sexta-feira, 29 de março de 2013

Estudo sobre Festas Pagãs: Festas Juninas 4ª Parte


Os Santos não Podem Ajudar

       Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia:
 
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (um 2.5).

E mais:

 
“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os monos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).

       Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos:
 
“E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).

        Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:
“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Arn 5.21).

Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maque o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).

Algo em Que se Pensar

       O Brasil é um dos maiores paises agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras: nas quais, "... em se plantando tudo dá". No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau etc. Era para estarmos exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras de excelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do"homem do campo". Sabemos que existe um êxodo rural muito grande, 80% da população brasileira vive nas cidades e somente 20 % vivem no campo. Não estaria as festas juninas contribuindo para formar uma imagem negativa de nosso povo da zona rural? Não é exagerado o ponto de vista em que sugere que a imagem do homem do campo por vezes é humilhada nas festas juninas.
       Veja: qual criança se espelharia no típico caipira das quadrilhas de festas juninas? Quais delas diria: "quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas"? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas inconscientemente ou não, servem mais para humilhar as pessoas do campo do que para honrá-las como pretendem; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho, um pobre coitado! - pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas escolas. Poderia isto ser chamado de FOLCLORE e CULTURA?
       A Bíblia diz categoricamente que 
 
"o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou" (Pv. 17:5).
 
       Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os "caipiras" não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de"Êxodo Rural". E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo.

Motivos para não Participar de Festas Juninas

      Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o"porquê" de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

  • Plágio do Paganismo

       Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "
 
Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9].
 
       Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

Cientista desafia adeptos da Teoria da Evolução e oferece US$ 10 mil para quem provar que o Gênesis está errado


O debate entre cientistas adeptos da Teoria da Evolução e os fiéis adeptos ao relato criacionista do Gênesis pode ter um capítulo singular na história do embate, devido à proposta de um defensor da história apresentada na Bíblia.
O doutor Joseph Mastropaolo, especialista em criacionismo, resolveu desafiar qualquer defensor da tese da evolução perante a um tribunal, e ofertou ainda, US$ 10 mil como recompensa caso saia vencedor.
No desafio proposto por Mastropaolo, que é Ph.D. emcinesiologia – ciência que estuda os movimentos do corpo humano – o defensor de que o ser humano é fruto de uma evolução de espécies terá que refutar sua interpretação do Gênesis perante a um juiz no tribunal de Santa Ana, na Califórnia.
Entretanto, o desafiante deverá depositar outros US$ 10 mil numa conta judicial, para que assim, ao final do julgamento do embate entre o evolucionista e o criacionista, o vencedor possa resgatar os US$ 20 mil no total.
Além do juiz, o “julgamento do Gênesis” como vem sendo chamado pela mídia norte-americana, deverá ter ainda um repórter especializado em cobrir processos judiciais e um oficial de justiça. Os custos judiciais para o julgamento será custeado pela parte vencedora, de acordo com a proposta do Dr. Mastropaolo.
De acordo com informações do Christian Post, o Dr. Mastropaolo acredita que esse “julgamento do Gênesis” poderá abrir uma nova perspectiva a respeito da discussão sobre o tema: “”Os evolucionistas depois, poderiam ler a transcrição [do julgamento] e fazer sua tese ser mais bem embasada, para numa próxima vez, poderem argumentar melhor”, afirmou, confiante.
“Podemos ler a transcrição e não ter que passar pelo mesmo processo mais e mais e mais uma vez sem qualquer deixar-se, sem qualquer resolução”, sugeriu, como forma de obter objetividade na discussão, sem necessitar voltar a pontos já debatidos.
O desafio de Mastropaolo para que a Teoria da Evolução apresente argumentos sólidos contra o relato de Gênesis foi feito a evolucionistas, teístas, ateus, agnósticos e outros: “Esta é a sua chance de brilhar. Você está disposto a participar de uma competição para provar seu ponto de que a Bíblia está errada e que evoluímos? Você poderia ir para casa com US$ 20 mil se você ganhar!”, diz o anúncio.
Como as regras do concurso afirmam, este debate é legalmente classificado como um mini julgamento, o que significa que é um tipo particular, voluntário e informal de resolução alternativa de litígios que não carrega nenhuma base legal e não tem nenhuma ligação com os governos estaduais ou federal.
Mastropaolo afirmou ainda que acredita que qualquer evolucionista que aceite o debate não pode provar definitivamente que uma interpretação não literal do Gênesis é mais científica do que uma interpretação literal: “Eles [os evolucionistas] não são estúpidos, eles são brilhantes, mas são brilhantes o suficiente para saber que não há evidências científicas de que possam vencer um mini julgamento”, afirmou.
Por Gospel+

