo Noblat, do jornal O Globo, ironizou afirmando que os holofotes colocados sobre Feliciano trouxeram tranquilidade para o senador Renan Calheiros e o deputado Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, e que recentemente assumiram a presidência do Senado e da Câmara dos Deputados, respectivamente.
“Comunicado público: Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros agradecem de coração ao pastor Marco Feliciano o seu desempenho como presidente recém-eleito da CDHM”, escreveu, em tom sarcástico.
A crítica de Noblat se estende e alcança a organização Avaaz, que protestou contra Calheiros e depois “esqueceu” o caso para promover protestos contra Feliciano: “Cadê o movimento que recolheu mais de uma milhão e meio de assinaturas pedindo o afastamento de Renan (PMDB-AL) da presidência do Senado por falta de decoro? Esgotou-se? Sua única finalidade era amealhar as assinaturas? Não se ouvirá mais falar dele nas redes sociais? Nem do alvo de sua sanha? Justificável sanha, por sinal! Alvo bem escolhido”, criticou.
O presidente da Câmara dos Deputados também foi citado pelo jornalista, que relembrou os protestos contra ele por causa dos privilégios estendidos aos colegas parlamentares: “É de R$ 26.700,00 o salário mensal de um deputado. Mas ele recebe um segundo salário para pagar de R$ 34 mil. É pago mediante a apresentação de notas fiscais. Ninguém checa se as despesas foram de fato realizadas e se as notas não são frias. Henrique saldou mais três parcelas do preço de sua eleição: aumentou o auxílio-moradia de R$ 3 mil mensais para R$ 3.800,00; eliminou o limite de reembolso para assistência médica aos colegas; e aprovou a criação de 59 cargos em comissão. Em sua defesa, lembra que limitou o pagamento do 14º e 15º salários anuais aos deputados”, disse Noblat.
O senador Magno Malta, em discurso realizado na última semana, destacou que apesar de ter divergências de ideias com o pastor Marco Feliciano, defende a democracia e entende que ele precisa ser respeitado como parlamentar, por ter sido eleito democraticamente.
“O deputado Marco Feliciano pode pensar diferente do deputado Jean Wyllys, e até deve, porque fica bem para a democracia. E o deputado Jean Wyllys precisa, pelo bem e respeitando a democracia, ser contra o deputado Marco Feliciano no que pensa, nas suas bandeiras. Mas são obrigados, e devedores, ambos, do respeito um ao outro. Porque nós temos dívidas com os homossexuais. Temos. E qual é a dívida? É a que a Bíblia fala: ‘A ninguém deveis nada, exceto o amor’, respeito. Nós devemos o respeito como eles também nos devem o respeito. E se na pluralidade da democracia, na proporcionalidade ou em acordo de partidos, coubesse ao PSOL do deputado Jean Wyllys a presidência da Comissão de Direitos Humanos, caberia ao deputado Marco Feliciano votar nele, respeitá-lo".
O próprio Feliciano tem rebatido as críticas usando o histórico da CDHM como comparação: “Não lembro de nada de mais relevante que a comissão tenha feito nos dois anos anteriores. A CDH é uma comissão de mérito: recebe e apura denúncias, nada muito além disso. E é o que estamos fazendo”, disse, de acordo com informações de Lauro Jardim, no site da revista Veja.
Sobre os manifestantes, Feliciano afirma que espera deles uma postura mais racional: “Gostaria muito que eles parassem para ouvir as reuniões. Veja se eles fazem isso no plenário, nas sessões comandadas pelo presidente Henrique (Eduardo Alves)? Lá, eles sequer podem bater palmas. O que eles fazem na CDH não é democracia”, criticou.
Os deputados federais Jean Wyllys, Érica Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado e pastor Marco Feliciano, o pastor Silas Malafaia e os assessores do deputado acusando-os de crimes como difamação, calúnia, falsificação de documentos, formação de quadrilha, falsidade ideológica e improbidade administrativa. (leia mais sobre aqui)
O pastor Silas Malafaia comentou que vai entrar na Procuradoria Geral da República com uma ação contra os três deputados por denunciação caluniosa. O pastor afirma que as acusações feitas contra ele tem como base mensagens publicadas em um perfil falso no Facebook, com o qual ele não teria nenhuma relação. Malafaia detalha ainda que na mesma denúncia em que seu nome está relacionado estão misturados assuntos que não tem nenhuma relação com ele, e classifica a ação como um jogo “inescrupuloso e bandido” que tenta o incriminar. “Os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate democrático, querem criminalizar a opinião, e, no Brasil, amparado pela Constituição, opinião não é crime. A duras penas o Brasil ficou livre do delito de opinião”, afirma.
- Os que querem tirar o pastor Marco Feliciano da presidência da CDHM, e os que querem tirar os meus direitos, são os mesmos que defendem o aborto. Que moral esta gente tem para falar de Direitos Humanos? Nenhuma! – disse o pastor em nota oficial
O jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, afirma que a própria representação feita pelos parlamentares “fala sobre a existência de perfis falsos, mas parte do princípio de que os responsáveis por eles são justamente os que têm seus respectivos nomes usados à revelia”.
- Chega a ser uma piada que Wyllys processe Feliciano, dizendo-se perseguido. Ora, quem é que lidera a campanha nacional contra o presidente da comissão? Incluir Malafaia na peça acusatória é a evidência escancarada de má-fé. Ele não é político, não está na comissão; é, apenas, alguém com o direito a uma opinião – comentou o jornalista, que disse também que a tentativa do processo é de cercear o pensamento e a liberdade de expressão.
- O Brasil vai ficar lotado de aiatolás bondosos dizendo o que podemos pensar ou não, o que podemos dizer ou não, que religião podemos ter ou não. Os que acreditam em Deus devem deixar de lado essa ideia estúpida de absoluto e acreditar em Wyllys – criticou.
Azevedo diz ainda que os acusadores estariam interessados em juntar seus adversários “no mesmo saco de gatos”, e classifica as ações dos parlamentares como um espetáculo de intolerância.
- Espero que a mesma imprensa que está endossando esse espetáculo de intolerância não venha a pagar caro por sua estupidez. Está confundindo o direito à divergência e ao protesto – conclui o jornalista.
Em uma nova nota oficial em seu site oficial, Wyllys justifica a ação criminal afirmando que o pastor Silas Malafaia “é amplo divulgador de campanhas ilegais contendo inverdades e ofensas” contra ele. O deputado afirma ainda que Malafaia “faz isso através dos seus perfis oficiais nas redes sociais e de outros não oficiais”, ressaltando que os perfis que ele classifica como não oficiais não são contestados pelo pastor. O ex-BBB cita ainda as afirmações “o deputado Jean Wyllys chamou os cristãos de doentes” e “sabia que o Jean Wyllys ofendeu os cristãos e declarou guerra?” feitas no perfil oficial do pastor no Twitter recentemente em uma acalorada discussão como prova de que não está se baseando em publicações em perfis falsos do pastor.
O texto publicado no site de Wyllys, assinado pelo advogado Antônio Rodrigo Machado, afirma que o “chamamento ao ódio e a guerra foi prontamente atendido por diversos seguidores dos representados, e a vida do parlamentar foi posta em risco”, e classifica os pastores e outras pessoas relacionadas como réus no processo como uma “cadeia criminosa organizada”.