Globo Repórter desta sexta será especial sobre cristianismo e mostrará ministério do cantor Fernandinho ações do projeto Cristolândia



A edição de hoje do programa Globo Repórter tratará dos novos rumos do cristianismo, e terá entre os entrevistados, personagens evangélicos.
O projeto Cristolândia, desenvolvido pela Convenção Batista Brasileira (CBB) através da Junta de Missões Nacionais será apresentada como ilustração dos trabalhos sociais desenvolvidos pelo segmento evangélico do cristianismo.
Inicialmente, as ações do Cristolândia visavam a recuperação de dependentes químicos na região conhecida como cracolândia, em São Paulo. Entretanto, o projeto social cresceu e tornou-se referência em outras cidades de estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e Distrito Federal.
O cantor Fernandinho, que também foi entrevistado para a edição de hoje do programa, contou com a participação do coral do Cristolândia na gravação de seu DVD mais recente, “Teus Sonhos”, no último dia 16 de março.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio cantor, sua participação no programa mostrará parte de sua rotina, “que vai muito além da música”, e que envolve também trabalhos de recuperação social.
O Globo Repórter é um programa jornalístico semanal, que aborda temas variados e é transmitido após a novela Salve Jorge, após as 22h00.

Vídeo – Em entrevista ao Agora é Tarde, pastor Marco Feliciano fala com Danilo Gentili sobre polêmicas e rebate acusações de racismo e homofobia; Assista na íntegra


A participação do pastor Marco Feliciano no programa Agora é Tarde, de Danilo Gentili teve abordagens de diversos temas que estão ligados à sua atividade parlamentar e sacerdotal, e foi recheada de momentos de descontração.
O apresentador iniciou o programa mencionando que se ele optasse por “esculachar” o pastor, no dia seguinte seria a pessoa mais popular do Brasil, mas que optou por fazer uma entrevista “normal”.
“De verdade, mesmo, foi uma surpresa o senhor aceitar estar aqui”, disse Gentili, ao cumprimentar o pastor, lembrando que o momento que Feliciano atravessa é bastante tumultuado. No momento que a entrevista foi ao ar, o apresentador Danilo Gentili e o pastor Marco Feliciano se tornaram um dos assuntos mais comentados no Twitter, figurando no Trending Topics do Brasil.
No âmbito político, Gentili questionou como o pastor havia sido eleito para o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, e Feliciano explicou o acordo que definiu sua eleição, dizendo que o Partido dos Trabalhadores optou por ficar com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e que a CDHM “sobrou” para o PSC.
Gentili aproveitou a menção à CCJ e falou sobre os dois parlamentares petistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do Mensalão – deputados federais João Paulo Cunha e José Genoíno (SP) –  que foram indicados para esta comissão e que “ninguém fala nada”.
Usando a deixa de Gentili, Feliciano voltou a alfinetar a imprensa citou que as únicas oportunidades de falar “coisa séria”, tem sido em programas de humor, como na entrevista ao Pânico na Band.
O pastor aproveitou para dizer que toda a polêmica em torno dele serviu para atrair os olhos da mídia para a CDHM e que isso proporcionou um destaque às atividades da Comissão, o que não acontecia há tempos.
Sobre a prática homossexual, Gentili exibiu um vídeo em que o pastor pregava em púlpito dizendo não desejar que suas filhas ao saírem às ruas, vissem “homens barbados e de perna raspada se beijando”. Feliciano voltou a afirmar que se incomoda com a cena, e que por isso, mantinha sua posição, ressaltando que o “pensamento conservador” não é crime.
Feliciano comentou os vídeos editados de cultos pentecostais dos quais participou e que se tornaram hits na internet, devido às manifestações espirituais popularmente apelidadas de cai-cai e disse: “A moçada é bem criativa, eu acho engraçado”.
Sobre acusações de que seus assessores não trabalham em seu gabinete na Câmara, o pastor parafraseou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), dizendo que “deputado que fica muito em Brasília não consegue se reeleger”, e explicou que como seu público de eleitores é evangélico, nada mais natural que seus assessores sejam pastores que atendam esse público em sua base eleitoral, que é São Paulo.
Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo, a partir dos 11 minutos:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 27 de março de 2013

Estudo sobre Festas Pagãs: Festas Juninas 3ª Parte


Os Evangélicos e as Festas Juninas

       Diante de tudo isso, perguntamos:


“Teria algum problema os evangélicos acompanharem seus filhos em uma dessas festas juninas realizadas nas escolas, quando as crianças, vestidas a caráter (de caipirinha), dançam quadrilha e se fartam dos pratos oferecidos nessas ocasiões: cachorro-quente, pipoca, milho verde etc?”




É óbvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de praticar a idolatria, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus!       Quanto à essa questão, tão polêmica, é oportuno mencionar o comportamento de certas igrejas evangélicas, com a alegação de estarem propagando o evangelho durante o Carnaval, dedicam-se a um tipo duvidoso de evangelização nessa época do ano. Fazem de tudo, inclusive usam blocos carnavalescos com nomes bíblicos. Não devemos nos esquecer, no entanto, de que as estratégias evangelísticas devem ocorrer o ano todo, e não apenas em determinadas ocasiões, O mesmo acaba acontecendo no período das festas juninas. Ultimamente, surgiram determinadas igrejas evangélicas que, a fim de levantar fundo para os necessitados e distribuir cestas básicas aos pobres, estão armando barracas junto com os católicos em locais em que as festas juninas são promovidas por órgãos públicos. Os produtos que vendem, diga-se de passagem, são característicos das festividades juninas. Os “cristãos” que ficam nas barracas vestem-se a caráter e pensam que, dessa forma, estão procedendo biblicamente.
        E o que dizer das igrejas que promovem festas juninas em suas próprias dependências com a alegação de arrecadarem fundos? As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. Nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos: claro que os que comem não são os santos, mas os que participam dela. Este procedimento de "oferecer comida aos santos" é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da "festa". Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas? O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova:
“Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o” .  lRs 18.21
       É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas ativida­des evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças de participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.

O que diz a Bíblia

       Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em I Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse:
“Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.  I Coríntios 10.11

       O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:

“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” .   Êx 32.4-5

Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.
       O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.
       Como crentes, devemos adorar somente a Deus:
“Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”.   Mateus 4.10
       Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: 
“Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15).
       O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando:
“Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.   Apocalipse 7.9

       É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:
       “Onde está o Batista?”.
       Ele não está na igreja,
       Anda de mastro em mastro,
       A ver quem o festeja”.
       Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles:
“E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).

Record vai exibir a série The Biblie, que bateu recordes de audiência nos Estados Unidos


Ao anunciar sua programação para 2013, a TV Record revelou que irá apresentar a série “The Bible”, sucesso mundial de audiência, segundo informações do Uol. Entretanto, a data de exibição ainda não foi divulgada.
A série bíblica produzida pelo canal por assinatura History Channel estreou nos Estados Unidos no dia 03 de março, com recorde de audiência, atraindo 13,1 milhões de telespectadores, e considerada o maior índice de audiência da TV a cabo norte-americana.
Produzida por Roma Downey e Mark Burnett (este último, criador do reality show The Voice, exibido no Brasil pela TV Globo), a série conta com cinco episódios de duas horas de duração cada, podendo ser exibida em dez episódios com uma hora de duração cada um.
The Bible conta em cada episódio, de duas a três passagens bíblicas, e entre as histórias retratadas estão os relatos sobre Sansão e Dalila, Adão e Eva, o êxodo dos judeus, e até o nascimento, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
A produção da série utilizou a Bíblia com a tradução da Nova Versão Internacional, visando uma maior coerência com os textos originais.
O sucesso mundial da série pode ser medido por sua audiência, que vem se mantendo alta e até igualando-se à aclamada série de ficção The Walking Dead.
Oprah Winfrey, apresentadora de TV e empresária é uma das personalidades que elogiou a série e declarou estar bastante empolgada com a forma como The Bible conta as histórias bíblicas.
Confira no vídeo abaixo, um trailer da série The Bible:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Marco Feliciano manda prender manifestante que o chamou de racista e critica jornalistas: “Vocês não têm outro assunto pra falar, não?”


A reunião de hoje, 27 de março, da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados foi marcada por novos tumultos e demonstrações de impaciência por parte de seu presidente, o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP).
Enquanto um parlamentar falava sobre a situação dos torcedores corintianos na Bolívia, um manifestante passou a gritar acusando Feliciano de racismo. Nesse momento, o pastor determinou que a segurança intervisse: “Aquele senhor de barba, chama a segurança. Ele me chamou de racista. Racismo é crime. Ele vai sair preso daqui”, ordenou.
A segurança da casa levou o rapaz que foi identificado como Marcelo Régis Pereira para a Delegacia da Polícia Legislativa, enquanto os demais manifestantes gritavam palavras de ordem: “Não respeita negros, não respeita homossexuais, não respeita mulheres, não vou te respeitar não”, diziam.
O próprio manifestante preso, gritava palavras de ordem enquanto era levado pelos seguranças da Câmara: “Isso é porque sou negro. Eu sou negro”, dizia, de acordo com o G1.
Nesse momento, Marco Feliciano suspendeu a sessão da CDHM e transferiu a reunião para outra sala, onde apenas 20 manifestantes contrários a ele e outros 20 favoráveis tinham acesso à sala, através de uma senha distribuída pelos seguranças.
Clemência para brasileiros condenados na Indonésia
Mais cedo, o deputado Marco Feliciano visitou a Embaixada da Indonésia para conversar com o representante do governo indonésio sobre a situação de brasileiros presos no país e que teriam sido condenados à morte, com a execução da sentença prevista para 2014.
Na saída, questionado sobre a situação da CDHM, Marco Feliciano voltou a demonstrar irritação e criticou a forma como a imprensa vem divulgando os fatos: “Não falo mais nada. Vocês [jornalistas] estão ultrapassando o meu limite de espaço. Eu estou aqui para um assunto sério e vocês estão de brincadeira”, reclamou o deputado.
Feliciano negou que houvesse crise na Comissão de Direitos Humanos: “A comissão não está em crise, quem está em crise são vocês. Falando besteira e falando coisas que não existem. Já fizemos duas sessões e na primeira votamos a rodada da pauta, a segunda foi impedida por causa do tempo, hoje tem a terceira sessão. Não sei se será (aberta ou fechada)”, afirmou, antes de reiterar sua postura de não sair do cargo: “Não vou renunciar de jeito nenhum. O que os líderes podem fazer com a minha vida? Eu fui eleito pelo voto popular e pelo voto do colegiado ponto final, que insistência. Vocês não têm outro assunto pra falar, não?”, questionou.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Políticos e líderes cristãos se mobilizam contra proposta de legalização do aborto feita pelo Conselho de Medicina; “Proposta já nasceu abortada”, diz Magno Malta


Num discurso sobre a posição do Conselho Federal de Medicina (CFM), que propôs a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação, o senador Magno Malta (PR-ES) fez considerações a respeito do contexto cultural brasileiro para criticar a possibilidade de aprovação da medida.
O CFM recomendou à comissão especial do Senado, que elabora o Novo Código Penal, que legalize o aborto na situação mencionada, deixando a decisão para a gestante e seu médico. Atualmente, o aborto é permitido por lei apenas em casos de estupro ou de risco à saúde da mãe.
Magno Malta afirmou que se aprovada, a medida legalizaria a prática de um “assassinato brutal” e poderia resultar no aumento da procura pelo procedimento após os períodos de carnaval e festas juninas, quando há uma maior liberdade sexual e ocorrência de gestações indesejadas.
Malta ainda alertou o CFM para as críticas e pressões sociais que virão caso a postura seja mantida: “Eu quero avisar o Conselho Federal de Medicina que eles não vão ter tempo bom pela frente. A proposta deles já nasceu abortada. Nós estamos atentos à preservação da vida”, disse o senador, de acordo com informações da Agência Senado.
A mobilização política contra as propostas de legalização do aborto já chegaram à Câmara dos Deputados, onde o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO) criticou a postura do governo federal.
“Você sabia que o governo da Dilma está ressuscitando o PNDH III? Você sabia que o Ministério da Saúde está trabalhando um programa para o aborto? Você, que como eu é evangélico, lembra do compromisso que Dilma fez no 2º turno acerca do aborto e casamento gay? Nada está sendo cumprido”, alertou em seu perfil no Twitter o deputado João Campos. O PNDH III é a sigla para a terceira versão do Plano Nacional de Direitos Humanos, proposto pelo governo petista durante os dois mandatos do presidente Luís Inácio Lula da Silva.
twitter deputado joao campos
O protesto de Campos teve ressonância no Twitter, onde internautas retransmitiram suas mensagens e também protestaram: “E ainda vai ter evangélico e pastor votando no PT em 2014, depois dessa perseguição desenfreada. Nunca irei votar no PT… NUNCA!”, escreveu o usuário Neto Ribeiro.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Carlos Petrini, publicou um artigo em que critica a postura do CFM e da opção pela solução mais rápida em casos de gravidez indesejada.
“As imediatas reações contrárias a esse posicionamento demonstram a preocupação dos que defendem a vida humana desde sua concepção até a morte natural. Merece, por isso, algumas considerações. O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução”, escreveu o bispo Petrini.
O religioso lembrou ainda das iniciativas sociais que a Igreja Católica mantém para ajudar pessoas em dificuldades como exemplo de alternativa à opção pela “morte” de seres humanos: “Nossa civilização foi construída apostando não na morte, mas na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos. Recorde-se, em época recente, a figura das Bem-aventuradas Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce dos pobres, bem como os milhares de pessoas que, quotidianamente, se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade”, pontuou.
Dom João Carlos Petrini ainda ressaltou a preservação da vida que a Constituição Federal prega e acentuou o tom crítico de busca por soluções que demandem menor custo, no que se refere aos Direitos Humanos
“As constituições dos principais países ocidentais apresentam uma perspectiva claramente favorável à vida. A Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida. Ajuda a evitar o aborto a implantação de políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas nas mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, de tal modo que cada mulher, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar à luz seu bebê. Esta solução é a melhor tanto para a criança, que tem sua vida preservada, quanto para a mulher, que fica realizada quando consegue ter condições para levar a gravidez até o fim, evitando o drama e o trauma do aborto”, sugeriu, no artigo publicado no Boletim da CNBB do dia 23 de março.
A proposta da CFM tem sido duramente criticada por adeptos de movimentos pró-vida. No Twitter, o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em que cenas de aborto são mostradas, e afirmou crer que pessoas favoráveis à proposta, mudariam de ideia ao ter acesso ao material apresentado no documentário de quase 30 minutos.

Fé em Deus e paz em campo



Maior campeonato evangélico do País, a Copa do Rio já tem 2,5 mil atletas de Cristo.
Imagine uma partida de futebol onde a mãe do juiz não é xingada, os jogadores não falam palavrões nem fazem gestos obscenos para os adversários e para a torcida, a média de cartões é baixíssima e as expulsões, raras. Isso acontece na Copa Evangélica do Rio de Janeiro. Fundada em 2007 com apenas sete times, a competição, que tem suas próprias divisões (da primeira à terceira), já reúne 150 equipes no estado e mais de 2,5 mil atletas de Cristo, ligados a pelo menos 30 denominações evangélicas diferentes. 
“Através do esporte, estamos difundindo cada vez mais o cristianismo e trazendo mais fiéis para as igrejas”, garante o presidente do Ministério Esportivo da Copa Evangélica, Bruno Brito, 34, ex-jogador do Fluminense e de agremiações do exterior, e hoje pastor do Ministério Betel Restaurando Vidas, de Jardim Catarina, em São Gonçalo. “Nossa missão é fazer do futebol uma ferramenta de evangelização. Acreditamos que o futebol sempre pode proporcionar a comunhão e a integração entre as pessoas”, acredita Brito. 
Atualmente, a Copa Evangélica promove a disputa da terceira divisão — a primeira e a segunda serão realizadas em agosto. O calendário dos jogos pode ser conferido no site copaevangelicarj.com.br. O sucesso da taça reflete-se na expansão dos núcleos da competição pelo país. “Já existem copas também em São Paulo, Paraná, Bahia, Amapá e Minas Gerais. A cada dia, mais jovens de todas as religiões se interessam em jogar futebol. Só na nossa igreja atraímos 90 rapazes em apenas quatro meses”, atesta o pastor, que também tem recebido delegações do exterior, como Estados Unidos, Nigéria, Senegal e Honduras. 

Indisciplina pode punir time inteiro 
De acordo com as regras da Copa Evangélica carioca, antes de cada partida os jogadores dos dois times que estarão em campo oram juntos num culto em que a Bíblia — cujos trechos são lidos e refletidos — fica no mesmo pedestal que a bola da partida. Músicas de louvor também animam os participantes. “São momentos de fé, que fortalecem os laços de amizade, inclusive entre as famílias nas arquibancadas”, diz Bruno Brito. De acordo com ele, porém, atos de indisciplina são punidos com rigor. “Palavrões ou agressões físicas podem culminar com expulsões, inclusive do time inteiro, das competições”, observa Brito. 

Seis anos sem nenhum cartão 
Sem desavenças em campo, a paz que reina nas partidas da Copa Evangélica é traduzida pela baixa quantidade de cartões dados pelos juízes. João Diveiros, chefe dos 12 árbitros que apitam as partidas, garante que a média de cartões amarelos não passa de cinco por rodada de três jogos. “Cartões vermelhos, então, são raros”, comenta. 
O atacante da Missão Betesda, de Rio D’Ouro, em São Gonçalo, Paulo Dell Isola, 34, ex-jogador do Juniores do Flamengo, é exemplo de disciplina. “Em seis anos disputando a copa, nunca levei um cartão amarelo sequer”, orgulha-se Paulo, que em 2012 foi artilheiro da competição, com 12 gols.

domingo, 24 de março de 2013

Beijaço de Repúdio contra Feliciano reúne simpatizantes da causa gay em São Paulo


Beijaço gay

São Paulo – A três dias da decisão sobre a permanência ou não do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, mais um protesto ocorrido hoje (23), na avenida Paulista, reforçou a rejeição ao parlamentar.
Desde que o líder religioso fez comentários preconceituosos contra homossexuais e negros por meio das redes sociais, vários segmentos da sociedade têm defendido o afastamento dele da presidência da comissão. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) que, no último dia 20, apelou para que o deputado renunciasse ao cargo, deve tomar uma decisão sobre o caso até a próxima terça-feira (26) .

Como forma de ironizar a conduta do parlamentar, um pequeno grupo de gays e simpatizantes da causa reuniram-se, no final da tarde de hoje (23), no Beijaço de Repúdio, ato organizado por meio do Facebook. A manifestação, na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, próximo à região central, foi organizada pelo historiador Augusto Patrini, de 32 anos.

“Com esse ato, queremos mostrar que o amor entre duas pessoas - não importa o sexo - é uma coisa bonita e não tem nada de vergonhoso, ao contrário do que prega o deputado Feliciano”, disse Patrini. “Ele é uma pessoa racista e homofóbica e não pode estar em uma comissão de Direitos Humanos”, acrescentou.

Fonte: Yahoo

sábado, 23 de março de 2013

Estudo Sobre Festas Pagãs: Festas Juninas - 2ª Parte.



 Sincretismo Religioso

       
Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.
       Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. 
“Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira."

Superstições

1 - A Puxada do Mastro

       Puxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.
       Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.

2 - As Fogueiras

       Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).
       Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.

3 - Os Fogos de Artifício

       Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.

4 - Os Balões

       A sociedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.
       Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em uma floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.
       Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.
       A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.

OS SANTOS

Santo Antônio

       Alguns dizem que o nome verdadeiro desse santo não é Antônio, mas Fernando de Bulhões, segundo estes, ele nasceu em Portugal em 15 de agosto de 1195 e faleceu em 13 de junho de 1231.
       Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.
       Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.
       Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.
       A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.
       No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.
      Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.
       É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:
        “Meu Santo Antônio querido,
       Meu santo de carne e osso,
       Se tu não me deres marido,
       Não te tiro do poço”.
       As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.
       Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: 
“O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”.

Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:
       “São João a vinte e quatro,
        São Pedro a vinte e nove,
       Santo Antônio a treze,
       Por ser o santo mais nobre”.

São João

       A Igreja Católica o consagrou santo. Segundo essa igreja, João Batista nasceu em 29 de agosto, em 31 A.D., na Palestina, e morreu degolado por Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé (Mt 14.1-12). A Bíblia, em Lucas 1.5-25, relata que o nascimento de João Batista foi um milagre, visto que seus pais, Zacarias e Isabel, na ocasião, já eram bastante idosos para que pudessem conceber filhos.
       Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.
       As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.
       João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).
       Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!

São Pedro

       É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos apóstolos” e o primeiro papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu. E para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.
       Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!
       Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pescadores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.
       A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.
       Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.
       Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).

Evangélicos lançam campanha de oração por Jean Wyllys



O deputado federal Jean Wyllys anuncia que pediu proteção policial para garantir sua segurança. Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, tal decisão foi tomada depois de “centenas de insultos e ameaças à vida e segurança do deputado recebidos nos últimos dias”.
Para Wyllys, as campanhas difamatórias contra ele seriam iniciadas e incentivadas por pessoas ligadas ao pastor Marco Feliciano. Segundo a nota oficial, “inclusive por funcionários da própria Câmara dos Deputados lotados no gabinete do deputado pastor”.
Além disso, o deputado Wyllys, além dos parlamentares petistas Domingos Dutra (MA) e Erica Kokay (DF), entraram com “representações criminais contra os autores e divulgadores de vídeos, imagens e notícias que caluniem ou incitem a violência, publicados em redes sociais e portais de notícias”. O motivo principal seria o vídeo produzido por aliados de Marco Feliciano que mostra várias cenas dos opositores ao fato do pastor ocupar a presidência da Comissão de Recursos Humanos e Minorias.
O parlamentar do PSOL já disse estar indignado com as várias mensagens suas associadas a frases que ele nunca disse sendo divulgadas com palavras de ódio contra ele e pedindo sua cassação. Uma dessas frases, inclusive, foi desmentida pela rádio CBN, afirmando que a informação é falsa e que a entrevista mencionada nunca existiu.
Paralelo a isso, os responsáveis pela “Missão Ctrl-S” estão utilizando as redes sociais para divulgar uma campanha “em favor” de Jean Wyllys. Seu objetivo não é politico, mas sim espiritual.
“O Jean Wilys não está ouvindo, nem lendo, suas críticas nas Redes Sociais. Mas Deus ouve suas orações. Ore. Deus é mais poderoso que suas críticas” diz o texto divulgado. A imagem do deputado sorrindo vem acompanhada dos primeiros versículos da carta bíblica de 1 Timóteo:  “Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e honestidade”.
A “Missão Ctrl-S”, cujo nome remete ao atalho usado por softwares para o comando salvar, parece seguir a tônica da Rede Fale, que em meio a tantas polêmicas envolvendo líderes religiosos e políticos, tentam mostrar que “os evangélicos não são todos iguais”.

Chamado de “Jesus Negro”, líder de seita é acusado de matar e comer 3 crianças


Stephen Tari, também chamado de “Jesus negro” e “assassino canibal”, escapou com outros 48 presos durante a mudança de guarda na penitenciária de Madang, norte de Papua Nova Guiné.
Ele foi preso por causa dos estupros que cometeu, mas é o principal suspeito de matar três meninas e depois comer sua carne e beber seu sangue. Estes crimes nunca foram solucionados, mas Tari, 40, é considerado perigoso pela polícia local. Capturado e preso, estava na penitenciária desde março de 2007. Em 2010, foi condenado por quatro acusações de estupro, mas a falta de provas impediu que respondesse pelos homicídios.
Uma verdadeira caçada humana está em andamento nas selvas de Papua Nova Guiné para localizar os fugitivos.
Ex-seminarista, Stephen Tari conseguiu reunir milhares de seguidores em 2006, quando reuniu um “rebanho” fiel, que para o governo era apenas mais uma seita. Conhecido como o “Jesus Negro”, tudo mudou quando ele foi acusado de matar as meninas que faziam parte de seus discípulos.
Sempre usando longas vestes brancas, ele reunia as pessoas em uma clareira na selva, onde pregava seus ensinamentos. Estima-se que chegou a reunir mais de seis mil pessoas, sempre com a promessa que eles iriam receber recompensas no céu se o seguissem.
Ele começou a perder seguidores rapidamente depois de realizar rituais bizarros. Um deles incluiria o sacrifico humano de uma das meninas, no qual a própria mãe teria bebido o sangue da filha morta, de acordo com parentes da vítima.
Quando chegou na aldeia de Matapi, no interior do país, o pastor Paulo Makura, de uma igreja local, reuniu os moradores e prenderam Tari enquanto ele dormia.  Após sua fuga, a polícia disse que teme que muitos de seus antigos seguidores estejam ajudando a escondê-lo.

 Com informações Daily Mail.

12ª temporada do show de calouros American Idol é dominada por participantes cristãos



O show de calouros norte americano American Idol, que em sua última temporada revelou o cantor cristão Colton Dixon, chegou à sua 12ª temporada dominado por cantores cristãos, que fazem questão de dividir sua fé com o mundo.
Segundo o The Christian Post, entre os 12 participantes do programa, 8 são cristãos, e fazem constantes referências à sua fé. São eles: Candice Glover, Lazaro Arbos, Janelle Arthur, Curtis Finch Jr., Amber Holcolm, Angie Miller, Devin Velez e Burnell Taylor.
Uma das competidoras favoritas ao título do programa é Angie Miller, que conquistou os fãs após interpretar as canções de adoração “You Set Me Free”, e deixou os jurados impressionados com seu desempenho na canção “Never Gone”. Através do Twitter, a cantora frequentemente compartilha sobre sua fé.
- Igreja não é só o único momento em que agradecemos e esperamos para ficar um tempo com Deus. Isso deve ser um exercício diário – escreveu Miller recentemente na rede social.
Líder de louvor, Curtis Finch Jr chegou a ser ovacionado pelos jurados e pelo público em suas apresentações que emocionam o público.
Outro destaque no programa é Devin Velez, que sempre publica vídeos no YouTube interpretando canções de adoração e também usa o Twitter para falar sobre sua fé.
- Só tenho que me lembrar por que estou aqui e que tudo está em Suas mãos – escreveu Velez recentemente, refletindo sobre sua participação no programa.

Por Gospel+

Casal de cristãos adota seis irmãos para que eles não sejam separados; “Deus honra”, explicam



Um casal no Maranhão decidiu adotar seis irmãos que haviam sido abandonados pela família biológica, para que eles não fossem separados e adotados por famílias diferentes. Depois de saber da situação dos irmãos, o cabelereiro Ivaldo Aires e sua esposa, Marilene, que ainda não tinham filhos, decidiram trazer os irmãos para fazerem parte de sua família.
As crianças estavam, há três anos, na Casa de Passagem de Açailândia, interior do Maranhão, seriam encaminhados para instituições da capital São Luís, onde cada um poderia ser adotado por uma família diferente. A situação dos irmãos chegou até Ivaldo por uma funcionária da instituição.
- Quando eu soube que eles iam ser separados, eu fiquei pensando no caso do meu pai juntamente conosco. Meu pai não tinha aquela condição financeira de nos dar tudo aquilo que nós queríamos, mas só nós estarmos ao lado do nosso pai, para nós, era a maior felicidade – afirmou Ivaldo ao G1, ao explicar sua decisão.
A decisão de adotar as crianças veio também de sua esposa, que relatou a atitude tomada por eles como algo guiado por Deus.
- Graças a Deus, eu gosto deles como filhos meus. É uma coisa incrível que eu não sei como contar, só Jesus mesmo que sabe fazer tudo certinho. Nós queremos dar o melhor para eles. O que vem de Deus, Deus nos dá para nós passar para eles – afirmou Marilene, esposa do cabelereiro.
Deixadas pela mãe biológica para adoção, após a morte do esposo, as crianças tem agora em Ivaldo um novo pai, que afirma que as considera como seus verdadeiros filhos.
- Eu tenho eles como filhos. Jamais pude considerar eles sem pai porque eles têm pai agora. Tudo aquilo que a gente faz com amor, Deus honra. E Deus tem me honrado grandemente – finalizou Ivaldo Aires.
Ivaldo e Marilene conseguiram em dezembro a guarda das crianças, com idades entre quatro e dezesseis anos, decisão que já foi oficializada pela justiça.

Por Gospel+